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	<title>Mojotrotters &#187; adventure</title>
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	<description>Mobile journalists on a world adventure</description>
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		<title>Fronteira do Líbano com Israel: roteiro</title>
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		<pubDate>Sat, 08 Jan 2011 00:51:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberto Rocha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Lebanon]]></category>
		<category><![CDATA[Words]]></category>
		<category><![CDATA[pays]]></category>
		<category><![CDATA[adventure]]></category>
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		<description><![CDATA[Depois de um certo ponto, já não se viam mais as cores branco e vermelha do exército libanês. Apenas verde e amarelo. Estávamos em território Hezbollah.

Ao nosso redor, montanhas verdejantes salpicadas de pedras brancas. Em alguns desses morros ainda resistiam tradicionais casas de pedra. A paisagem era bem bíblica. Num certo ponto, nosso táxi teve problemas mecânicos e o motorista foi estudar o problema dentro do capô. Eu desci pra tirar algumas fotos e o chofer me disse discretamente para guardar a câmera.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Atração</strong>: Visita dos domínios do Hezbolla, no sul do Líbano: Bint Jbeil, Maroun el-Rass, e Aytaroun</p>
<p><strong>Preço:</strong> Variável, mas cerca de US$50 para duas pessoas (veja explicação no fim do texto)</p>
<p><strong>Dificuldade:</strong> Negociar transporte barato e responder a eventuais interrogações</p>
<p><strong>Atenção: O sul do Líbano é a região com maior instabilidade política em todo e país, além de ser palco principal do conflito com Israel. Turistas teoricamente precisam de autorização para entrar, mas ninguém nos pediu nada. Talvez porque a gente tem meio que cara de libanês. Ou talvez tivemos sorte. Mas quem estiver interessado em visitar a região deve consultar as autoridades locais: policiais, soldados ou agentes de turismo.</strong></p>
<p><strong><span style="color: #ffffff;">.</span></strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<div class="mceTemp">
<dl id="attachment_2759" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2011/01/bintjbeil-5.jpg" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/wp-content/uploads/2011/01/bintjbeil-5.jpg?referer=');"><img class="size-full wp-image-2759" title="bintjbeil 5" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2011/01/bintjbeil-5.jpg" alt="" width="500" height="334" /></a></dt>
<h5 style="text-align: left;"><strong>A entrada de um parque familiar em in Maroun el Ras, uma cidade acima da fronteira israelita.</strong></h5>
</dl>
</div>
<p><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p>Os proprietários de uma confeitaria em Tyre negociaram em nosso nome um bom preço pra uma corrida de táxi. O destino: Bint Jbeil, sul do Líbano. Isso é pura hospitalidade libanesa: compre uns doces e bata um papo com um comerciante regado a chá que você ganha um amigo e ajudante pra vida toda.</p>
<p>A viagem foi tranquila, com mais checkpoints militares do que de costume. Estávamos esperando que um dos soldados nos perguntasse sobre o objetivo da nossa visita. Nós então deveríamos solicitar uma autorização. Mas a cada parada, simplesmente eles gesticulavam para que o nosso carro seguisse em frente.</p>
<p>Bandeiras e pôsteres de partidos políticos são comuns nas ruas do Líbano, marcando territórios feito grafite de gangues. Mas quanto mais ao sul se vai, mais bélicas as faixas: rapazes com keffiyeh ao redor do pescoço e rifles nas mãos, a barba e porte inconfundíveis de <a href="http://www.cfr.org/publication/11132/profile.html" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.cfr.org/publication/11132/profile.html?referer=');">Hassan Nasrallah</a>.</p>
<p>Depois de um certo ponto, já não se viam mais as cores branco e vermelha do exército libanês. Apenas verde e amarelo. Estávamos em território Hezbollah.</p>
<p>Ao nosso redor, montanhas verdejantes salpicadas de pedras brancas. Em alguns desses morros ainda resistiam tradicionais casas de pedra. A paisagem era bem bíblica. Num certo ponto, nosso táxi teve problemas mecânicos e o motorista foi estudar o problema dentro do capô. Eu desci pra tirar algumas fotos e o chofer me disse discretamente para guardar a câmera.</p>
<p>Essa foi a última imagem que eu pude capturar nas duas horas seguintes:</p>
<p><a href="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2011/01/bintjbeil-1.jpg" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/wp-content/uploads/2011/01/bintjbeil-1.jpg?referer=');"><img class="alignnone size-full wp-image-2755" style="margin-top: 14px; margin-bottom: 14px;" title="bintjbeil 1" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2011/01/bintjbeil-1.jpg" alt="" width="500" height="334" /></a></p>
<p><strong>Bint Jbeil</strong></p>
<p>O único sinal que denuncia o estrago feito pelas <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Battle_of_Bint_Jbeil" target="_self" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/en.wikipedia.org/wiki/Battle_of_Bint_Jbeil?referer=');">bombas de Israel em 2006</a> é o ritmo frenético de contrução. A rua comercial principal – apenas uma dúzia de lojas de cada lado, não mais que isso – exibe arcos arabescos novinhos em folha. Para onde quer que você olhe, há casas e mansões em diferentes estágios de edificação.</p>
<p>Ao invés de estátuas e monumentos, parques e rotatórias exibiam peças de artilharia pesada, como pedaços de mísseis anti-aéreos e aglomerados de foguetes Katyusha.</p>
<p>Nós caminhávamos pra além da área comercial, em direção à uma mesquita de pedra. Um Ford antigo com dois rapazes dentro parou na nossa frente. O motorista, que falava um francês bem razoável, perguntou o que é que a gente veio fazer ali.</p>
<p>&#8220;Só estamos dando uma volta&#8221;, eu disse, nos apresentando. &#8220;Tudo bem&#8221;?</p>
<p>&#8220;Você tem autorização pra estar aqui&#8221;?</p>
<p>&#8220;Não, ninguém nos pediu ou ofereceu nada. Mas nós temos nossos documentos&#8221;. A seu pedido, eu mostrei pra ele meu passaporte canadense.</p>
<p>&#8220;Certo. Vocês podem continuar. Mas não sou eu quem decido nada, há outras pessoas responsáveis por esse tipo de controle. Você tem uma câmera?&#8221;</p>
<p>&#8220;Tenho, mas não estou tirando fotos.&#8221;</p>
<p>Ele fez uma pausa pra refletir. &#8220;Ok, mas não continue nessa rua. Por favor, dê meia-volta.&#8221;</p>
<p>Fizemos o que ele pediu e paramos pra tomar um café na rua principal. Foi aí que o passeio começou a ficar interessante.</p>
<p>&#8220;Sejam bem-vindos ao Líbano&#8221;, um senhor de cinquenta e poucos anos nos disse com um grande sorriso no rosto. Durante sua estadia de alguns meses por ano na cidade, ele cuida de uma loja vizinha que vende sapatos e bolsas. No resto do tempo ele mora e trabalha perto de Detroit, onde é proprietário de um posto de gasolina, e onde moram sua mulher e seis filhos.</p>
