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	<title>Mojotrotters &#187; Indonesia</title>
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	<description>Mobile journalists on a world adventure</description>
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		<title>Trocando experiências pelos cartões postais  </title>
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		<pubDate>Fri, 20 Aug 2010 10:52:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bianca M. Saia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Indonesia]]></category>
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		<category><![CDATA[couchsurfing]]></category>
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		<description><![CDATA[Minha hora chegou. Aquela hora em que a idéia de visitar templos, palácios e museus de pequeno ou médio calibre começam a dar uma certa preguiça. Acumulei um sem-número de experiências talvez belas, mas pouco significativas, que acabam se amontoando na cabeça como uma baguncinha dentro de uma gaveta. Já tenho mais fotos estilo cartão-postal que loja de souvenir.

Como manter a energia e o interesse frescos nos seus arredores, 6 meses de estrada depois?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Minha hora chegou. Aquela hora em que a idéia de visitar templos, palácios e museus de pequeno ou médio calibre começam a dar uma certa preguiça. Acumulei um sem-número de experiências talvez belas, mas pouco significativas, que acabam se amontoando na cabeça como uma baguncinha dentro de uma gaveta. Já tenho mais fotos estilo cartão-postal que loja de souvenir.</p>
<p>Como manter a energia e o interesse frescos nos seus arredores, 6 meses de estrada depois?</p>
<p>Resolvi me armar de duas estratégias.</p>
<p>a) Me hospedar na casa de locais (a.k.a. couchsurfing),</p>
<p>a) Eliminar os &#8220;checklists&#8221; dentro dos meus destinos,</p>
<p>b) Não planejar a data de saída desses destinos.</p>
<p>Fique aqui com os resultados.</p>
<p><strong>Makassar, Sulawesi</strong></p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Mayke </span></p>
<p>Não planejávamos passar mais do que duas noites nessa típica cidade grande asiática, superpopulosa, poluída e caótica, nosso porto de entrada na ilha de Sulawesi. O que teria sido um grande erro: teríamos assistido o terceiro jogo do Brasil na Copa num bar ou saguão de hotel. Mas ao invés disso, nossa anfitriã, Mayke, que não está nem aí pra futebol, teve a delicadeza de organizar uma festinha com a família na casa dela, para o nosso prazer. O jogo foi fraco, mas rolou petiscos, cerveja e papos bacanas com a família dela até de madrugada. Mayke estava de férias e foi uma companheira sem igual. Ela nos mostrou a beleza pouco acessível da sua cidade, e forneceu insights bem interessantes sobre a cultura do país.</p>
<p><a href="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/08/postais-12.jpg" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/08/postais-12.jpg?referer=');"><img class="alignnone size-full wp-image-2075" title="postais 1" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/08/postais-12.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p><strong>Solo, Java</strong></p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Nina</span></p>
<p>Vestir a camisa da empresa. Preencher auto-avaliações de perfil e  performance. Usar de proatividade na criação de projetos que promovem  um novo paradigma na inserção da empresa no novo século. E, claro,  fingir que estou ocupada. Esse dialeto pra mim já e língua morta. Mas para milhões de  trabalhadores no mundo todo, ele ainda está bem vivo. E eu pude  conferir isso de perto em uma reunião de funcionários da Gramedia, uma  livraria indonesiana que tem várias filiais no pais. Meu coração não é  de pedra, e tive pena dos cerca de 40 funcionários, num belo  sábado de manha, verem-se obrigados a fazer uma oração, ouvir um  sermão sobre globalização e cantar juntos o “grito de guerra” da  empresa. Mas foi gostoso sentir que, ufa, estou do outro lado do  balcão.</p>
<p><a href="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/08/postais-5.jpg" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/08/postais-5.jpg?referer=');"><img class="alignnone size-full wp-image-2059" title="postais 5" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/08/postais-5.jpg" alt="" width="500" height="332" /></a></p>
<p>Os funcionários da Gramedia são submetidos a sessões de tortura, quero  dizer, reuniões de equipe, todas as manhãs. Sábado é o “English Day”:  dia de afiar as competências na língua de Shakeaspere, e pagar um mico  na frente dos paquerinhas da loja. E eu fui a convidada de honra, a interpretar o difícil papel da turista perdida que precisa saber onde fica o banheiro. Não teve um que não se emocionou. Acho que eu merecia  um Oscar.</p>
<p><a href="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/08/postais-7.jpg" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/08/postais-7.jpg?referer=');"><img class="alignnone size-full wp-image-2061" title="postais 7" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/08/postais-7.jpg" alt="" width="500" height="332" /></a></p>
<p>No dia seguinte, visita aos templos Sukuh (a.k.a. Templo “Erótico”) e  Ceto. Mas como eu já disse antes, eu estou meio blasé com essa  história de templos. Felizmente, eu arrumei um jeito de me divertir.</p>
<p><a href="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/08/postais-4.jpg" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/08/postais-4.jpg?referer=');"><img class="alignnone size-large wp-image-2058" title="postais 4" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/08/postais-4-332x500.jpg" alt="" width="332" height="500" /></a></p>
<p>Meus sinceros agradecimentos à Nina, supervisora da Gramedia, que não  só me deu cama, como me apresentou as companheiras de templo, me  acompanhou em dois shows culturais lindos na cidade, e me &#8220;emprestou&#8221;  pro melhor amigo, me dando a chance de dormir numa casa Javanesa  tradicional, ao som do sininho das vacas e dos berros dos bodes.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Nana</span></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/08/postais-9.jpg" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/08/postais-9.jpg?referer=');"><img class="alignnone size-large wp-image-2063" title="postais 9" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/08/postais-9-332x500.jpg" alt="" width="332" height="500" /></a></p>
<p></span></p>
<p>A fofa da Nana merece uma menção honrosa em Solo. Finalmente vi uma indonesiana falar palavrão. Usar tecidos tradicionais com criatividade e ousadia. Mostrar seu lado rebelde e artista. A estudante de dança, natural de Sumatra, me informou sobre as performances alternativas da cidade. Me deu carona, com seus amigos igualmente divertidos, muçulmanas de véu e senso de humor afiado, de Solo a Yogyakarta. E me deixou louquinha pra vê-la, um dia, dançar nos palcos de Montreal.</p>
<p><strong><a href="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/08/postais-8.jpg" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/08/postais-8.jpg?referer=');"><img class="alignnone size-full wp-image-2062" title="postais 8" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/08/postais-8.jpg" alt="" width="500" height="333" /></a></strong></p>
<p><strong>Yogyakarta</strong></p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Fivi</span></p>
