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	<title>Mojotrotters &#187; Fiji</title>
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	<description>Mobile journalists on a world adventure</description>
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		<title>Ameaça de tsunami em Fiji</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Mar 2010 06:43:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberto Rocha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fiji]]></category>
		<category><![CDATA[Videos]]></category>
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		<description><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://mojotrotters.com/pt/2010/03/tsunami-scare-in-fiji/" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/pt/2010/03/tsunami-scare-in-fiji/?referer=');"><img class="aligncenter size-full wp-image-763" title="thin" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/03/tsunami.jpg" alt="tsunami" width="160" height="120" /></a></p>
Após o terremoto no Chile, as ilha de Fiji estavam em alerta contra um possível tsunami. Eu quis documentar as preparações na ilha de Wayalailai em caso de desastre. Felizmente, nada aconteceu.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object width="480" height="385"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/Siqjve2yeGg&#038;hl=en_US&#038;fs=1&#038;color1=0x234900&#038;color2=0x4e9e00"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/Siqjve2yeGg&#038;hl=en_US&#038;fs=1&#038;color1=0x234900&#038;color2=0x4e9e00" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"></embed></object></p>
<p>Após o terremoto no Chile, as ilha de Fiji estavam em alerta contra um possível tsunami.</p>
<p>Eu quis documentar as preparações na ilha de Wayalailai em caso de desastre. Felizmente, nada aconteceu.</p>
<p>A narração do vídeo foi feita a partir de uma biblioteca em Auckland, Nova Zelândia. Isso explica o tom meio sonolento da minha voz.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Como sobrevivemos ao Tsunami em Fiji</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Mar 2010 05:09:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bianca M. Saia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fiji]]></category>
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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		<category><![CDATA[pays]]></category>
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		<category><![CDATA[Tsunami]]></category>

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		<description><![CDATA[-Bianca! Minha mãe acaba de me mandar uma mensagem pelo celular. Na noite passada, houve um terremoto em Chile. E ela avisou que há risco de um Tsunami atingir Fiji às 9 da manhã!

Ainda de pijama, com os cabelos desgrenhados e ar agitado a turista inglesa me abordou, às 7 da manhã, no jardim do resort. Eu, sonolenta, dividia minha atenção entre as notícias e a colorida alvorada que eu havia levantado para assistir junto ao Beto. Sorry, a tsunami?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/03/tsunami-1.jpg" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/03/tsunami-1.jpg?referer=');"><img class="alignnone size-full wp-image-1039" style="margin-top: 10px; margin-bottom: 10px;" title="tsunami 1" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/03/tsunami-1.jpg" alt="tsunami 1" width="500" height="375" /></a></p>
<p>-Bianca! Minha mãe acaba de me mandar uma mensagem pelo celular. Na noite passada, houve um terremoto no Chile. E ela avisou que há risco de um Tsunami atingir Fiji às 9 da manhã!</p>
<p>Ainda de pijama, com os cabelos desgrenhados e ar agitado a turista  inglesa me abordou, às 7 da manhã, no jardim do resort. Eu, sonolenta, dividia minha atenção entre as notícias e a colorida alvorada que eu havia levantado para assistir junto ao Beto. Sorry, a tsunami?</p>
<p>Em pouco tempo já não se falava em outra coisa. Presos numa ilha sem televisão ou internet, as notícias eram escassas. Encontramos um rádio ligado na recepção do hotel. O Beto, 3 fijianos e eu paramos para ouvir o boletim. Uma mulher saiu da recepção carregando cerca de 10 grandes lanternas verde-musgo. O locutor dava maiores detalhes sobre os mortos em Chile e pedia:</p>
<p>-Atenção a todos em Fiji. É preciso agir agora. Todos devem evacuar as áreas próximas da costa. Esse aviso deve ser levado a sério!</p>
<p>Começamos a fazer as vezes de porta-voz para os outros turistas, que, preocupados, nos pediam maiores detalhes. Achei graça quando um alemão comentou, apontando para o Beto :<br />
-Nossa, esse cara parece um repórter!</p>