<p>&#8220;Eu amo os norte-americanos,&#8221; ele disse, sem que tivéssemos perguntado nada.&#8221;Eles são maravilhosos. Eu não me importo com o que os outros pensam.&#8221;</p>
<p>Nós sentamos do lado de fora da loja com ele, o proprietário do café e a sua cunhada. Ocasionalmente um ou outro amigo ou membro da família passava, tomava um café e dava um alô.</p>
<p>&#8220;O que você acha das mulheres libanesas&#8221;?, ele me perguntou. &#8220;Porque eu as amo. Elas são tão limpas. Isso é muito importante pra gente. Primeiro, a limpeza. Depois, vem a beleza&#8221;.</p>
<p>E assim como os senhores em Tyre, ele nos ajudou a negociar um preço justo para uma corrida de táxi, ida e volta, à Maroun el-Rass e Aytaroun. Nós fechamos em  20,000 LBP, cerca de US$13.</p>
<p><strong>Maroun el-Ras</strong></p>
<p>Apenas cinco km de uma estrada íngreme separam Bint Jbeil de Maroun el-Rass, povoado com vista para a fronteira israelense. Bandeiras iranianas ondulam na entrada da cidade.</p>
<p>Um tanque israelense destruído, com uma bandeira do Hezbolla em trapos, observa de cima a cidade Bint Jbeil. A poucos metros dali, uma estátua de pedra tem um pé sobre um capacete verde decorado com a Estrela de Davi.</p>
<p><a href="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2011/01/bintjbeil-11.jpg" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/wp-content/uploads/2011/01/bintjbeil-11.jpg?referer=');"><img class="alignnone size-full wp-image-2765" title="bintjbeil 11" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2011/01/bintjbeil-11.jpg" alt="" width="500" height="334" /></a></p>
<p><a href="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2011/01/bintjbeil-9.jpg" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/wp-content/uploads/2011/01/bintjbeil-9.jpg?referer=');"><img class="alignnone size-full wp-image-2763" title="bintjbeil 9" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2011/01/bintjbeil-9.jpg" alt="" width="434" height="651" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2011/01/bintjbeil-10.jpg" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/wp-content/uploads/2011/01/bintjbeil-10.jpg?referer=');"><img class="size-full wp-image-2755 aligncenter" style="margin-top: 14px; margin-bottom: 14px;" title="bintjbeil 1" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2011/01/bintjbeil-10.jpg" alt="" width="467" height="305" /></a></p>
<p>Fomos conduzidos ao recém-construído <a href="http://www.foreignpolicy.com/articles/2010/03/17/hezbollah_s_extreme_makeover" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.foreignpolicy.com/articles/2010/03/17/hezbollah_s_extreme_makeover?referer=');">parque familiar</a> da cidade. O portão foi decorado com símbolos iranianos. Pôsteres enormes do Ayatollah Khamenei e Mohammad Ahmedinejan são claramente visíveis do lado de fora.</p>
<p>A entrada nos fazia lembrar um parque temático: canteiros manicurados alinhados à ruazinhas de paralelepípedos. Diversas tendas com telhado de palha abrigavam mesas de piquenique e churrasqueiras. Uma pequena mesquita, com o exterior já finalizado, ainda estava em construção do lado de dentro.</p>
<p>O dia estava frio e os ventos, fortes. O parque estava vazio, se não fosse pela presença de dois jovens libaneses que vivem e trabalham na África Ocidental, atualmente passando férias em seu país de origem. Eles nos cumprimentaram calorosamente.</p>
<p>&#8220;Então quer dizer que o Irã ajudou a construir esse lugar,&#8221; eu perguntei a um deles. .</p>
<p>&#8220;Não,&#8221; ele sorriu. &#8220;Foi o Irã que construi tudo.&#8221;</p>
<p>Segundo o rapaz, famílias de todo o sul do Líbano vão para lá em finais-de-semana durante o verão. O parque ainda está finalizando a construção de um hotel, uma piscina e um terreno de paintball.</p>
<p>Ele nos levou a uma extremidade do terreno, onde as montanhas descem vertiginosamente.</p>
<p>&#8220;Olha aí os nossos vizinhos&#8221;, ele disse, apontando para o horizonte. De lá dava pra ver claramente a fronteira cercada e a cidade israelita Avivim, com bem mais árvores do que no lado libanês.</p>
<p>&#8220;E as pessoas aqui não tem medo de estarem tão próximas de Isarel?&#8221;,  eu o perguntei. Ele sorriu: &#8220;Nós aqui do sul não temos medo de nada.&#8221;</p>
<p><span style="color: #ffffff;">I</span></p>
<p><strong>Aytarun e Aynata</strong></p>
<p>Nosso motorista nos levou de carro à Aytaroun, outra cidade fronteiriça sem nada que a distinguisse. &#8220;Aytaroun, nothing&#8221;, ele disse, com seu inglês quase inexistente.</p>
<p>Sem que a gente pedisse, ele nos levou à vizinha Aynata, onde um memorial aos combatentes do Hezbollah mortos foi construído.</p>
<p><a href="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2011/01/bintjbeil-15.jpg" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/wp-content/uploads/2011/01/bintjbeil-15.jpg?referer=');"><img class="alignnone size-full wp-image-2768" title="bintjbeil 15" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2011/01/bintjbeil-15.jpg" alt="" width="500" height="334" /></a></p>
<p><a href="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2011/01/bintjbeil-13.jpg" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/wp-content/uploads/2011/01/bintjbeil-13.jpg?referer=');"><img class="alignnone size-full wp-image-2767" title="bintjbeil 13" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2011/01/bintjbeil-13.jpg" alt="" width="500" height="334" /></a></p>
<p><a href="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2011/01/bintjbeil-14.jpg" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/wp-content/uploads/2011/01/bintjbeil-14.jpg?referer=');"><img class="alignnone size-full wp-image-2770" title="bintjbeil (1)" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2011/01/bintjbeil-14.jpg" alt="" width="500" height="667" /></a></p>
<p>Do lado de dentro, várias pedras de mármore foram esculpidas com escrituras árabes e o logo do Hezbollah. Em muitas delas, repousavam coroas de flores, fotos de soldados e cópias do Alcorão com capas de couro. Eu fui do lado de fora pra poder tirar uma foto do monumento e fui interceptado por um Ford SUV, guiado por um homem fortão de jaqueta de couro, óculos de sol e um Bluetooth na orelha. &#8220;Salaam aleykum,&#8221; ele me disse, sem muita convicção.</p>
<p>&#8220;Aleykum salaam,&#8221; eu respondi. &#8220;Ana min Brazil. Turisti. Afwan, ma behki arabi.&#8221; Eu sou brasileiro. Turista. Desculpe, eu não falo árabe&#8221;.</p>
<p>Ele sorriu: &#8220;Você sabe o que é isso,&#8221; ele perguntou em inglês. &#8220;É um monumento aos nossos mártires.&#8221; Ele desceu do carro, que ficou parado no meio da rua. &#8220;Venha, eu te mostro.&#8221; A passageira, uma mulher bem-vestida de véu, nos seguiu, sorrindo educadamente. Ele nos levou de volta pra dentro.</p>