<p>Se a Fivi fosse uma flor, ela seria uma mistura de orquídea selvagem e dente-de-leão. Como foi bom brincar de mulherzinha com a Fivi por dias a fio. Três horas de massagem, exfoliação corporal e banhos de creme na segunda, tudo por menos de 8 dólares. Conversa sobre marido e panquecas pro café-da manhã ao pé da cozinha na terça. Tratamento facial e sessão de fotos – pois minha anfitrião é aspirante a modelo!, nas dunas de areia, na quarta. Foi um prazer deixar a cidade dos templos e bazares de lado em troca da companhia dessa garota esperta, viajada e sensível. Rir demais com essa “mulher-bicha”, que quem diria, não é um conceito exclusivamente ocidental.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/08/postais-11.jpg" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/08/postais-11.jpg?referer=');"><img class="alignnone size-large wp-image-2065" title="postais 11" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/08/postais-11-333x500.jpg" alt="" width="333" height="500" /></a></span></p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Mia</span></p>
<p>Eu achava que minha mãe trabalha demais. É porque eu ainda não conhecia a Mia. Mia dorme às 20h e acorda à 1 da manha. Segundo ela, cheia de energia e entusiasmo: há muito trabalho a ser feito. Enquanto o resto do mundo dorme, Mia escreve livros de inglês. Ela já conta com 5, todos publicados pela sua própria editora. Mia tem uma escola de inglês, que em seus dois aninhos de vida já conta com mais de 100 alunos. Mia trabalha com seguros, pra sustentar seu negócio. Ela é mãe e esposa. Anfitriã de incontáveis couchsurfers, com quem ela faz questão de fazer passeios pela cidade. E ela ainda arrumou tempo pra me levar no karaokê, no museu e no restaurante.</p>
<p><a href="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/08/karaoke.jpg" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/08/karaoke.jpg?referer=');"><img class="alignnone size-full wp-image-2076" title="karaoke" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/08/karaoke.jpg" alt="" width="500" height="332" /></a></p>
<p>Ah, sim: ela é Mestre de cerimônias em eventos e apresentadora de um programa de rádio semanal. Tudo isso em inglês, que nem é a sua língua materna. E que eu tive o prazer e a honra de participar, como entrevistada.  Conversamos no ar sobre imigração, sobre Brasil e Canadá, sobre turismo, sobre jornalismo. E como foi bem entrar de novo em um estúdio, do outro lado do mundo, e do outro lado da bancada.</p>
<p><a href="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/08/postais-10.jpg" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/08/postais-10.jpg?referer=');"><img class="alignnone size-full wp-image-2064" title="postais 10" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/08/postais-10.jpg" alt="" width="500" height="333" /></a></p>
<p>Claro que nem tudo é perfeito: Mia e fã da Céline Dion e da Shanya Twain.</p>
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		<title>Vinda do país do futebol</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Aug 2010 15:31:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bianca M. Saia</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ter nascido no pais do futebol é uma maravilha. Do Zimbábue ao Vanuatu, você pode ter certeza que sua nacionalidade será imediatamente reconhecida – e até mesmo amada - pelo seu interlocutor,  o que vai desencadear na simpatia imediata e transferida a você, ilustre viajante desconhecido.

Ter nascido no pais do futebol é um inferno. Principalmente se a ferida da derrota ainda estiver fresca.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/08/brasil.jpg" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/08/brasil.jpg?referer=');"><img class="alignnone size-large wp-image-2007" title="brasil" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/08/brasil-499x375.jpg" alt="" width="499" height="375" /></a></p>
<p>Ter nascido no pais do futebol é uma maravilha. Do Zimbábue ao Vanuatu, você pode ter certeza que sua nacionalidade será imediatamente reconhecida – e até mesmo amada &#8211; pelo seu interlocutor,  o que vai desencadear na simpatia imediata e transferida a você, ilustre viajante desconhecido.</p>
<p>Ter nascido no pais do futebol é um inferno. Principalmente se a ferida da derrota ainda estiver fresca.</p>
<p>Ou se você for como eu e não entender bugalhos sobre o esporte. Você vai ter que enfrentar conversas que se resumem a:</p>
<p>“Ah, Brasil, Ronaldo, Ronaldinho! Kaká!”</p>
<p>“…Yes&#8230;(sorriso amarelo-ovo)”</p>
<p>Você vai ser chamado a opinar sobre a performance do Dunga. Sobre os porquês da derrota. Traçar comparações entre os times europeus e latinos. Se no começo daviagem já era difícil, 6 meses de estrada depois&#8230;</p>
<p>E qual a melhor estratégia pra eu me livrar dessa com elegância? Copiar as explicações do Beto, já que não sou dada a ler sobre o assunto? Ou confessar minha ignorância &#8211; e pior, desinteresse &#8211; correndo o risco de passar por louca ou blasé?</p>
<p>Ah, já sei! Daqui pra frente, eu não sou mais do Brasil.</p>
<p>-Hello, Where you from?</p>
<p>-Me, I’m from Canada!</p>
<p>-Ahhh! Canada! Carlos Hernandez!”</p>
<p>-Sorry??? Carlos Hernandez??</p>
<p>-Yes, Carlos Hernandez! Fútbol!</p>
<p>-…(minha cara de interrogação)”</p>
<p>-Oh, no, sorry, sorry, Míster! Carlos Hernandez from Mexico!*</p>
<p>Eu mereço.</p>
<p>*dialogo real, trocado entre eu e um taxista na cidade de Surabaya, em Java.</p>
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		<title>Hello, Mister</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Aug 2010 13:01:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bianca M. Saia</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Se você sente curiosidade em saber como é a experiência de uma celebridade retrô, você já sabe: vá para a Papua Nova Guiné

Agora, se seu objetivo e provar um gostinho de celebridade contemporânea, permita-me sugerir a Indonésia.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-2000" href="http://mojotrotters.com/2010/08/portugues-hello-mister/fotos-4/" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/2010/08/portugues-hello-mister/fotos-4/?referer=');"><img class="alignnone size-full wp-image-2000" title="fotos 4" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/08/fotos-4.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a>.</p>
<p>Se você sente curiosidade em saber como é a experiência de uma  celebridade retrô, você já sabe: vá para a Papua Nova Guiné.</p>
<p>Agora, se seu objetivo é sentir-se como uma celebridade contemporânea, permita-me sugerir a Indonésia.</p>
<p>Ô povinho simpático, esses indonesianos. Do neném ao vovô, gente aqui não tem medo de gente. Caminhando na rua, tomando um ônibus, fazendo uma transação comercial, comendo num restaurante: é quase impossível que você não seja abordado por alguém que queira saber… Pra onde você esta indo?  O que você fez hoje? Você fala indonesiano? Você é casada? O que você está carregando nessa sacola?</p>
<p>E mesmo quem não tem tanta proficiência no inglês assim não se intimida. De Papua a Java, em metrópoles e vilarejos,  ouvimos várias vezes por dia os gritos de “Hello, Miiiister” (mesmo pra mim, uma Miss). O que me fez perguntar para uma indonesiana: Como é que pode que numa nação gigantesca como a Indonésia, com culturas tão distintas entre si, esse tal de “Hello Mister” seja assim, padronizado nacionalmente? Ainda mais quando a gente pensa que muitas dessas pessoas a nos cumprimentar provavelmente nunca saíram de suas ilhas – e ouso dizer, vilarejos – em suas vidas?<br />