<p>Durante o café-da-manhã recebemos as instruções de Berry, gerente do resort. Entre as nove e dez da manhã todos deveriam se dirigir ao deck localizado no andar superior do terreno. A boa notícia era que, ao contrário da maioria das ilhas que visitamos, esse resort tinha dois níveis. Ou seja: era possível ficar acima do nível do mar e escapar da maré que, durante um tsunami, varre a costa.</p>
<dl id="attachment_1040" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/03/tsunami-2.jpg" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/03/tsunami-2.jpg?referer=');"><img class="size-full wp-image-1040 " style="margin-top: 12px; margin-bottom: 12px;" title="tsunami 2" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/03/tsunami-2.jpg" alt="tsunami 2" width="500" height="375" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd">
<h5><strong>Berry, a.k.a. Strawberry, mandou todo mundo subir no deck.</strong></h5>
</dd>
</dl>
<p>Isso reconfortava a maioria. Mas não todos: uma menina, que dizia que todos pareciam calmos demais, queria escalar a montanha, temendo o pior. Eu, secretamente, desejava fazer a mesma coisa. Tanto para me proteger como para aumentar as chances de assistir o fenômeno de um ângulo mais privilegiado. O que me faltou foi a auto-confiança para ser a voz dissidente de um grupo de mais de 50 pessoas.</p>
<p>9 horas. Berry deu o alarme usando uma concha como sirene. Feito apito de navio, o som era grave e longo. Os turistas e os fijianos se aglomeraram no deck.</p>
<p>9 horas e meia e o mar parecia um lago de tão calmo. Mais notícias, dessa vez vindas de um Iphone: a onda que atingiu a Nova Zelândia tinha apenas meio metro de altura. O zumzumzum tenso começava a dar lugar as risadas ou a conversas mais relaxadas. Em pequenos grupos, os turistas jogavam cartas na grama, dormiam na rede, tomavam sol.</p>
<p>O grupo foi se dissipando, sem que nenhum anúncio tenha oficializado o fim do perigo. Naquele dia, não houve tsunami, não houve nada.</p>
<p>E já batiam as 10 horas. Hora de ir à missa de domingo, para a qual fomos todos convidados. Hora de pedir proteção. Ou agradecer. A ilha continuava intacta, e seus habitantes, vivos.</p>
<p><a href="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/03/tsunami-31.jpg" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/03/tsunami-31.jpg?referer=');"><img class="alignnone size-full wp-image-1042" style="margin-top: 10px; margin-bottom: 10px;" title="tsunami 3" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/03/tsunami-31.jpg" alt="tsunami 3" width="500" height="375" /></a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Para você, o que é Fiji?</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Mar 2010 01:43:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberto Rocha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fiji]]></category>
		<category><![CDATA[Videos]]></category>
		<category><![CDATA[pays]]></category>
		<category><![CDATA[video]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://mojotrotters.com/pt/2010/02/what-is-fiji/" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/pt/2010/02/what-is-fiji/?referer=');"><img class="aligncenter size-full wp-image-763" title="thin" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/02/fijivid.jpg" alt="fiji" width="160" height="120" /></a></p>
Paraíso ou armadilha para turistas? Santuário rústico ou preso no passado? Perguntamos aos visitantes e aos nativos o que é que Fiji representa para eles. As reportas foram diversas e, por vezes, surpreendentes.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/Io-H0_I9H-M&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;color1=0x234900&amp;color2=0x4e9e00" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="385" src="http://www.youtube.com/v/Io-H0_I9H-M&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;color1=0x234900&amp;color2=0x4e9e00" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Paraíso ou armadilha para turistas? Santuário rústico ou preso no passado? </p>
<p>Perguntamos aos visitantes e aos nativos o que é que Fiji representa para eles. As respostas foram diversas e, por vezes, surpreendentes.</p>
<p>Com a trilha sonora da música feita nos hotéis White Sandy Beach, em Nativi Island, e em Bounty Island. </p>
]]></content:encoded>
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		<title>Fiji time</title>
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		<pubDate>Sun, 28 Feb 2010 16:00:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bianca M. Saia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fiji]]></category>
		<category><![CDATA[Words]]></category>
		<category><![CDATA[pays]]></category>

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		<description><![CDATA[Viajamos 4 horas no catamarã amarelo para chegar no extremo norte das Ilhas Yasawa, em Fiji.