<p>&#8220;Esses aqui são para o <em>populi</em>,&#8221; ele disse, apontado para os mármores do lado esquerdo. &#8220;Mães, irmãos e esposas.&#8221; Eu deduzi que ele se referia aos civis.&#8221;E esses aqui são para os mártires. Cada pedra homenagiea 14 soldados.&#8221; Quinze combatentes da sua cidade natal morreram em 2006, ele nos disse.</p>
<p>&#8220;Você é bem-vindo aqui,&#8221; ele disse. &#8220;Fotos aqui, ok. Mas do lado de fora, nada de fotos.&#8221; Eu concordei.</p>
<p><strong>O cemitério</strong></p>
<p>O taxista fez uma última parada antes de nos trazer de volta à Bint Jbeil: um cemitério. Pelas bandeiras e fotos era evidente que ele foi construído para os soldados do Hezbollah. O taxista nos conduziu pela fileira de túmulos, cada um decorado com um pequeno relicário de vidro.</p>
<p>Paramos na penúltima tumba, e o motorista nos apontou para a foto de um homem já maduro, segurando um AK-47. &#8220;Esse é o meu pai,&#8221; ele disse.</p>
<p><a href="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2011/01/bintjbeil-16.jpg" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/wp-content/uploads/2011/01/bintjbeil-16.jpg?referer=');"><img class="alignnone size-full wp-image-2769" title="bintjbeil 16" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2011/01/bintjbeil-16.jpg" alt="" width="500" height="749" /></a></p>
<p><strong>Quanto custa visitar o sul do Líbano a partir de Beirute:</strong></p>
<p>(para duas pessoas. $1 = 1,500 libras libanesas )</p>
<p>Shared taxi de Beirute a Tyre: 15,000 LBP</p>
<p>Taxi de Tyre a Bint Jbeil: 12,000 LBP</p>
<p>Taxi ida e volta para Maroun el Ras, Aytarun : 20,000 LBP</p>
<p>Taxi de Bint Jbeil a Tyre: 25,000 LBP</p>
<p>Micro-onibus de Tyre a Beirut: 10,000 LBP</p>
<p><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
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		<title>Um hotel na Índia por 5 dólares é assim</title>
		<link>http://mojotrotters.robertorocha.info/pt/2010/11/what-a-5-hotel-in-india-looks-like/</link>
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		<pubDate>Thu, 11 Nov 2010 18:41:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberto Rocha</dc:creator>
				<category><![CDATA[India]]></category>
		<category><![CDATA[Words]]></category>
		<category><![CDATA[pays]]></category>
		<category><![CDATA[adventure]]></category>
		<category><![CDATA[animals]]></category>
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		<description><![CDATA[Eu gostaria de encontrar o sacana mentiroso que me disse que com $5 dólares dá pra conseguir um quarto de hotel bom, limpo e confortável em qualquer lugar na Índia. 

Ele merece sofrer por ter criado na gente expectativas tão falsas.

Isso é uma amostra do que o seu dinheiro pode comprar por U$5, na cidade de Kottayam, no estado de Kerala.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu gostaria de encontrar o sacana mentiroso que me disse que com $5 dólares dá pra conseguir um quarto de hotel bom, limpo e confortável em qualquer lugar na Índia. </p>
<p>Ele merece sofrer por ter criado na gente expectativas tão falsas.</p>
<p>Isso é uma amostra do que o seu dinheiro pode comprar por U$5, na cidade de Kottayam, no estado de Kerala.</p>
<p><strong>A cama:</strong><br />
Uma colônia de mofo é estrategicamente posicionada para pular na sua cabeça à noite e invadir o seu cérebro. A fronha do travesseiro vem abastecida de um (1) pêlo pubiano.</p>
<p><a href="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/11/cheaphotel-4.jpg" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/11/cheaphotel-4.jpg?referer=');"><img class="aligncenter size-full wp-image-2547" title="cheaphotel 4" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/11/cheaphotel-4.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p><strong>A pia</strong><br />
<strong><br />
</strong><br />
<a href="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/11/cheaphotel-1.jpg" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/11/cheaphotel-1.jpg?referer=');"><img class="size-large wp-image-2544 alignnone" title="cheaphotel 1" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/11/cheaphotel-1-374x499.jpg" alt="" width="314" height="418" /></a></p>
<p><strong>O banheiro</strong><br />
Uma lâmpada de 20 watts emite uma luz ambiente suave, proporcionando um brilho âmbar no limo dos azulejos.</p>
<p><a href="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/11/cheaphotel-2.jpg" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/11/cheaphotel-2.jpg?referer=');"><img class="alignnone size-large wp-image-2545" title="cheaphotel 2" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/11/cheaphotel-2-374x499.jpg" alt="" width="374" height="499" /></a></p>
<p>As aranhas são cortesia da casa. </p>
<p><a href="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/11/cheaphotel-3.jpg" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/11/cheaphotel-3.jpg?referer=');"><img class="alignnone size-large wp-image-2546" title="cheaphotel 3" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/11/cheaphotel-3-374x499.jpg" alt="" width="329" height="438" /></a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Camboja 40 graus</title>
		<link>http://mojotrotters.robertorocha.info/pt/2010/09/portugues-camboja-40-graus/</link>
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		<pubDate>Fri, 10 Sep 2010 10:48:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bianca M. Saia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cambodia]]></category>
		<category><![CDATA[Images]]></category>
		<category><![CDATA[Words]]></category>
		<category><![CDATA[pays]]></category>
		<category><![CDATA[adventure]]></category>
		<category><![CDATA[attractions]]></category>
		<category><![CDATA[capital]]></category>
		<category><![CDATA[city]]></category>
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		<category><![CDATA[culture]]></category>
		<category><![CDATA[culture shock]]></category>

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		<description><![CDATA[Ao pensar em Camboja - se você for como eu - talvez uma ou três coisas te venham à cabeça. Angelina Jolie e seu filhinho adotivo. Pobreza. O templo de Angkor Wat. Mais alguma coisa?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/09/Cambodia-6.jpg" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/09/Cambodia-6.jpg?referer=');"><img class="aligncenter size-full wp-image-2208" title="Cambodia 6" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/09/Cambodia-6.jpg" alt="" width="500" height="332" /></a></p>
<p>Ao pensar em Camboja &#8211; se você for como eu &#8211; talvez uma ou três coisas te venham à cabeça. Angelina Jolie e seu filhinho adotivo. Pobreza. O templo de Angkor Wat. Mais alguma coisa?</p>
<p>…</p>
<p>Três vivas à minha ignorância. Descobrir esse país foi um pouco como quando a gente vai ao cinema e escolhe um filme desconhecido porque o horário é conveniente. E quem diria? O filme acaba mudando sua vida.</p>