Ao que ela me respondeu: Sempre que num programa de televisão daqui aparece um ocidental, ele é chamado de “Mister” pelos outros personagens locais. “Hello, Mister”. Parece lógico.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-1997" href="http://mojotrotters.com/2010/08/portugues-hello-mister/fotos-1/" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/2010/08/portugues-hello-mister/fotos-1/?referer=');"><img class="alignnone size-full wp-image-1997" title="fotos 1" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/08/fotos-1.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p>E o que acontece quando esse povo amigável e xereta participa ativamente da inclusão digital? Numa era onde qualquer pé-rapado já esta no enésimo modelo de celular com câmera? Bom, se o pé-rapado em questão for asiático, sai de baixo: o telefone vai ter uma vida sacrificada. Suas horas de trabalho serão longas, as pausas pra descanso, curtas.</p>
<p>Ah, e é claro: os turistas vão ter um treinamento na difícil arte de sorrir por horas a fio.<br />
Porque não pense você que e só tirar uma foto e  pronto, acabou. Não, não senhor: geralmente eles atacam em bandos. O que quer dizer que cada um deles está armado com seu próprio celular. E o que quer dizer também que as possibilidades são infinitas: “Vai lá, primeiro com ele, Mister. Agora comigo. Agora com nós dois, Mister. Agora só com quem nasceu em numero ímpar”. E por aí vai.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-1999" href="http://mojotrotters.com/2010/08/portugues-hello-mister/fotos-3/" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/2010/08/portugues-hello-mister/fotos-3/?referer=');"><img class="alignnone size-full wp-image-1999" title="fotos 3" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/08/fotos-3.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p>Em uma tarde na praia Base G, próxima a Jayapura, a grande diversão do grupo era tirar foto com a gente usando um par de óculos escuros. O que aquele óculos rodou, não foi brincadeira.</p>
<p>A propósito, eles também adoram posar pra gente. A troca é mais do que justa.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-1998" href="http://mojotrotters.com/2010/08/portugues-hello-mister/fotos-2/" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/2010/08/portugues-hello-mister/fotos-2/?referer=');"><img class="alignnone size-full wp-image-1998" title="fotos 2" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/08/fotos-2.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Viajar acompanhado ou sozinho?</title>
		<link>http://mojotrotters.robertorocha.info/pt/2010/08/1985/</link>
		<comments>http://mojotrotters.robertorocha.info/pt/2010/08/1985/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 04 Aug 2010 12:33:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bianca M. Saia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Indonesia]]></category>
		<category><![CDATA[Words]]></category>
		<category><![CDATA[pays]]></category>
		<category><![CDATA[emotions]]></category>
		<category><![CDATA[rtw]]></category>

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		<description><![CDATA[A discussão é antiga entre os viajantes. Há quem não se arrisque a sair de casa rumo à estrada sem um amigo ou amante a tiracolo. E há quem ache que jornadas importantes são experiências pessoais e intransferíveis, e que precisam ser feitas a sós.

Quanto a nós? Na dúvida, ficamos com os dois.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h4 class="mceTemp">
<dl id="attachment_1986" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a rel="attachment wp-att-1986" href="http://mojotrotters.com/2010/08/1985/betotrem/" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/2010/08/1985/betotrem/?referer=');"><img class="size-full wp-image-1986 " title="betotrem" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/08/betotrem.jpg" alt="" width="500" height="333" /></a></dt>
</dl>
</h4>
<p>A discussão é antiga entre os viajantes. Há quem não se arrisque a sair de casa rumo à estrada sem um amigo ou amante a tiracolo. E há quem ache que jornadas importantes são experiências pessoais e intransferíveis, e que precisam ser feitas a sós.</p>
<p>Quanto a nós? Na dúvida, ficamos com os dois.</p>
<p>Viajar a dois tem inúmeras vantagens econômicas e práticas. Aqui na Ásia, por exemplo: nós pagamos o mesmo preço pelo quarto, pouco importa se ele for ocupado por uma ou duas pessoas. Dá pra dividir táxis e becaks, diluindo o custo do trajeto. Se nossa fome for pouca, dividimos um prato, economizamos e não desperdiçamos comida. Tiramos fotos um do outro. Enquanto um vigia os mochilões, o outro vai procurar hotel.  Enquanto um faz o check-out, o outro pode cair exausto na cama. Você pesquisa passagens, e deixa que eu pesquiso os vistos.</p>
<p>Fora as inúmeras vantagens intangíveis. Um pôr-do-sol a dois: não é mais bonito? Podemos discutir experiências como quem bate-papo na saída do cinema. Não falta companhia na hora das refeições. Inventamos jogos pra passar o tempo no ônibus. Ele me aponta uma estrela-do-mar roxa, e eu aponto para um Nemo no fundo do mar. Enquanto ele cozinha o jantar para nossos hóspedes, eu viro a embaixatriz, jogo conversa fora e cuido da louça.  Meu companheiro é meu travesseiro, meu ombro, meu confidente e meu cobertor. E sei que a gente tem o resto da vida pra rememorar juntos:</p>
<p>“Lembra aquela vez que…”??</p>
<p>Mas viajar a dois – por meses a fio – tem sua parcela de desafios. Lembra daquelas longas viagens onde você dividia o banco de trás com seus irmãos? No começo, tudo é festa. Mas sempre chega hora que a paciência fica curta, o calor e forte, e o espaço talvez fique  pequeno demais pra nós dois.</p>
<p>E digamos que tudo continue reinando na santa paz do senhor. Gente, uma hora o assunto acaba. O que é que a gente tem pra contar pro outro? Absolutamente nada, já que o outro estava lá e viu tudo o que você fez, nesse dia e nos outros também.</p>
<p>Mas, ainda que houver paz, e ainda que haja assunto. Um dos grandes baratos de uma viagem é desenvolver a sua autoconfiança. Em outras palavras: descobrir, pela própria experiência, que você é capaz de lidar com qualquer situação, resolver qualquer pepino, em qualquer lugar. Sozinho, você tem que aprender a negociar, você tem a chance de lapidar seu jogo de cintura, sem contar automaticamente com o parceiro que talvez tenha mais talento pra isso. É hora de investir em amizades breves mas profundas, já que quem esta sozinho geralmente quer companhia.</p>
<p>Sem contar o prazer de fazer tudo no seu tempo: olhar todos os brincos e colares da feirinha. Passar quantas horas sejam necessárias num Internet Café. Passar o dia dormindo. Virar a direita ou a esquerda se assim te der na telha, comer o que te der vontade na hora que te der vontade.</p>
<p>Mas como conseguir ter as duas experiências, cada uma importante e bela à sua maneira, se você tiver viajando a dois?</p>
<p>Nossa solução foi inventar umas ferias periódicas. Você vai pra praia, eu vou pro deserto. A gente se encontras naquela cidade lá no Norte.</p>
<p>Sabendo que, no reencontro, o abraço será novamente bem apertado. A gente vai ter amadurecido um pouquinho. E, por um bom tempo, não vai faltar assunto.</p>
<p>E você? Prefere viajar só ou a dois?</p>
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		<title>Trem da alegria</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Aug 2010 17:14:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bianca M. Saia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Indonesia]]></category>
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		<category><![CDATA[pays]]></category>
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		<description><![CDATA[É gozado como as experiências mais irritantes dentro do seu próprio país se tornam automaticamente folclóricas e exóticas em terras distantes.