O percurso é tipo de ônibus rodoviário pinga-pinga: para-se em cada ilha onde há passageiros que desejam subir ou descer. Um filme de guerra, estrelado pelo Val Kilmer já meio velho e gordinho, entretém os passageiros talvez cansados de olhar pro mar do Pacífico.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/02/fiji-blog-8.jpg" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/02/fiji-blog-8.jpg?referer=');"><img class="alignnone size-full wp-image-1007" style="margin-top: 12px; margin-bottom: 12px;" title="fiji-blog 8" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/02/fiji-blog-8.jpg" alt="fiji-blog 8" width="500" height="376" /></a></p>
<p>Viajamos 4 horas no catamarã amarelo para chegar no extremo norte das Ilhas Yasawa, em Fiji.</p>
<p>O percurso é tipo de ônibus rodoviário pinga-pinga: para-se em cada ilha onde há passageiros que desejam subir ou descer. Um filme de guerra, estrelado pelo Val Kilmer já meio velho e gordinho, entretém os passageiros talvez cansados de olhar pro mar do Pacífico.</p>
<p>A atmosfera do Nabua Lodge, na Ilha Nacula, é bem distinta de Bounty, nossa primeira parada. Seus homens e mulheres têm poucas palavras, sorriem mais timidamente, e são pouco vistos durante o dia. À noite, todos trocam as camisetas surradas de trabalho por camisa florida e pareô ou vestido. Os Fijianos se perfumam e se enfeitam de flores: o jantar, refeição mais copiosa do dia, merece mais pompa e circunstância do que o almoço, geralmente simples e vegetariano.</p>
<p><a href="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/02/fiji-blog-5.jpg" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/02/fiji-blog-5.jpg?referer=');"><img class="alignnone size-full wp-image-1008" style="margin-top: 10px; margin-bottom: 10px;" title="fiji-blog 5" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/02/fiji-blog-5.jpg" alt="fiji-blog 5" width="500" height="375" /></a></p>
<p>Nesta ilha a paisagem parece ainda mais deslumbrante:  o mar, feito um bufê de azuis, mistura turquesas, azul profundo, tons esverdeados. Montanhas altas e verdes, coqueiros de pôster de agência turística, vista para o pôr-do-sol logo após as 19hs.</p>
<p>O dormitório é rústico, feito de palha. O vento constante balança preguiçosamente as cortinas feitas de um tecido que parece chita. A temperatura parece ideal a todo instante: sem humidade, não se transpira, e à noite, nunca faz frio. Penso que aqui se poderia viver nu. Na praia sempre há uma sombra que te protege do sol.</p>
<p>Dentre os passeios disponíveis, há a visita à &#8220;Lagoa Azul&#8221;, cenário do filme de estreia de Brooke Shields (e do seu parceiro que ninguém lembra o nome). Também pode-se visitar cavernas de lagos cristalinos e um arrecife de corais, bom para mergulho.</p>
<p>Na primeira noite, não houve cerveja, ou kava. Dormimos embalados pelo som de mar, protegidos pelas redes, abençoados por Deus.</p>
<p><a href="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/02/fiji-blog-6.jpg" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/02/fiji-blog-6.jpg?referer=');"><img class="alignnone size-full wp-image-1009" title="fiji-blog 6" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/02/fiji-blog-6.jpg" alt="fiji-blog 6" width="500" height="375" /></a></p>
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		<title>Dançando com dois pés esquerdos em Fiji</title>
		<link>http://mojotrotters.robertorocha.info/pt/2010/02/when-in-fiji-dance-awkwardly-in-an-empty-room-with-no-sound/</link>
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		<pubDate>Sat, 27 Feb 2010 20:06:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberto Rocha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fiji]]></category>
		<category><![CDATA[Words]]></category>
		<category><![CDATA[pays]]></category>
		<category><![CDATA[dance]]></category>

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		<description><![CDATA[Lulu, nosso anfitrião no Nabua Lodge "resort", em uma das ilhas Yawasa, em Fiji, nos anunciou que, agora, éramos parte da sua família. Contando comigo e com a Bia éramos sete à mesa de jantar, incluindo as meninas alemãs e os rapazes noruegueses. Lulu continuou, dizendo que esta família cresce a cada dia quando os novos hóspedes chegam no albergue. Contam-se dúzias de redutos de mochileiros à beira-mar salpicados pelas ilhas, com quartos privados ou dormitórios mistos. E onde a electricidade não dura mais do que cinco horas por dia.