<p>A começar pelo alfabeto, rococó e indecifrável. O que pode te fazer sentir criança ou analfabeto. E meio impotente, meio bobo frente à sua beleza, linhas arredondadas e ausência de espaços.</p>
<p><a href="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/09/Cambodia-3.jpg" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/09/Cambodia-3.jpg?referer=');"><img class="aligncenter size-full wp-image-2205" title="Cambodia 3" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/09/Cambodia-3.jpg" alt="" width="500" height="332" /></a></p>
<p>E o que dizer dos seus templos, pagodas e palácios? Verdadeiros oásis de beleza e serenidade, com seus monges e aprendizes de traje laranja, jardins tranquilos e oferendas de frutas. Antes de entrar, retire os sapatos, e certifique-se de cobrir seus ombros e coxas. Acenda um incenso e pare para admirar seus Budas, ora risonhos, ora gigantes, ora dormentes.</p>
<p><a href="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/09/Cambodia-7.jpg" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/09/Cambodia-7.jpg?referer=');"><img class="aligncenter size-large wp-image-2209" title="Cambodia 7" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/09/Cambodia-7-332x500.jpg" alt="" width="332" height="500" /></a></p>
<p><a href="http://mojotrotters.com/2010/09/siem-reap-makes-you-forget-youre-a-backpacker/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/2010/09/siem-reap-makes-you-forget-youre-a-backpacker/?referer=');">Siem Reap</a>, destino obrigatório (e às vezes único) de quem vem ao Camboja, é ponto de partida para o que algumas pessoas chamam oitava maravilha do mundo: Angkor Wat. O templo, que estampa a bandeira nacional, que dá nome à cervejas e hotéis, é muito mais do que uma obra de arte arquitetônica: ele é o epicentro e fonte maior de orgulho da civilização khmer.</p>
<p><a href="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/09/angkor.jpg" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/09/angkor.jpg?referer=');"><img class="aligncenter size-full wp-image-2215" title="angkor" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/09/angkor.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p>Sihanoukville, principal balneário do país, na costa sul, <a href="http://mojotrotters.com/2010/08/sihanoukville-is-a-backpacker-neverland/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/2010/08/sihanoukville-is-a-backpacker-neverland/?referer=');">nos sugou</a> como um buraco negro. Viemos pra passar três dias, acabamos <a href="http://mojotrotters.com/2010/08/when-touristy-places-become-exotic/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/2010/08/when-touristy-places-become-exotic/?referer=');">passando oito</a>. Suas praias nem são lá essas coisas, e choveu um pouco quase todo dia. Mas lá, dá pra comer como rei, beber feito esponja e festejar como se todo dia fosse sábado, gastando quase nada.</p>
<p><a href="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/09/sianouk.jpg" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/09/sianouk.jpg?referer=');"><img class="aligncenter size-full wp-image-2216" title="sianouk" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/09/sianouk.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p>Quem se aventura a sair do circuito padrão de turismo é altamente recompensado.  Você pode alugar uma scooter e desfrutar de estradas panorâmicas e vazias, e matar sua sede de aventura. Poder interagir com o povo local, que fala com você sem tentar te vender alguma coisa a toda hora. Mas não esqueça: nada de caminhar fora das trilhas marcadas. Calcula-se que ainda há cerca de 4 milhões de minas enterradas e não detonadas, espalhadas em todo o país. E que ainda matam ou ferem centenas de pessoas por ano, em sua maioria crianças brincando nos campos.</p>
<p><a href="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/09/Cambodia-11.jpg" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/09/Cambodia-11.jpg?referer=');"><img class="aligncenter size-full wp-image-2213" title="Cambodia 11" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/09/Cambodia-11.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p>Sua capital, Phnom Penh, surpreende pela atmosfera cosmopolita, cheia de cafés na calçada e <a href="http://mojotrotters.com/2010/08/the-extreme-duality-of-phnom-penh/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/2010/08/the-extreme-duality-of-phnom-penh/?referer=');">bares</a> que não fariam feio em Nova York. Só que lá a caneca de chope custa 50 cents. E andando uma quadra você chega num dos vários mercados tradicionais, templos de pechincha, alimentação e fofoca para os locais.</p>
<p><a href="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/09/Cambodia-2.jpg" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/09/Cambodia-2.jpg?referer=');"><img class="aligncenter size-full wp-image-2204" title="Cambodia 2" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/09/Cambodia-2.jpg" alt="" width="500" height="332" /></a></p>
<p>E as centenas de crianças, vendendo pulserinhas na praia, cartões postais ou livros sobre o Khmer Rouge, lado a lado dos amputados de guerra a pedir esmolas não te deixam esquecer: você está no Camboja, um país que não deixa ninguém <a href="http://mojotrotters.com/2010/09/cambodia-makes-you-want-to-learn-history/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/2010/09/cambodia-makes-you-want-to-learn-history/?referer=');">indiferente</a>.</p>
<p><a href="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/09/Cambodia-5.jpg" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/09/Cambodia-5.jpg?referer=');"><img class="aligncenter size-full wp-image-2207" title="Cambodia 5" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/09/Cambodia-5.jpg" alt="" width="500" height="333" /></a></p>
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		<title>Chegando junto dos crocodilos em Cape Tribulation</title>
		<link>http://mojotrotters.robertorocha.info/pt/2010/08/up-close-with-crocs-at-cape-tribulation/</link>
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		<pubDate>Sat, 14 Aug 2010 07:26:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberto Rocha</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://mojotrotters.com/2010/08/up-close-with-crocs-at-cape-tribulation/" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/2010/08/up-close-with-crocs-at-cape-tribulation/?referer=');"><img class="aligncenter size-full wp-image-763" title="capetrib" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/08/capetrib.jpg" alt="capetrib" width="160" height="120" /></a></p>

Cairns, na Austrália, é geralmente sinônimo da Grande Barreira de Coral, o maior recide de coral do mundo. Mas a apenas duas horas de viagem, ao norte, há uma floresta infestada de crocodilos perigosos, praias selvagens, rios refrescantes e pelo menos um morcego.