Acho que pouco brasileiro  em sã consciência, tendo a escolha entre tomar um táxi com ar-condicionado ou um ônibus quente e cheio de vendedores ambulantes – se o preço fosse o mesmo – ficaria com a segunda opção. Incluindo eu. Mas, longe de casa, a experiência povão e gloriosa. É entretenimento puro e gratuito.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-1976" href="http://mojotrotters.com/2010/08/portugues-trem-da-alegria/trem/" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/2010/08/portugues-trem-da-alegria/trem/?referer=');"><img class="alignnone size-full wp-image-1976" title="trem" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/08/trem.jpg" alt="" width="500" height="332" /></a></p>
<p>É gozado como as experiências mais irritantes dentro do seu próprio país se tornam automaticamente folclóricas e exóticas em terras distantes.</p>
<p>Acho que pouco brasileiro  em sã consciência, tendo a escolha entre tomar um táxi com ar-condicionado ou um ônibus quente e cheio de vendedores ambulantes – se o preço fosse o mesmo – ficaria com a segunda opção. Incluindo eu. Mas, longe de casa, a experiência povão e gloriosa. É entretenimento puro e gratuito.</p>
<p>Ao tomar um trem em Java, você tem três escolhas: carro primeira classe, com lugar marcado e ar-condicionado. Trem executivo, também com assento marcado mas sem ar. E trem econômico, incrivelmente barato, lotado, e cheio de calor humano.</p>
<p>Eu já tinha viajado de executivo uma vez: a viagem de 3 horas foi confortável, sem sobressaltos. Os assentos são largos e altos, e dá ate pra alugar uma almofada se você quiser. Ninguém te incomoda: é hora de botar em dia a leitura, a escrita (já que viagem de trem não provoca enjôos) ou relaxar com um pouco de música. No meu trem havia espaço de sobra, e partimos e chegamos na hora marcada.</p>
<p>Uma experiência totalmente esquecível.</p>
<p>Agora, a viagem entre Probolinggo e Solo na econômica, que durou 10 horas, essa sim foi memorável. E por menos de 4 dólares , eu fui feliz.</p>
<p>Como não há lugar marcado, não haviam assentos disponíveis para todos os passageiros que embarcaram. Pânico: a viagem, repito, era de 10 horas. Mas o povo, vendo minha reação, não tardou a me tranquilizar: na próxima grande parada, desceria muita gente, e teria lugar de sobra. Bom, pensei comigo mesma: uma hora de pé não vai me matar.</p>
<p>Quando eu já estava me conformando, um bando de meninos se ofereceu para se espremer e colocar três pessoas onde só caberiam duas. E não pense que é porque sou mulher: a oferta foi estendida pelos meninos do banco da frente a meu colega holandês , um barbado de quase 1,90 de altura.</p>
<p>Com eles, conversamos sobre cultura, culinária e língua Javanesa. Descobri que meu colega de assento, um inquieto menino de 20 anos, foi representante estudantil desses comitês tipo ONU Jr. Recebi dicas preciosas. E quando eu me mostrei curiosa sobre a mercadoria de um vendedor, eles prontamente compraram uma caixa pra dividir comigo: uma espécie de biscoito doce, parecido com um torrone, feito de mandioca fermentada. Parece horrível, mas eu adorei, e talvez nunca teria me arriscado a comprar sozinha.</p>
<p>Bem divertida é a parada musical. Em sua maioria, solos ou duos de rapazes cantando e tocando violão, para receber em seguida uns trocados dos passageiros. Mas as variações são infinitas. Vi gente tocando violão que parecia de brinquedo, mais desafinado que moleque na puberdade. Vi um menino que não devia ter mais do que três anos, cantando sozinho e descalço,  arrancando olhares enternecidos da multidão. Vi senhoras sem aptidão musical alguma, cantando porque acho que cantar é a única coisa que elas tem pra oferecer. E vi grupos talentosos, com cantores profissa e percussão, bons de verdade, um prazer de se ouvir.</p>
<p>Numa viagem assim é impossível ficar com fome, já que poucos são os instantes onde não há um vendedor de comida vindo ou voltando no corredor. Sopa de almôndegas (Bakso). Arroz frito em folha de bananeira (nasi goreng). Frutas cortadinhas e embaladas. Biscoitos, guloseimas, salgadinhos, amendoins, refrescos, chá e café quente, torresmos, cigarros, entre vários outros produtos não identificados (por mim).</p>
<p>Ha também pequenas curiosidades, como os varredores: como o povo come adoidado e não há lixo por perto, tudo quando é embalagem pacote e bituca, quando não é arremessado pela janela, vai direto pro chão. Dá pra imaginar a bagunça. Mas seus problemas acabaram: volta e meia tem um varredor, que junta tudo e coloca o monte de lixo num canto. Pra em seguida, um outro varredor descamisar um santo e cobrir outro, empurrando o monte pra mais além. Ah, sim: eles não trabalham de graça, e estendem os copinhos de contribuição aos passageiros. Tem também o espirrador de Bom Ar, tentando deixar o ar mais cheiroso e ganhando uns trocados por isso.</p>
<p>O dia vai passando, o trem vai esvaziando e o povo vai relaxando. O banco da sua frente vira apoio pros pés. Um passeio pra esticar as pernas nos corredores proporciona novos encontros e novas amizades com a galera do vagão vizinho. Recebi convite pra ficar em casa de família. Rachei um saco de amendoins, daqueles de casca, com o casal ao lado. Ganhei ajuda de um professor de inglês, que me ajudou a decifrar o conteúdo de misteriosas mensagens de texto (escritas em miguxês indonesiano) que chegavam sem parar no meu celular.</p>
<p>E me emocionei vendo o menino do banco da frente, vestido de maneira humilde e aparentando não mais do que vinte anos, dividindo seu pequeno assento com o holandês, compartilhando seus poucos trocados com cada músico, cada pregador religioso , cada pedinte, cada varredor de aluguel.</p>
<p>Fique aqui com uma seleção de alguns desses trabalhadores criativos e incansáveis e seus produtos maravilhosos. Clique na seta à direita, na parte de  baixo da foto, para avançar.</p>

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		<title>(English) A love letter to Indonesia</title>
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		<pubDate>Sat, 31 Jul 2010 22:31:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberto Rocha</dc:creator>
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		<description><![CDATA[(English) We've been together for month now, and it's time we had that talk. I don't know where you see this going, but I could say "the hell with it" to the rest of my year-long trip and stay here with you.]]></description>
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		<title>Indonésia: Retratos</title>
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		<pubDate>Sat, 24 Jul 2010 09:07:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bianca M. Saia</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Fotografar pessoas na Indonésia e um prazer. Primeiro, porque aqui há muita gente atraente, de pele linda e olhar luminoso. Segundo, porque eles adoram posar. Terceiro, porque eles vivem tirando fotos da gente na rua. Ou seja: se eles podem, eu também posso!

Fique aqui com uma seleção de alguns dos nossos retratos preferidos, todos tirados na ilha de Sulawesi.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fotografar pessoas na Indonésia e um prazer. Primeiro, porque aqui há muita gente atraente, de pele linda e olhar luminoso. Segundo, porque eles adoram posar. Terceiro, porque eles vivem tirando fotos da gente na rua. Ou seja: se eles podem, eu também posso!</p>
<p>Fique aqui com uma seleção de alguns dos nossos retratos preferidos, todos tirados na ilha de Sulawesi. Clique na seta à direita, na parte de baixo da foto, para avançar.</p>
<p><span style="color: #ffffff;">i</span></p>

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		<title>Togean Islands: Chore para sair</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Jul 2010 08:58:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bianca M. Saia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Indonesia]]></category>
		<category><![CDATA[Words]]></category>
		<category><![CDATA[pays]]></category>
		<category><![CDATA[coast]]></category>
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		<description><![CDATA[Você não acha que lugar é que nem gente? Há os atraentes, os violentos, aqueles difíceis de gostar à primeira vista, os chatos, os frios, os exuberantes, os generosos.