A cada check-out - Lulu anunciou num tom solene - a família diminui de tamanho outra vez.

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/02/fiji-blog-11.jpg" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/02/fiji-blog-11.jpg?referer=');"><img class="alignnone size-full wp-image-996" style="margin-top: 12px; margin-bottom: 12px;" title="fiji-blog 11" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/02/fiji-blog-11.jpg" alt="fiji-blog 11" width="462" height="615" /></a></p>
<p>Lulu, nosso anfitrião no Nabua Lodge &#8220;resort&#8221;, em uma das ilhas Yawasa, em Fiji, nos anunciou que, agora, éramos parte da sua família. Contando comigo e com a Bia éramos sete à mesa de jantar, incluindo as meninas alemãs e os rapazes noruegueses. Lulu continuou, dizendo que esta família cresce a cada dia quando os novos hóspedes chegam no albergue. Contam-se dúzias de redutos de mochileiros à beira-mar salpicados pelas ilhas, com quartos privados ou dormitórios mistos. E onde a electricidade não dura mais do que cinco horas por dia.</p>
<p>A cada check-out &#8211; Lulu anunciou num tom solene &#8211;  a família diminui de tamanho outra vez.</p>
<p>Nós tínhamos acabado de dividir uma refeição composta de peixe frito, vagem, cenoura e batatas, sob uma cama de macarrão instantâneo oriental.</p>
<p>&#8220;Agora vamos lhes mostrar as danças de Fiji. Venham!&#8221;,  Lulu pediu, nos mostrando o salão anexo, distante alguns passos do pátio onde comemos.</p>
<p>Os homens, escorregadios como peixe, sumiram. Como nós, eles estavam de barriga cheia após a grande refeição. E, sendo homens brancos ocidentais, certamente eles não arriscariam entrar na pista de dança antes de ter tomado algumas cervejinhas.</p>
<p>&#8220;Façam duas filas de frente para o bar&#8221;, ele disse. Duas filas de duas pessoas cada: Bianca e eu, além das duas garotas alemãs. A primeira dança, chamada &#8220;Bula Dance&#8221;, é mais ou menos assim: faz-se o sinal de carona, com o dedão, a cada lado da cabeça. Rolam-se os punhos pra cima e pra baixo. Em seguida,  fazemos uma semi-Macarena e um jogo de pélvis pra frente, no melhor estilo &#8220;em-cima-em-baixo-e-puxa-e-vai&#8221;.  Todos gritam &#8220;Bula!&#8221; e fazem um giro de 90 graus para recomeçar a dança.</p>
<p>-Agora com a música!</p>
<p>Um segundo funcionário estava manejando o som atrás do balcão do bar. Mas  nenhum som saía das caixas. Após dois minutos de silêncio, houve um estouro por alguns segundos de uma canção que lembrava um reggaeton polinésio, e em seguida, silêncio. O dj nos olhou nervosamente. Lulu não se mexia, seu dedinho de carona ainda armado e pronto do lado direito da cabeça.</p>
<p>Mais silêncio. Novos estouros da música errada. O dj olhava pra baixo, com cara de quem foi pego colando na prova. Lulu virou a cabeça e se desculpou. &#8220;Foi mal, gente! Só mais um minuto&#8221;.</p>
<p>O ar ficou carregado. As alemãs se entreolhando. Nós éramos quatro, tentando bancar os bons hóspedes, parados no salão escuro e silencioso com dois Fijians nervosos e um aparelho de som quebrado. Lulu começou a dizer algo em Fijian para o dj, que apenas sacudia a cabeça, impotente.</p>
<p>É perfeitamente possível que as alemãs estivesses apenas entediadas ou achando a situação engraçada. Mas é difícil resistir à tentação de projetar a própria paranóia nos outros: na minha cabeça, elas estavam rezando pra que<br />
um herói aparecesse e colocasse fim neste longo silêncio desconfortável.</p>