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			<content:encoded><![CDATA[<p><object width="500" height="306"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/Nypye5dcNXY?fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/Nypye5dcNXY?fs=1" type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="306" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Cairns, na Austrália, é geralmente sinônimo da Grande Barreira de Coral, o maior recide de coral do mundo. Mas a apenas duas horas de viagem, ao norte, há uma floresta infestada de crocodilos perigosos, praias selvagens, rios refrescantes e pelo menos um morcego.</p>
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		<title>O melhor de New Ireland</title>
		<link>http://mojotrotters.robertorocha.info/pt/2010/07/the-best-of-new-ireland/</link>
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		<pubDate>Mon, 26 Jul 2010 16:57:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberto Rocha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Papua New Guinea]]></category>
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		<description><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://mojotrotters.com/2010/07/the-best-of-new-ireland/" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/2010/07/the-best-of-new-ireland/?referer=');"><img class="aligncenter size-full wp-image-763" title="new ireland" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/07/newireland.jpg" alt="new ireland" width="160" height="120" /></a></p>

Conheça New Ireland, uma das ilhas menos exploradas de Papua Nova Guiné. Um lugar onde praias selvagens e mergulho e surf de primeira qualidade são apenas algumas das atrações. Que tal nadar com alegres crianças locais em refrescantes rios cor de esmeralda e alimentar enguias?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object width="500" height="400"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/b-QYmXRJfvU?fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/b-QYmXRJfvU?fs=1" type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="400" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Conheça New Ireland, uma das ilhas menos exploradas de Papua Nova Guiné. Um lugar onde praias selvagens e mergulho e surf de primeira qualidade são apenas algumas das atrações. Que tal nadar com alegres crianças locais em refrescantes rios cor de esmeralda e alimentar enguias?</p>
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		<title>A escalada do Monte Giluwe</title>
		<link>http://mojotrotters.robertorocha.info/pt/2010/07/climbing-mt-giluwe/</link>
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		<pubDate>Fri, 23 Jul 2010 16:35:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberto Rocha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Papua New Guinea]]></category>
		<category><![CDATA[Videos]]></category>
		<category><![CDATA[pays]]></category>
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		<description><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://mojotrotters.com/2010/07/climbing-mt-giluwe/" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/2010/07/climbing-mt-giluwe/?referer=');"><img class="aligncenter size-full wp-image-763" title="giluwe" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/07/giluwe.jpg" alt="giluwe" width="160" height="120" /></a></p>

O plano: subir a segunda maior montanha de Papua Nova Guiné, cercado de guias e dormindo em um camping. A realidade: embarcamos no trekking mais difícil e memorável das nossas vidas.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object width="500" height="306"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/v6828XZV65o?fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/v6828XZV65o?fs=1" type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="306" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>O plano: subir a segunda maior montanha de Papua Nova Guiné, cercado de guias e dormindo em um camping. A realidade: embarcamos no trekking mais difícil e memorável das nossas vidas.</p>
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		<title>Togean Islands: Pague para entrar</title>
		<link>http://mojotrotters.robertorocha.info/pt/2010/07/portugues-togean-islands-pague-para-entrar/</link>
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		<pubDate>Tue, 20 Jul 2010 05:54:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bianca M. Saia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Indonesia]]></category>
		<category><![CDATA[Words]]></category>
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		<description><![CDATA[Primeiro eu tive a idéia de visualizar cachoeiras: geladas, poderosas, daquelas que tem um poço fundo na frente. Me imaginei deixando a água descer com força pelo meu corpo, sentindo o choque térmico bem-vindo num dia quente. Em seguida fiz respirações profundas, inspirando pelo nariz e expirando pela boca, sentindo meu ventre aumentar e diminuir de tamanho. Aí olhei para os céus e fiz um pedido, que veio sincero, do fundo da alma.

-Se alguém estiver me ouvindo, faça com que essa serra termine logo e que meu enjôo passe, pelo amor de Deus!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-1898" href="http://mojotrotters.com/2010/07/portugues-togean-islands-pague-para-entrar/ultimos-posts-3/" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/2010/07/portugues-togean-islands-pague-para-entrar/ultimos-posts-3/?referer=');"><img class="alignnone size-full wp-image-1898" title="ultimos posts 3" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/07/ultimos-posts-3.jpg" alt="" width="500" height="332" /></a></p>
<p>Primeiro eu tive a idéia de visualizar cachoeiras: geladas, poderosas, daquelas que tem um poço fundo na frente. Me imaginei deixando a água descer com força pelo meu corpo, sentindo o choque térmico bem-vindo num dia quente. Em seguida fiz respirações profundas, inspirando pelo nariz e expirando pela boca, sentindo meu ventre aumentar e diminuir de tamanho. Aí olhei para os céus e fiz um pedido, que veio sincero, do fundo da alma.</p>
<p>-Se alguém estiver me ouvindo, faça com que essa serra termine logo e que meu enjôo passe, pelo amor de Deus!</p>
<p>E pode apostar: quando a católica de meia-pataca aqui reza, é porque a o bicho está pegando, e feio. E na estrada de Tentena a Poso, primeiro trecho da jornada da ilha de Sulawesi que leva às Togean Islands, o bicho apavarou geral. A serra sinuosíssima e in-ter-mi-nável &#8211; não só uma, mas três &#8211; fez diversas vítimas no ônibus. Nunca vi tantos saquinhos de enjôo cumprirem as suas missões de vida antes. Na TV do ônibus &#8211; um belezinha de tela plana, por sinal &#8211; video-clips de um aspirante a Falcão indonesiano tocava incessantemente no repeat. No último volume, é claro. Felizmente eu trouxe meus <a href="http://www.amazon.com/Sennheiser-PXC-250-II-Cancelling/dp/B00375MWE2/ref=sr_1_fkmr0_1?ie=UTF8&amp;qid=1279519444&amp;sr=8-1-fkmr0" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.amazon.com/Sennheiser-PXC-250-II-Cancelling/dp/B00375MWE2/ref=sr_1_fkmr0_1?ie=UTF8_amp_qid=1279519444_amp_sr=8-1-fkmr0&amp;referer=');">fones de ouvido noise-cancelling</a>, que deveriam fazer parte da bagagem de todo mochileiro. O motorista não se acanhava de fumar seus cigarros dentro do ônibus fechado e vedado pro ar-condicionado.</p>