Viajando a gente encontra todo tipo de lugar. E todo tipo de gente. E descobre lugares como Togean Islands, também conhecido como o número que eu calço, minha menina dos olhos, meu novo amor. Putz, como é bom se apaixonar.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-1927" href="http://mojotrotters.com/2010/07/portugues-togean-islands-chore-para-sair/ultimos-posts-16/" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/2010/07/portugues-togean-islands-chore-para-sair/ultimos-posts-16/?referer=');"><img class="alignnone size-full wp-image-1927" title="ultimos posts 16" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/07/ultimos-posts-16.jpg" alt="" width="500" height="332" /></a></p>
<p>Você não acha que lugar é que nem gente? Há os atraentes, os violentos, aqueles difíceis de gostar à primeira vista, os chatos, os frios, os exuberantes, os generosos.</p>
<p>Tem gente que a gente não quer ver nem pintado, e lugar por quem a gente fica babando. Gente por quem faríamos sacrifícios e promessas. Lugar com quem a gente quer casar e ficar juntos o resto da vida.</p>
<p>Viajando a gente encontra todo tipo de lugar. E todo tipo de gente. E descobre lugares como Togean Islands, também conhecido como o número que eu calço, minha menina dos olhos, meu novo amor. Putz, como é bom se apaixonar.</p>
<p>Foram <span style="text-decoration: underline;"><a href="http://mojotrotters.com/pt/2010/07/portugues-togean-islands-pague-para-entrar/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/pt/2010/07/portugues-togean-islands-pague-para-entrar/?referer=');">precisos três dias </a></span>(cruéis) de viagem para botar os pés nas suas areias. E claro, é preciso computar o tempo da volta. O que, em parte, explica seu esplendor: não há jeito fácil de chegar aqui. Ponto a menos para o turismo de massa. Ponto a mais pra quem tiver disposição de encarar a viagem.</p>
<p>Passamos uma seaman esplendorosa em duas de suas ilhas: Kadidiri e Pagempa.</p>
<p><strong>Kadidiri</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Nesta ilha, o destino mais popular de quem vem à Togean, três hotéis dividem a areia: Paradise, Black Marlin e Lestari.</p>
<p>Nesses três estabelecimentos, o esquema é pensão completa: café, almoço e jantar. Bebidas à parte. Nada de piscinas, discotecas, ou carrinhos de golfe pra te levar do quarto à recepção: o esquema é rústico, básico mas charmoso. Os bangalôs estão instalados na areia. A eletricidade só funciona das 18hs às 22hs.</p>
<p>O Lestari é o mais despojado: seus quartos, verdadeiros retângulos de madeira, abrigam pouco mais do que um colchão no chão e um mosquiteiro. Uma família está no comando daquele que é a hotel mais barato da ilha: de 75 a 100 mil rúpias por pessoa, por dia (ou de 8 a 11 dólares por dia), incluindo todas as refeições. O único banheiro é dividido entre os 10 quartos. Pra um mochileiro que não quer gastar muito, é uma opção válida. E você ainda encontra por lá fofurinhas como essas:</p>
<p><a rel="attachment wp-att-1935" href="http://mojotrotters.com/2010/07/portugues-togean-islands-chore-para-sair/ultimos-posts-7/" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/2010/07/portugues-togean-islands-chore-para-sair/ultimos-posts-7/?referer=');"><img class="alignnone size-full wp-image-1935" title="ultimos posts 7" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/07/ultimos-posts-7.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p>Logo ao lado, o hotel Black Marlin. O ambiente gira em torno do mergulho:  se você não fizer parte dessa turma, talvez se sinta meio peixe fora d&#8217;água. A área comum é bem gostosa e convivial:  ideal para tomar várias cervejinhas em frente ao mar com seus novos amigos. Os quartos são mais mobiliados do que no Lestari, com banheiros privativos, e as diárias vão de 180 mil a 200 mil rúpias (entre 20 e 23 dólares por pessoas, por dia). Ouvimos um comentário negativo do lugar: a comida, apesar de boa, vêm em pouca quantidade e não dá pra repetir. Se você come bastante, talvez saia da mesa com fome.</p>
<p>Finalmente chegamos ao Paradise, a nossa escolha. O nome cai bem: seus bangalôs são espaçosos, com cama king sie, rede na varanda e banheiro de pedra. Depois de 5 meses dormindo em beliches de albergue ou hotéis chinfrins, os Mojos resolveram brincar de lua-de-mel e cacifar o quarto de 200 mil rúpias, ou pouco mais de 20 dólares por pessoa por noite. O que, cá entre nós, para dormir nesse quarto, curtir seus sofás e lounges e jardins, e curtir uma comida deliciosa e farta, é um trocado.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-1936" href="http://mojotrotters.com/2010/07/portugues-togean-islands-chore-para-sair/ultimos-posts-6/" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/2010/07/portugues-togean-islands-chore-para-sair/ultimos-posts-6/?referer=');"><img class="alignnone size-full wp-image-1936" title="ultimos posts 6" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/07/ultimos-posts-6.jpg" alt="" width="500" height="332" /></a></p>
<p>A escola de mergulho do Paradise, chefiada durante nossa estadia pelo francês (mais francês impossível) Bertrand, propõe, assim como no Black Marlin, uma série de cursos de mergulho, do iniciante absoluto ao avançado. Quase todos os dias um barquinho leva os mergulhadores a vários destinos diferentes do arquipélago. Se você, como nós, não é mergulhador acreditado e não tem essa pretensão, peça ao Bertrand para te levar num &#8220;Discovery Diving&#8221;: a região é mais do que abençoada para isso. O mergulho em Una Una, deslumbrante, deixou até mesmo o Bertrand eufórico, por ter nadado entre um cardume de centenas de barracudas. Entre os mergulhadores, alguns deles com centenas de mergulhos de experiência, o comentário foi unânime: é raro que uma experiência de mergulho seja fascinante e que  a quantidade e variedade de peixes, tão espetacular, como aquela manhã na Indonésia.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-1929" href="http://mojotrotters.com/2010/07/portugues-togean-islands-chore-para-sair/ultimos-posts-9/" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/2010/07/portugues-togean-islands-chore-para-sair/ultimos-posts-9/?referer=');"><img class="alignnone size-full wp-image-1929" title="ultimos posts 9" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/07/ultimos-posts-9.jpg" alt="" width="500" height="281" /></a></p>
<p>Se você realmente não tiver a fim de mergulhar, assim mesmo peça pra ir de carona no barco deles e faça snorkel. O mar parece uma piscina, de tão claro, e dá pra ver muito coisa mesmo da superfície. O almoço é servido numa ilha deserta. Na volta para o hotel, alguns golfinhos ao longe, arco-íris e peixes voadores completam a experiência.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-1930" href="http://mojotrotters.com/2010/07/portugues-togean-islands-chore-para-sair/ultimos-posts-11/" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/2010/07/portugues-togean-islands-chore-para-sair/ultimos-posts-11/?referer=');"><img class="alignnone size-full wp-image-1930" title="ultimos posts 11" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/07/ultimos-posts-11.jpg" alt="" width="500" height="281" /></a></p>