<p>Coloquei delicadamente as mãos no ombro de Lulu, tentando salvar a situação. &#8220;Não se preocupe. Vamos dançar amanhã, quando tiver mais gente aqui.&#8221; Lulu nem reagiu. Ele simplesmente continuou olhando para o dj, com o dedinho de carona um pouco mais ereto. Eu tentei de novo, dessa vez com a voz macia e falha. Ele me olhou de volta. Seus olhos estavam enormes, o suor brilhante colado na testa.</p>
<p>Bem nesse instante a música certa, na altura certa, ecoou dos alto-falantes. Fizemos a &#8220;Bula Dance&#8221;. Aprendemos a &#8220;Snake Dance&#8221;, onde o grupo em fila tem que repetir os movimentos do líder, até que este grite &#8220;over!&#8221;, e a cobra muda de direção,</p>
<p>Mal a música havia terminado, Lulu anunciou: &#8220;É isso, gente, acabou&#8221;. Todos saíram da sala em passos rápidos, de volta aos seus dormitórios, ao banheiro, ou ao deck iluminado pela luz da lua, onde a galera fumava cigarros.</p>
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		<title>O desconto que parecia calote</title>
		<link>http://mojotrotters.robertorocha.info/pt/2010/02/the-discount-that-dressed-up-as-a-con/</link>
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		<pubDate>Sat, 27 Feb 2010 15:03:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberto Rocha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fiji]]></category>
		<category><![CDATA[Words]]></category>
		<category><![CDATA[pays]]></category>

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		<description><![CDATA[Ainda estou pra ver um bom negócio que venha disfarçado de calote. Geralmente o que encontramos é o inverso. Os caloteiros são verdadeiros mestres em engenharia social: feito hackers, eles improvisam uma ligação direta no impulso inato que todos nós temos de confiar nos outros.  

A agente de viagem que tentou nos vender um pacote de traslados para as ilhas de Fiji, no aeroporto internacional de Nadi, estava fazendo tudo certinho: seus sorrisos eram largos, e seu calor humano, farto. Ela parecia curiosa sobre nós. E  explicou em detalhes quais opções se enquadrariam nos nossos planos e no nosso orçamento.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/02/fiji-blog-4.jpg" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/02/fiji-blog-4.jpg?referer=');"><img class="alignnone size-full wp-image-993" title="fiji-blog 4" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/02/fiji-blog-4.jpg" alt="fiji-blog 4" width="500" height="375" /></a></p>
<p>Ainda estou pra ver um bom negócio que venha disfarçado de calote. Geralmente o que encontramos é o inverso. Os caloteiros são verdadeiros mestres em engenharia social: feito hackers, eles improvisam uma ligação direta no impulso inato que todos nós temos de confiar nos outros.  </p>
<p>A agente de viagem que tentou nos vender um pacote de traslados para as ilhas de Fiji, no aeroporto internacional de Nadi, estava fazendo tudo certinho: seus sorrisos eram largos, e seu calor humano, farto. Ela parecia curiosa sobre nós. E  explicou em detalhes quais opções se enquadrariam nos nossos planos e no nosso orçamento.</p>
<p>Decidimos comprar um &#8220;Bula Pass&#8221;, bilhete que dá direito a traslados ilimitados entre o continente e uma série de ilhas a oeste de Fiji, durante 7 dias. Com esse pacote, podemos decidir por quanto tempo queremos ficar em cada ilha, escolher as paradas que nos parecem mais interessantes e viajar no nosso ritmo. Por $300 Fiji dollars &#8211; cerca de $150 USD &#8211; parecia a opção ideal.</p>