<p>Dez horas depois, como quem sai de um barco em dia de tempestade, colocamos os pés em terra firme. A idéia inicial, de seguir viagem no dia seguinte pela manhã, foi sumariamente abortada: nenhum de nós tinha estômago para sequer cogitar entrar em outro ônibus. Fechamos a noite em um restaurantezinho próximo ao hotel, que exibia travessas de carnes misteriosas, aparentemente frias. &#8220;O que é isso&#8221;, perguntamos, apontando para a primeira travessa. &#8220;Au! Au! It&#8217;s dog&#8221;, disse a dona.</p>
<p>&#8220;E isso?&#8221;, apontando para a travessa ao lado.</p>
<p>&#8220;Batman!&#8221;. Sim, carne de morcego. E carne de cachorro.</p>
<p>Nós pedimos um miojo cada. &#8220;No meat, NO MEAT, please&#8221;!</p>
<p><strong>Segundo dia</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Tentena tem algumas atrações bacanas: praia e lago, uma caverna recheada de ossos humanos, bem Indiana Jones, além de uma cachoeira das mais bonitas que já vi, em qualquer país (vide foto acima). O jeito mais fácil de curtir essas atrações é alugando um carro com motorista. Nos juntamos a outro casal e rachamos a conta de 350 mil rúpias (Cerca de 38 dólares) &#8211; incluindo carro, motorista e gasolina &#8211; e curtimos um dia inteiro de passeios. A gerente do Hotel Victory &#8211; muito bacana, por sinal, com funcionários bem simpáticos e prestativos &#8211; nos ajudou a organizar tudo.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-1901" href="http://mojotrotters.com/2010/07/portugues-togean-islands-pague-para-entrar/ultimos-posts-2-2/" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/2010/07/portugues-togean-islands-pague-para-entrar/ultimos-posts-2-2/?referer=');"><img class="alignnone size-full wp-image-1901" title="ultimos posts 2" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/07/ultimos-posts-21.jpg" alt="" width="500" height="332" /></a></p>
<p>E à noite teve jogo da Copa. Brasil X Holanda. Na torcida, formada no saguão do hotel, dois holandeses, alguns alemães, uma francesa, e a grande maioria  indonesianos que torciam meio a meio: O Brasil, como se sabe, é sempre um queridinho mundial. A Holanda, colonizadora da Indonésia, deixou seus traços e seus simpatizates por lá.</p>
<p>O resultado? Voltamos pro quarto, eliminados, com a bandeira entre as pernas.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-1899" href="http://mojotrotters.com/2010/07/portugues-togean-islands-pague-para-entrar/ultimos-posts-4/" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/2010/07/portugues-togean-islands-pague-para-entrar/ultimos-posts-4/?referer=');"><img class="alignnone size-full wp-image-1899" title="ultimos posts 4" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/07/ultimos-posts-4.jpg" alt="" width="500" height="332" /></a></p>
<p><strong>Terceiro dia </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Chegamos cedo na rodoviária de Tentena: era preciso pegar um transporte até Poso, uma viagem de cerca de duas horas. Forrei meu estômago de Gravol (pílula anti-enjoo) e pude viajar tranquila. Mas uma das nossas companheiras de viagem não teve a mesma sorte. Na saída, notamos que ela usou a própria bolsa como saquinho de enjoo. Drama.</p>
<p>Em Poso, fomos de carro &#8211; um veículo grande, com dois bancos de passageiros na parte de trás &#8211; até Ampana. Onde caberiam 6, eles enfiaram 10. Adultos. E duas crianças. Sem contar nossas malas e os obrigatórios sacos de arroz. Mais 6 horas e meia de viagem, no aperto, no calor e na vertigem.</p>
<p>&#8220;O que é isso, uma miragem&#8221;?? Não Bia, é Ampana. Desce.</p>
<p>Numa cidadezinha que mal tem um rua que vem e outra que vai, o telão que eles montaram para o jogo daquela noite impressionava. A galera, sentada na rua, vaiava o eventual pedestre que passava em frente ao projector, fazendo uma sombra gigantesca. A noite foi boa: derrota argentina, num humilhante 4 a zero. Quase deu pena do gordito.</p>
<p><strong>Quarto dia</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Quase todos que vão às Togean Islands se hospedam no Hotel Oasis. Não só ele fica ao ladinho do porto, como conta com camas king-size e funcionários que tem muitas dicas sobre as ilhas. Por 90 mil rúpias o quarto &#8211; ou 10 dólares &#8211; está bem pago.</p>
<p>E como era domingo, não havia barco público disponível. Foi preciso pagar mais caro num barco privado: 100 mil repisa a cabeça. A viagem é feita em duas partes: de Ampana a Wakai, quatro horas debaixo de um som absolutamente ensurdecedor do motor, que impede qualquer bate-papo. Meu fones de ouvido, salve salve, me salvaram a vida de novo.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-1897" href="http://mojotrotters.com/2010/07/portugues-togean-islands-pague-para-entrar/ultimos-posts-5/" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/2010/07/portugues-togean-islands-pague-para-entrar/ultimos-posts-5/?referer=');"><img class="alignnone size-full wp-image-1897" title="ultimos posts 5" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/07/ultimos-posts-5.jpg" alt="" width="500" height="332" /></a></p>
<p>Em Wakai o barco do hotel Paradise (este grátis) estava à nossa espera: mais uma hora de viagem, sob a chuva e a paisagem sublime da região.</p>
<p>Quando chegamos no Paradise já eram quase quatro da tarde. A fome absurda, o cansaço, a bunda quadrada. Três dias de viagem. Quatro dias de trajeto.</p>
<p>E quer saber? Por esse lugar, eu faria tudo de novo.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-1900" href="http://mojotrotters.com/2010/07/portugues-togean-islands-pague-para-entrar/ultimos-posts-10/" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/2010/07/portugues-togean-islands-pague-para-entrar/ultimos-posts-10/?referer=');"><img class="alignnone size-full wp-image-1900" title="ultimos posts 10" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/07/ultimos-posts-10.jpg" alt="" width="500" height="332" /></a></p>
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		<title>De volta à infância em Fraser Island</title>
		<link>http://mojotrotters.robertorocha.info/pt/2010/05/reliving-childhood-lies-on-fraser-island/</link>
		<comments>http://mojotrotters.robertorocha.info/pt/2010/05/reliving-childhood-lies-on-fraser-island/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 09 May 2010 04:24:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberto Rocha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Australia]]></category>
		<category><![CDATA[Words]]></category>
		<category><![CDATA[pays]]></category>
		<category><![CDATA[adventure]]></category>
		<category><![CDATA[camping]]></category>
		<category><![CDATA[coast]]></category>
		<category><![CDATA[drive]]></category>

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		<description><![CDATA[(English) When they can't be bothered with sound discipline, it's customary for parents to scare their children with fantastic lies.