<p><strong>Pagempa</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Após quatro noites gloriosas no Paradise, seguimos o conselho de outros viajantes e seguimos viagem para o Fadhilla Cottages, a uma hora de viagem do Paradise. Negociamos um barco a 350 mil rúpias, que levava até 5 passageiros.</p>
<p>O Fadhilla também dispõe de belos bangalôs, a 125 ou 150 mil rúpias por pessoa por noite. Mas de disponível na nossa chegada, apenas o alojamento que na verdade são 4 quartos de casal bem simples, com um colchão no chão e uma mesa, construídos dentro da mesma estrutura e com finas divisórias de madeira. Ou seja: dá para ouvir os vizinhos tossindo, cochichando ou fazendo o que quer que eles queiram fazer aquela noite. O alojamento tem vista pro mar, mas é improvável que você vá querer curtir a vista de dentro deste quarto.</p>
<p>O preço do alojamento é de 100 mil rúpia por pessoa por noite, ou cerca de 12 dólares. Parecia razoável, e resolvemos economizar uns trocados ficando por lá mesmo.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-1933" href="http://mojotrotters.com/2010/07/portugues-togean-islands-chore-para-sair/ultimos-posts-14/" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/2010/07/portugues-togean-islands-chore-para-sair/ultimos-posts-14/?referer=');"><img class="alignnone size-full wp-image-1933" title="ultimos posts 14" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/07/ultimos-posts-14.jpg" alt="" width="500" height="332" /></a></p>
<p>Se em quesito alegorias e quesito figurino o Fadhila perdeu do Paradise, em quesito animação eles foram os campeões. O lugar tinha alma, devido à família do proprietário, todos extremamente simpáticos e envolvidos com os hóspedes. Toda tarde, rolavam partidas de ping-pong e vôlei na areia. As refeições eram pra comer chorando: peixe fresco ou frango (criados e sacrificados por ali mesmo), com cerca de 5 acompanhamentos diferentes, deliciosos e sempre diferentes.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-1932" href="http://mojotrotters.com/2010/07/portugues-togean-islands-chore-para-sair/ultimos-posts-13/" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/2010/07/portugues-togean-islands-chore-para-sair/ultimos-posts-13/?referer=');"><img class="alignnone size-full wp-image-1932" title="ultimos posts 13" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/07/ultimos-posts-13.jpg" alt="" width="500" height="332" /></a></p>
<p>Côco fresco ou seco e canoas estavam à disposição dos hóspedes o dia todo. Uma belíssima barreira de corais pertinho da areia, bem fácil para explorar de snorkel, e um vilarejo de nativos na ilha em frente (que você pode visitar) completavam o cenário.</p>
<p>Togean Islands é atraente como uma estrela de cinema, acolhedora e generosa como sua tia preferida, e charmosa como o seu primeiro amor. Perfeita em todos os aspectos.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-1934" href="http://mojotrotters.com/2010/07/portugues-togean-islands-chore-para-sair/ultimos-posts-15/" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/2010/07/portugues-togean-islands-chore-para-sair/ultimos-posts-15/?referer=');"><img class="alignnone size-full wp-image-1934" title="ultimos posts 15" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/07/ultimos-posts-15.jpg" alt="" width="500" height="281" /></a></p>
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		<title>Togean Islands: Pague para entrar</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Jul 2010 05:54:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bianca M. Saia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Indonesia]]></category>
		<category><![CDATA[Words]]></category>
		<category><![CDATA[pays]]></category>
		<category><![CDATA[adventure]]></category>
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		<description><![CDATA[Primeiro eu tive a idéia de visualizar cachoeiras: geladas, poderosas, daquelas que tem um poço fundo na frente. Me imaginei deixando a água descer com força pelo meu corpo, sentindo o choque térmico bem-vindo num dia quente. Em seguida fiz respirações profundas, inspirando pelo nariz e expirando pela boca, sentindo meu ventre aumentar e diminuir de tamanho. Aí olhei para os céus e fiz um pedido, que veio sincero, do fundo da alma.

-Se alguém estiver me ouvindo, faça com que essa serra termine logo e que meu enjôo passe, pelo amor de Deus!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-1898" href="http://mojotrotters.com/2010/07/portugues-togean-islands-pague-para-entrar/ultimos-posts-3/" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/2010/07/portugues-togean-islands-pague-para-entrar/ultimos-posts-3/?referer=');"><img class="alignnone size-full wp-image-1898" title="ultimos posts 3" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/07/ultimos-posts-3.jpg" alt="" width="500" height="332" /></a></p>
<p>Primeiro eu tive a idéia de visualizar cachoeiras: geladas, poderosas, daquelas que tem um poço fundo na frente. Me imaginei deixando a água descer com força pelo meu corpo, sentindo o choque térmico bem-vindo num dia quente. Em seguida fiz respirações profundas, inspirando pelo nariz e expirando pela boca, sentindo meu ventre aumentar e diminuir de tamanho. Aí olhei para os céus e fiz um pedido, que veio sincero, do fundo da alma.</p>
<p>-Se alguém estiver me ouvindo, faça com que essa serra termine logo e que meu enjôo passe, pelo amor de Deus!</p>
<p>E pode apostar: quando a católica de meia-pataca aqui reza, é porque a o bicho está pegando, e feio. E na estrada de Tentena a Poso, primeiro trecho da jornada da ilha de Sulawesi que leva às Togean Islands, o bicho apavarou geral. A serra sinuosíssima e in-ter-mi-nável &#8211; não só uma, mas três &#8211; fez diversas vítimas no ônibus. Nunca vi tantos saquinhos de enjôo cumprirem as suas missões de vida antes. Na TV do ônibus &#8211; um belezinha de tela plana, por sinal &#8211; video-clips de um aspirante a Falcão indonesiano tocava incessantemente no repeat. No último volume, é claro. Felizmente eu trouxe meus <a href="http://www.amazon.com/Sennheiser-PXC-250-II-Cancelling/dp/B00375MWE2/ref=sr_1_fkmr0_1?ie=UTF8&amp;qid=1279519444&amp;sr=8-1-fkmr0" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.amazon.com/Sennheiser-PXC-250-II-Cancelling/dp/B00375MWE2/ref=sr_1_fkmr0_1?ie=UTF8_amp_qid=1279519444_amp_sr=8-1-fkmr0&amp;referer=');">fones de ouvido noise-cancelling</a>, que deveriam fazer parte da bagagem de todo mochileiro. O motorista não se acanhava de fumar seus cigarros dentro do ônibus fechado e vedado pro ar-condicionado.</p>
<p>Dez horas depois, como quem sai de um barco em dia de tempestade, colocamos os pés em terra firme. A idéia inicial, de seguir viagem no dia seguinte pela manhã, foi sumariamente abortada: nenhum de nós tinha estômago para sequer cogitar entrar em outro ônibus. Fechamos a noite em um restaurantezinho próximo ao hotel, que exibia travessas de carnes misteriosas, aparentemente frias. &#8220;O que é isso&#8221;, perguntamos, apontando para a primeira travessa. &#8220;Au! Au! It&#8217;s dog&#8221;, disse a dona.</p>
<p>&#8220;E isso?&#8221;, apontando para a travessa ao lado.</p>