<p>Enquanto eu pegava a minha carteira, nossa agente e a sua colega começaram a discutir animadamente em Fijian. Entre vários sons ininteligíveis, escutei &#8220;Fiji dollars&#8221; e &#8220;New Zealand dollars&#8221;. Uma delas fez uma ligação que durou 5 minutos. Finalmente a outra disse: -</p>
<p>Há um erro no catálogo que eu te mostrei. Os preços foram mudados recentemente. O Bula Pass custa na verdade $391 Fiji dollars.</p>
<p>Eu entendi tudo. Em 30 minutos o único barco que faz esse passeio estaria zarpando. Estávamos cansados após viajar por 25 horas e loucos pra relaxar numa praia tranquila. Desperdiçar um dia em Nadi, a insossa cidade portuária onde desembarcamos, parecia uma péssima alternativa. Nessas circunstâncias, o que seriam outros $90 FJD para dois gringos sedentos de sol?</p>
<p>Eu olhei o catálogo de novo. Estava escrito $299. Fiji dollars. Válido até 31 março de 2010. Elas reconheceram o óbvio, mas insistiram que não podiam fazer nada, que o preço estava obsoleto. Eu pedi à Bianca que ela pegasse as nossas coisas. -Vamos embora. Vamos procurar outro lugar. </p>
<p>Nossa agente retrucou:<br />
-Eles vão te dar o preço novo, aonde quer que você vá. O preço é determinado pelo operador do barco.</p>
<p> Eu me virei e olhei pra ela. </p>
<p>-Se você nos vende algo por $299 e na última hora muda pra $391, eu perco a confiança em você.</p>
<p>Ela me olhou como alguém que acaba de receber más notícias mas que não pode fazer nada.</p>
<p>Sair andando é geralmente o último recurso no arsenal do negociador quando ele falha em conseguir um preço melhor. A ameaça de perder um cliente geralmente amolece até o mais determinado dos mercadores. Nossas agentes? Ficaram em silêncio enquanto deixávamos o estabelecimento.</p>
<p>-Qual é o plano agora?, a Bia me perguntou. Minha melhor e única idéia era ir diretamente ao porto de Nadi e ver o que a gente poderia conseguir por lá. Fomos andando em direcção aos táxis. Do andar de cima, a nossa agente botou a cabeça pra fora do escritório que dá pro lobby do aeroporto. </p>
<p>-Voltem! Nós vamos te dar aquele preço!<br />
-Quanto, $299?<br />
-Sim, voltem!</p>
<p>A gerente, que trabalhava no porto, ligou dizendo que iria cobrir o preço anunciado. Nós só teríamos que pagar o depósito na própria agência e o resto na marina.</p>
<p>-E se eles não corrigirem o preço?</p>
<p>-Eu sei que você não acredita em mim. Mas eles disseram que vão cobrar $299. Mostrem a ela este catálogo. E digam que foi a Lucy que mandou vocês.</p>
<p>-Se eles não fizerem o preço, posso voltar aqui e pegar meu dinheiro de volta?</p>
<p>Lucy sorriu. -Sim. Você pode até trazer a polícia se quiser.</p>
<p>Já no porto, a gerente parecia perplexa ao ver o catálogo. </p>
<p>-Onde você arranjou isto? Este catálogo não deveria estar disponível. </p>
<p>Foi quando descobrimos que o preço do pacote era, de fato, $391.</p>
<p>-Tudo bem, vou fazer esse preço pra vocês. Mas eu fico com o catálogo!</p>
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		<title>Bula Fiji!</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Feb 2010 08:31:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bianca M. Saia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fiji]]></category>
		<category><![CDATA[Words]]></category>
		<category><![CDATA[pays]]></category>

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		<description><![CDATA[Foram necessárias 24 horas de viagem para que a gente pudesse sair de Vancouver e chegar à Fiji. Um total de 2 noites mal dormidas. Bate-boca na agência de turismo. Some isso ao fuso horário de 21 horas.