In Brazil, for example, children are told that if they play with fire they will wet their beds, or that cockroaches will lick their mouths at night if they neglect to brush their teeth.

And there's the mammoth childhood lie, one that crosses many cultures and is so ridiculous that its survival is nothing less than a miracle: that a fat old man in the North Pole is monitoring every child and delivers obedience rewards on a sleigh pulled by flying reindeer.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>&#8220;Safari&#8221; em Fraser Island</strong><br />
<strong>Custo:</strong> A partir de $230<br />
<strong>Dificuldade:</strong> Equivalente a um passeio de escola da 5a. série</p>
<p><a href="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/05/fraser-2.jpg" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/05/fraser-2.jpg?referer=');"><img class="alignnone size-full wp-image-1544" style="margin-top: 14px; margin-bottom: 14px;" title="fraser island" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/05/fraser-2.jpg" alt="fraser island" width="500" height="375" /></a></p>
<p>Quando disciplinar as crianças começa a dar trabalho demais, os pais cansados recorrem ao velho hábito de assustarem seus filhos com mentirinhas fantásticas.</p>
<p>No Brasil, por exemplo, qualquer criança sabe que brincadeiras com fogo resultam em xixi na cama. Ou que criança que não escova os dentes antes de dormir arrisca acordar com uma barata lambendo sua boca (né, sogrinha?)</p>
<p>Sem esquecer a maior mentira de todas, comum à inúmeras culturas e tão ridícula que a sua perpetuação é um milagre: a de que um homem velho e gordo, que mora no Pólo Norte, está monitorando o comportamento de cada criança, recompensando aquelas que foram bem comportadas com presentes no fim do ano.</p>
<p>Para as crianças e suas mentes literais, essas absurdas mentiras provam-se incrivelmente eficazes, para a alegria dos pais e educadores.</p>
<p>Os operadores de turismo em Fraser Island conseguiram adaptar o sistema infantil com uma eficiência matadora, mesmo em adultos.</p>
<p>O método é simples: junte um grupo de oito jovens de vinte e poucos anos em busca de aventuras e mande-os para uma imensa ilha na costa de Queensland, a bordo de um caro jeep 4&#215;4. Deixe o grupo sozinho por três dias. Mas antes, encha as suas cabeças com tantos perigos e ameaças que ninguém vai nem sonhar em tentar se divertir por conta própria.</p>
<h2>As regras do jogo</h2>
<p>Um dia antes da viagem, você é obrigado a assistir um vídeo de uma hora que te alerta sobre os imensos perigos da condução na areia. Os mesmos perigos e alertas são repetidos em viva voz pela funcionária do albergue que organiza o passeio.</p>
<p>Um exemplo: se você dirigir próximo ao mar, a água salgada vai enferrujar a carroceira. Resultado: multa, de no mínimo $200, a ser dividida entre todos os passageiros.</p>
<p>Ou essa: se você fizer uma virada brusca na areia, o jeep vai capotar e todos os passageiros vão sofrer ferimentos graves.</p>
<p>Finalmente, o responsável pelo carro, após fazer um check-list dos equipamentos a bordo, completa a sessão terror com com recortes de jornais mostrando motorista inconsoláveis frente à morte dos seus companheiros de viagem.</p>
<p>Os grupos, de oito pessoas, são formados levando-se em conta não a sua possível compatibilidade, e sim de forma que cada time tenha motoristas qualificados em número suficiente. O que aumenta exponencialmente a chance de você cair num grupo onde uma ou mais pessoas sejam do tipo controladoras e caretas, eliminando qualquer possibilidade do grupo curtir momentos de descoberta e real aventura (valeu, Lucy).</p>
<div id="attachment_1543" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px"><a href="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/05/fraser-3.jpg" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/05/fraser-3.jpg?referer=');"><img class="size-full wp-image-1543 " style="margin-top: 12px; margin-bottom: 12px;" title="fraser dingo" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/05/fraser-3.jpg" alt="dingo" width="500" height="375" /></a><p class="wp-caption-text">Um dingo selvagem caminha de maneira ameaçadora em Fraser Island</p></div>
<h2>A viagem</h2>
<p>Uma pequena balsa leva os carros e os passageiros da terra firme à ilha. Apesar da sua superfície ser toda em areia, o que qualifica Fraser Island como a maior ilha de areia do mundo, do seu solo brotou milagrosamente uma frondosa floresta tropical. Quando a maré está alta, impedindo a passagem do jeep com segurança pela areia, você utiliza as estradas de terra (de areia, na verdade), no meio da ilha.   Também conhecido como &#8220;máquina de lavar&#8221;, o truculento passeio não é recomendado a turistas de ressaca.</p>
<p>Os viajantes levam consigo um itinerário detalhado, onde tudo é definido de antemão. Chegue ao lago às 14 horas. Saia às 15h30. Chegada no camping às 17h30.</p>
<p>Essas regras existem por uma boa causa: é necessário conhecer o horário de subida e descida das marés, que mudam diariamente as condições da &#8220;estrada&#8221;. Mas como é de praxe infantilizar os visitantes ao máximo, a exploração responsável e independente do local é estritamente proibida. E quem ousar sair do itinerário corre o risco de ser multado.</p>
<p>Apesar do regime militar, enforçado pelo déspota auto-eleito do grupo (ainda aí, Lucy?), a viagem é deliciosa. Dirigir na areia é emocionante e delicioso. Nas partes mais macias, o jeep derrapa para os lados, assustando motoristas e passageiros. As passagens de água doce para o mar provocam espirros espetaculares, se a o trajeto for feito com jeito.</p>
<p>Fraser Island têm vários lagos de água doce. Alguns têm água turquesa e areia incrivelmente branca, que de tão pura, pode ser usada para exfoliar a pele e polir os dentes. Outras, de água verde escura, próximas as dunas de areia dourada, nos fazem lembrar a costa do Rio Grande do Norte.</p>
<div id="attachment_1545" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px"><a href="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/05/fraser-1.jpg" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/05/fraser-1.jpg?referer=');"><img class="size-full wp-image-1545 " style="margin-top: 12px; margin-bottom: 12px;" title="fraser lake" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/05/fraser-1.jpg" alt="" width="500" height="332" /></a><p class="wp-caption-text">Bianca arrisca perder os membros e a vida descendo casualmente a duna de areia</p></div>
<h2>Caindo na real</h2>
<p>Já no segundo dia na ilha a maioria dos participantes se toca que dirigir na areia, se feito de maneira responsável, não é assim tão perigoso, e que não, os dingoes, espécie de cães selvagem que povoam a ilha, não estão a fim de te comer vivo.</p>
<p>Com um pouco de raciocínio, você percebe que não é possível escapar da água salgada ao dirigir na areia dura e molhada (que segundo os operadores, é melhor por oferecer mais tração).</p>