<p>&#8220;Batman!&#8221;. Sim, carne de morcego. E carne de cachorro.</p>
<p>Nós pedimos um miojo cada. &#8220;No meat, NO MEAT, please&#8221;!</p>
<p><strong>Segundo dia</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Tentena tem algumas atrações bacanas: praia e lago, uma caverna recheada de ossos humanos, bem Indiana Jones, além de uma cachoeira das mais bonitas que já vi, em qualquer país (vide foto acima). O jeito mais fácil de curtir essas atrações é alugando um carro com motorista. Nos juntamos a outro casal e rachamos a conta de 350 mil rúpias (Cerca de 38 dólares) &#8211; incluindo carro, motorista e gasolina &#8211; e curtimos um dia inteiro de passeios. A gerente do Hotel Victory &#8211; muito bacana, por sinal, com funcionários bem simpáticos e prestativos &#8211; nos ajudou a organizar tudo.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-1901" href="http://mojotrotters.com/2010/07/portugues-togean-islands-pague-para-entrar/ultimos-posts-2-2/" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/2010/07/portugues-togean-islands-pague-para-entrar/ultimos-posts-2-2/?referer=');"><img class="alignnone size-full wp-image-1901" title="ultimos posts 2" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/07/ultimos-posts-21.jpg" alt="" width="500" height="332" /></a></p>
<p>E à noite teve jogo da Copa. Brasil X Holanda. Na torcida, formada no saguão do hotel, dois holandeses, alguns alemães, uma francesa, e a grande maioria  indonesianos que torciam meio a meio: O Brasil, como se sabe, é sempre um queridinho mundial. A Holanda, colonizadora da Indonésia, deixou seus traços e seus simpatizates por lá.</p>
<p>O resultado? Voltamos pro quarto, eliminados, com a bandeira entre as pernas.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-1899" href="http://mojotrotters.com/2010/07/portugues-togean-islands-pague-para-entrar/ultimos-posts-4/" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/2010/07/portugues-togean-islands-pague-para-entrar/ultimos-posts-4/?referer=');"><img class="alignnone size-full wp-image-1899" title="ultimos posts 4" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/07/ultimos-posts-4.jpg" alt="" width="500" height="332" /></a></p>
<p><strong>Terceiro dia </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Chegamos cedo na rodoviária de Tentena: era preciso pegar um transporte até Poso, uma viagem de cerca de duas horas. Forrei meu estômago de Gravol (pílula anti-enjoo) e pude viajar tranquila. Mas uma das nossas companheiras de viagem não teve a mesma sorte. Na saída, notamos que ela usou a própria bolsa como saquinho de enjoo. Drama.</p>
<p>Em Poso, fomos de carro &#8211; um veículo grande, com dois bancos de passageiros na parte de trás &#8211; até Ampana. Onde caberiam 6, eles enfiaram 10. Adultos. E duas crianças. Sem contar nossas malas e os obrigatórios sacos de arroz. Mais 6 horas e meia de viagem, no aperto, no calor e na vertigem.</p>
<p>&#8220;O que é isso, uma miragem&#8221;?? Não Bia, é Ampana. Desce.</p>
<p>Numa cidadezinha que mal tem um rua que vem e outra que vai, o telão que eles montaram para o jogo daquela noite impressionava. A galera, sentada na rua, vaiava o eventual pedestre que passava em frente ao projector, fazendo uma sombra gigantesca. A noite foi boa: derrota argentina, num humilhante 4 a zero. Quase deu pena do gordito.</p>
<p><strong>Quarto dia</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Quase todos que vão às Togean Islands se hospedam no Hotel Oasis. Não só ele fica ao ladinho do porto, como conta com camas king-size e funcionários que tem muitas dicas sobre as ilhas. Por 90 mil rúpias o quarto &#8211; ou 10 dólares &#8211; está bem pago.</p>
<p>E como era domingo, não havia barco público disponível. Foi preciso pagar mais caro num barco privado: 100 mil repisa a cabeça. A viagem é feita em duas partes: de Ampana a Wakai, quatro horas debaixo de um som absolutamente ensurdecedor do motor, que impede qualquer bate-papo. Meu fones de ouvido, salve salve, me salvaram a vida de novo.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-1897" href="http://mojotrotters.com/2010/07/portugues-togean-islands-pague-para-entrar/ultimos-posts-5/" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/2010/07/portugues-togean-islands-pague-para-entrar/ultimos-posts-5/?referer=');"><img class="alignnone size-full wp-image-1897" title="ultimos posts 5" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/07/ultimos-posts-5.jpg" alt="" width="500" height="332" /></a></p>
<p>Em Wakai o barco do hotel Paradise (este grátis) estava à nossa espera: mais uma hora de viagem, sob a chuva e a paisagem sublime da região.</p>
<p>Quando chegamos no Paradise já eram quase quatro da tarde. A fome absurda, o cansaço, a bunda quadrada. Três dias de viagem. Quatro dias de trajeto.</p>
<p>E quer saber? Por esse lugar, eu faria tudo de novo.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-1900" href="http://mojotrotters.com/2010/07/portugues-togean-islands-pague-para-entrar/ultimos-posts-10/" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/2010/07/portugues-togean-islands-pague-para-entrar/ultimos-posts-10/?referer=');"><img class="alignnone size-full wp-image-1900" title="ultimos posts 10" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/07/ultimos-posts-10.jpg" alt="" width="500" height="332" /></a></p>
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		<title>O jeitinho indoneasiano</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Jul 2010 05:52:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bianca M. Saia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Indonesia]]></category>
		<category><![CDATA[Words]]></category>
		<category><![CDATA[pays]]></category>
		<category><![CDATA[culture]]></category>
		<category><![CDATA[culture shock]]></category>
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		<description><![CDATA[Há quem viaje para escalar montanhas, nadar em mares azul-turquesa, desbravar florestas selvagens. Há quem goste das cidades vibrantes, dos campos tranquilos, das línguas e cultura estrangeiras, das comidas exóticas. Quanto a nós? Gostamos de tudo isso, claro. Mas a vida em outro país produz incontáveis momentos de descoberta, momentos de cama, mesa e banho, banais e fascinantes ao mesmo tempo. A Indonésia está cheio deles.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há quem viaje para escalar montanhas, nadar em mares azul-turquesa, desbravar florestas selvagens. Há quem goste das cidades vibrantes, dos campos tranquilos, das línguas e cultura estrangeiras, das comidas exóticas.</p>
<p>Quanto a nós? Gostamos de tudo isso, claro. Mas a vida em outro país produz incontáveis momentos de descoberta, momentos de cama, mesa e banho, banais e fascinantes ao mesmo tempo. A Indonésia está cheio deles.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Coisas de Cama</strong></span></p>
<h3>1 &#8211; A almofada de abraçar</h3>