Um choque no sistema que fez com que meus  primeiros passos nas areias de Fiji, às 10 horas da manhã, parecessem irreais. Meu corpo já havia chegado num dos mais espectaculares paraísos tropicais onde eu já pisei. Mas minha cabeça ainda estava presa dentro de uma nuvem de sono, confusão e cansaço.

Mas, aos poucos, a harmonia se fez.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/02/fiji-blog-3.jpg" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/02/fiji-blog-3.jpg?referer=');"><img class="alignnone size-full wp-image-999" style="margin-top: 12px; margin-bottom: 12px;" title="fiji-blog 3" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/02/fiji-blog-3.jpg" alt="fiji-blog 3" width="500" height="375" /></a></p>
<p>Foram necessárias 24 horas de viagem para que a gente pudesse sair de Vancouver e chegar à Fiji. Um total de 2 noites mal dormidas. <a href="http://mojotrotters.com/pt/2010/02/the-discount-that-dressed-up-as-a-con/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/pt/2010/02/the-discount-that-dressed-up-as-a-con/?referer=');">Bate-boca na agência de turismo</a>. Some isso ao fuso horário de 21 horas.</p>
<p>Um choque no sistema que fez com que meus  primeiros passos nas areias de Fiji, às 10 horas da manhã, parecessem irreais. Meu corpo já havia chegado num dos mais espectaculares paraísos tropicais onde eu já pisei. Mas minha cabeça ainda estava presa dentro de uma nuvem de sono, confusão e cansaço.</p>
<p>Mas, aos poucos, a harmonia se fez.</p>
<p>A serenata dos funcionários do Bounty Beach em nossa homenagem ao descermos do barco. As flores com que os homens e mulheres enfeitam suas cabeças. As mais flores que adornam as mesas, as pias, as árvores. Ser cumprimentada com um entusiasmado &#8220;Bula! &#8221; por todos os Fijianos. O mar turquesa, as estrelas-do-mar roxas, os peixes de todas as cores, nadar em meio às arraias. A comida farta, o sol que só se põe depois das 19hs. Os homens de sarong, as mulheres de sorriso largo e ar maternal.</p>
<p><a href="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/02/fiji-blog-1.jpg" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/02/fiji-blog-1.jpg?referer=');"><img class="alignnone size-full wp-image-1000" style="margin-top: 10px; margin-bottom: 10px;" title="fiji-blog 1" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/02/fiji-blog-1.jpg" alt="fiji-blog 1" width="443" height="591" /></a></p>
<p>A noite terminou com a cerimônia da Kava, uma raiz que hoje é utilizada em rituais ou pelos nativos mais idosos. Segundo Mathew, que nos preparou a bebida, o efeito psicotrópico seria similar ao do álcool: relaxamento, desinibição, e, em caso de abuso, dificuldade de andar e paralisia do corpo.</p>
<p>Não sei se foi a Kava, o mar turquesa de Fiji, as noites anteriores miseráveis ou a mistura de tudo isso. Mas dormi feito criança em meio à todos os turistas no nosso dormitório de 24 camas.</p>
<p><a href="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/02/fiji-blog-7.jpg" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/02/fiji-blog-7.jpg?referer=');"><img class="alignnone size-full wp-image-1003" title="fiji-blog 7" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/02/fiji-blog-7.jpg" alt="fiji-blog 7" width="500" height="375" /></a></p>
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