<p>Você também aprende que ao correr em disparada pelas dunas macias ao redor do Lago Wabee, o risco de você quebrar a espinha e sofrer com a invalidez até o fim dos seus dias é desprezível. Ou que o mar violento não vai te arrastar até as suas profundezas se você simplesmente caminhar com a água na altura do joelho.</p>
<p>E eu nunca ouvi falar de alguém que tenha sofrido uma parada cardio-respiratória ao ser queimado por uma água-via.</p>
<p>Mas ninguém quer arriscar.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Bungy em Queenstown</title>
		<link>http://mojotrotters.robertorocha.info/pt/2010/04/the-nevis-highwire-bungy/</link>
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		<pubDate>Wed, 21 Apr 2010 10:31:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberto Rocha</dc:creator>
				<category><![CDATA[New Zealand]]></category>
		<category><![CDATA[Videos]]></category>
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		<category><![CDATA[adrenaline]]></category>
		<category><![CDATA[adventure]]></category>
		<category><![CDATA[danger]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://mojotrotters.com/pt/2010/04/the-nevis-highwire-bungy/" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/pt/2010/04/the-nevis-highwire-bungy/?referer=');"><img class="aligncenter size-full wp-image-763" title="bungy" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/04/bungy-4.jpg" alt="bungy" width="160" height="120" /></a></p>
Nós saltamos do 3o maior pulo de bungee do mundo, na Nova Zelândia. Confira como foi a experiência.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object width="500" height="306"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/a5AeTn1Zhuw&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/a5AeTn1Zhuw&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="306" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Nós saltamos do 3o maior bungee do mundo, na Nova Zelândia. Confira como foi a experiência.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Como Queenstown fatura com a droga mais cara do mundo</title>
		<link>http://mojotrotters.robertorocha.info/pt/2010/04/how-queenstown-thrives-on-the-worlds-most-expensive-drug/</link>
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		<pubDate>Mon, 12 Apr 2010 17:34:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberto Rocha</dc:creator>
				<category><![CDATA[New Zealand]]></category>
		<category><![CDATA[Words]]></category>
		<category><![CDATA[pays]]></category>
		<category><![CDATA[adrenaline]]></category>
		<category><![CDATA[adventure]]></category>
		<category><![CDATA[trivia]]></category>

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		<description><![CDATA[(English) Queenstown is the most convincing proof that governments can profit from the legalization of drugs. This is, after all, the city that deals the world's most expensive narcotic. Walk around its compact downtown and you'll see hundreds of addicts, just biding time until their next fix, for which they'll pay hundreds of dollars.

The drug dealers are registered companies that are taxed and subject to stringent safety standards. There are very few deaths and virtually no violent crime caused by the drug.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h5 class="mceTemp">
<dl id="attachment_1398" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px;">
<dt class="wp-caption-dt"><img class="size-full wp-image-1398 " style="margin-top: 12px; margin-bottom: 12px;" title="qtown 1" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/04/qtown-1.jpg" alt="" width="500" height="375" /></dt>
<dd class="wp-caption-dd"><strong>Delivery de drogas em Queenstown</strong></dd>
</dl>
</h5>
<p>Queenstown é a prova definitiva que os governos podem faturar uma grana violenta com a legalização das drogas. Afinal, esta é a cidade que trafica o narcótico mais caro do mundo. É só dar uma volta no compacto centro da cidade que você vai ver centenas de viciados matando o tempo até a próxima dose, avaliada em centenas de dólares.</p>
<p>Os traficantes têm empresas registradas, taxadas e sujeitas a rigorosos padrões de segurança. A quantidade de mortes causadas pela droga é desprezível, e não se tem notícia de crimes violentos associados ao tráfico. O alto preço da droga e a distância entre Queenstown e qualquer outra cidade importante no mundo atrai apenas usuários das classes sociais mais altas. E eles geralmente vêm em busca de uma dose ou duas, para ir embora logo em seguida.</p>
<p>Essa é uma droga impossível de ser roubada e revendida no mercado negro. Os pré-requisitos para a entrada de novos traficantes no mercado são tão rigorosos que a sua quantidade, assim como os preços, permanecem estáveis. Essa estabilidade também garante a ausência de conflito entre os traficantes.</p>
<h5 class="mceTemp">
<dl id="attachment_1399" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px;">
<dt class="wp-caption-dt"><img class="size-full wp-image-1399" style="margin-top: 12px; margin-bottom: 12px;" title="qtown 2" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/04/qtown-2.jpg" alt="" width="500" height="375" /></dt>
<dd class="wp-caption-dd"><strong>Usuárias de drogas esperando a sua dose no porto</strong></dd>
</dl>
</h5>
<p>O preço da droga é exorbitante pois o custo da extração é imenso. Os traficantes têm que construir estruturas caras, dentro de projetos de longo prazo, comprar equipamentos especializados e contratar funcionários bem treinados.</p>
<p>Alguns desses investimentos incluem: barcos movidos a jato, cabines suspensas por cabos de metal sobre canyons, bondinhos de transporte, cordas elásticas especiais que são amarradas nos pés dos usuários, ônibus, motoristas, câmeras e avançados computadores de edição que fornecem aos usuários um registro virtual da sua experiência.</p>
<p>O barato dura de 20 segundos a um dia inteiro. E geralmente, os baratos mais curtos são os mais intensos.</p>
<p>O interessante é que a droga não pode ser manufaturada ou extraída de outra substância. A droga reside em glândulas localizadas dentro dos próprios usuários, e requer todas essas estruturas complexas para a sua extração.</p>
<p>A droga se chama <em>adrenalina</em>.</p>
<h5 class="mceTemp">
<dl id="attachment_1400" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px;">
<dt class="wp-caption-dt"><img class="size-full wp-image-1400" title="qtown 3" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/04/qtown-3.jpg" alt="" width="500" height="375" /></dt>
<dd class="wp-caption-dd"><strong>Um pedestre caminha em frente a uma das lojas de drogas em Queenstown</strong></dd>
</dl>
</h5>
<p><span style="color: #ffffff;">i</span></p>
<p><span style="color: #ffffff;">i</span></p>
<p><span style="color: #ffffff;">i</span></p>
]]></content:encoded>
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