<p>Ao varrer nosso quarto pela manhã, nossa anfitriã em Makassar, Mayke, notou que tínhamos deixado as almofadas que estavam na cama no chão. Em formato cilíndrico, eu deduzi que elas fossem almofadas de decoração, e portanto, inúteis. Rindo muito, Mayke nos explicou que aquela almofada tinha nome, &#8220;boaster&#8221;, e que nenhum indonesiano podia conceber dormir sem uma delas. Você pode abraçá-la, colocar em baixo das pernas, usar como travesseiro secundário… vale tudo, menos dormir sem um &#8220;boaster&#8221;. Não foi nada difícil adotar o novo hábito!</p>
<h3>2- A falta de lençol</h3>
<p>Sim, faz calor na Indonésia, no país inteiro, o ano todo. Então talvez nada mais lógico para eles do que não ter incorporado o hábito que a gente tem de usar dois lençóis, um para cobrir a cama e outro para cobrir o corpo. Em nenhuma casa ou hotel onde estivemos &#8211; do mais simples ao mais &#8220;sofisticado&#8221; &#8211; vimos mais do que um lençol na cama. Felizmente eu trouxe uma espécie de saco de dormir feita de cetim, que eu já perdi as contas de quantas vezes usei desde o início da viagem. Porque mesmo num país quente, chega uma hora na noite que dá vontade de se cobrir com uma coisinha.</p>
<p><strong>Coisas de Banho</strong></p>
<h3>1 &#8211; O sanitário asiático</h3>
<p>Aqui a gente não senta. O toalete asiático é incorporado no chão, e para usá-lo, você deve agachar e colocar os pés na porcelana. Um reservatório de água e um baldinho &#8211; aqui chamado de mandi -  funcionam como descarga: pense naquelas vezes onde faltou água na sua casa. Também não há papel higiênico: você deve se servir da água do baldinho para se limpar. Sempre com a mão esquerda. Se você acha tudo muito esquisito e anti-higiênico, pode apostar que essa é a opinião deles dos nossos métodos. &#8220;Todo mundo senta no mesmo vaso? Vocês só se limpam com um papel, não se lavam depois? Éca!&#8221;</p>
<p><a rel="attachment wp-att-1891" href="http://mojotrotters.com/2010/07/portugues-o-jeitinho-indoneasiano/ultimos-posts-2-1/" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/2010/07/portugues-o-jeitinho-indoneasiano/ultimos-posts-2-1/?referer=');"><img class="alignnone size-full wp-image-1891" title="ultimos posts 2 (1)" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/07/ultimos-posts-2-1.jpg" alt="" width="500" height="332" /></a></p>
<h3>2 &#8211; O &#8220;chuveiro&#8221; asiático</h3>
<p>&#8220;Acabou a água&#8221;, parte dois. O mesmo recipiente que guarda a água da descarga e a água de &#8220;limpeza íntima&#8221; é também um reservatório de água para o banho. O &#8220;chuveiro&#8221; é de água fria e canequinha. O banheiro aqui é minimalista, já que vive constantemente molhado: não há um espaço próprio para o banho ou qualquer espécie de cortina ou box. A água espirra pra todo lado e circula do chão para um buraco ou um cano.</p>
<p><strong>Coisas de mesa</strong></p>
<h3>1 &#8211; Guardanapo grã-fino</h3>
<p>Outro dia, na mesa do jantar, um francês me pediu: &#8220;Você pode me passar o… o…&#8221; (apontando para um recipiente).</p>
<p>&#8220;O PAPEL HIGIÊNICO, VOCE QUER DIZER?&#8221; eu respondi, fazendo a mesa composta por europeus cair na gargalhada. Porque não encontrei um jeito fino de declarar o óbvio: aqui, lugar de papel higiênico não é no banheiro, e sim à mesa. Cada restaurante ou boteco tem um recipiente colorido diferente, às vezes até com propaganda estampada, como aqueles isopores de cerveja.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-1889" href="http://mojotrotters.com/2010/07/portugues-o-jeitinho-indoneasiano/ultimos-posts-1-1/" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/2010/07/portugues-o-jeitinho-indoneasiano/ultimos-posts-1-1/?referer=');"><img class="alignnone size-full wp-image-1889" title="ultimos posts 1 (1)" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/07/ultimos-posts-1-1.jpg" alt="" width="500" height="332" /></a></p>
<h3>2 &#8211; Água de beber</h3>
<p>Como a água da torneira em todo o país não é própria para o consumo, os indonesianos sempre a fervem antes de beber. Nos restaurantes e botecos é a mesma coisa: você sempre encontra uma jarra de água para se servir. O que pode revelar surpresas, como água com gosto defumado, por exemplo, que provavelmente foi fervida num fogão à lenha. Sei que muito viajante não bebe outra coisa sem ser água mineral. Mas já faz três semanas que tomamos essa água todos os dias e, até agora, nada de piriri.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-1888" href="http://mojotrotters.com/2010/07/portugues-o-jeitinho-indoneasiano/ultimos-posts-1/" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/2010/07/portugues-o-jeitinho-indoneasiano/ultimos-posts-1/?referer=');"><img class="alignnone size-full wp-image-1888" title="ultimos posts 1" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/07/ultimos-posts-1.jpg" alt="" width="500" height="332" /></a></p>
<h3>3 &#8211; Garfo e… colher</h3>
<p>Indonesiano não come de pauzinho. Aqui, ou você usa a mão ou come de garfo e colher. A colher é usada para levar comida à boca, enquanto o garfo serve para empurrar a comida pra dentro da colher. A faca é desnecessária, já que eles não comem filés de carne ou frango que precisam de corte preciso.</p>
<p><strong>Coisas da rua</strong></p>
<h3>1 &#8211; É Permitido fumar</h3>
<p>Dentro de cybercafés. Em restaurantes. Dentro dos hotéis. Em ônibus de viagem. Nos shoppings, salões de beleza e aeroportos. Em termos de cigarro, aqui ainda se vive como nos anos 60. A maioria dos homens fuma, e eles começam bem cedo. E falando em cigarro: você lembra do Gudang Garang, cigarro de cravo bastante popular entre os adolescentes dos anos 90? Sim, ele é fabricado aqui. E continua bastante popular, entre gente de todas as idades.</p>
<p>Acho que fumo de tabela um meio maço por dia. E ainda não me acostumei.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-1887" href="http://mojotrotters.com/2010/07/portugues-o-jeitinho-indoneasiano/ultimos-posts/" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/2010/07/portugues-o-jeitinho-indoneasiano/ultimos-posts/?referer=');"><img class="alignnone size-full wp-image-1887" title="ultimos posts" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/07/ultimos-posts.jpg" alt="" width="500" height="332" /></a></p>
<h3>2 &#8211; Religião</h3>
<p>Se a Indonésia tem uma trilha sonora, ela é a chamada para a reza, feita pelos muezzin.</p>
<p>A primeira delas é na alvorada, cerca de 4 da manhã. Dá pra ouvir de qualquer lugar, já que numa nação onde 88% da população é muçulmana, uma mesquita nunca está muito longe. O som é amplificado dos templos em altura máxima, chamando os fiéis para as 5 preces diárias.</p>
<p>O uso do véu no país é facultativo, as mulheres dirigem suas mobiletes e caminham sozinhas pelas ruas, e o álcool, apesar de pouco consumido, é permitido. A religião muçulmana aqui é praticada de um jeito bem soft.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-1886" href="http://mojotrotters.com/2010/07/portugues-o-jeitinho-indoneasiano/novo-formato/" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/2010/07/portugues-o-jeitinho-indoneasiano/novo-formato/?referer=');"><img class="alignnone size-full wp-image-1886" title="Novo formato" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/07/Novo-formato.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
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