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	<title>Mojotrotters &#187; budget</title>
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	<description>Mobile journalists on a world adventure</description>
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		<title>Um hotel na Índia por 5 dólares é assim</title>
		<link>http://mojotrotters.robertorocha.info/pt/2010/11/what-a-5-hotel-in-india-looks-like/</link>
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		<pubDate>Thu, 11 Nov 2010 18:41:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberto Rocha</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Words]]></category>
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		<description><![CDATA[Eu gostaria de encontrar o sacana mentiroso que me disse que com $5 dólares dá pra conseguir um quarto de hotel bom, limpo e confortável em qualquer lugar na Índia. 

Ele merece sofrer por ter criado na gente expectativas tão falsas.

Isso é uma amostra do que o seu dinheiro pode comprar por U$5, na cidade de Kottayam, no estado de Kerala.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu gostaria de encontrar o sacana mentiroso que me disse que com $5 dólares dá pra conseguir um quarto de hotel bom, limpo e confortável em qualquer lugar na Índia. </p>
<p>Ele merece sofrer por ter criado na gente expectativas tão falsas.</p>
<p>Isso é uma amostra do que o seu dinheiro pode comprar por U$5, na cidade de Kottayam, no estado de Kerala.</p>
<p><strong>A cama:</strong><br />
Uma colônia de mofo é estrategicamente posicionada para pular na sua cabeça à noite e invadir o seu cérebro. A fronha do travesseiro vem abastecida de um (1) pêlo pubiano.</p>
<p><a href="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/11/cheaphotel-4.jpg" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/11/cheaphotel-4.jpg?referer=');"><img class="aligncenter size-full wp-image-2547" title="cheaphotel 4" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/11/cheaphotel-4.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p><strong>A pia</strong><br />
<strong><br />
</strong><br />
<a href="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/11/cheaphotel-1.jpg" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/11/cheaphotel-1.jpg?referer=');"><img class="size-large wp-image-2544 alignnone" title="cheaphotel 1" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/11/cheaphotel-1-374x499.jpg" alt="" width="314" height="418" /></a></p>
<p><strong>O banheiro</strong><br />
Uma lâmpada de 20 watts emite uma luz ambiente suave, proporcionando um brilho âmbar no limo dos azulejos.</p>
<p><a href="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/11/cheaphotel-2.jpg" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/11/cheaphotel-2.jpg?referer=');"><img class="alignnone size-large wp-image-2545" title="cheaphotel 2" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/11/cheaphotel-2-374x499.jpg" alt="" width="374" height="499" /></a></p>
<p>As aranhas são cortesia da casa. </p>
<p><a href="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/11/cheaphotel-3.jpg" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/11/cheaphotel-3.jpg?referer=');"><img class="alignnone size-large wp-image-2546" title="cheaphotel 3" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/11/cheaphotel-3-374x499.jpg" alt="" width="329" height="438" /></a></p>
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		<title>Maratona Fashionista II: A saga do Beto</title>
		<link>http://mojotrotters.robertorocha.info/pt/2010/09/portugues-maratona-fashionista-ii-a-saga-do-beto/</link>
		<comments>http://mojotrotters.robertorocha.info/pt/2010/09/portugues-maratona-fashionista-ii-a-saga-do-beto/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 29 Sep 2010 13:23:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bianca M. Saia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Images]]></category>
		<category><![CDATA[Vietnam]]></category>
		<category><![CDATA[Words]]></category>
		<category><![CDATA[pays]]></category>
		<category><![CDATA[budget]]></category>
		<category><![CDATA[emotions]]></category>
		<category><![CDATA[finances]]></category>
		<category><![CDATA[people]]></category>
		<category><![CDATA[Roberto]]></category>

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		<description><![CDATA[Saímos de Hoi An com um terno mal-feito debaixo dos braços do Beto. Isso após nada menos que 7 tentativas de ajuste num paletó que foi recomeçado do zero após o quinto "ajuste". A palavra está entre aspas para refletir nossa sensação: de que nada era realmente mudado. Os defeitos voltavam praticamente idênticos, prova após prova.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Saímos de Hoi An com um terno mal-feito debaixo dos braços do Beto. Isso após nada menos que 7 tentativas de ajuste num paletó que foi recomeçado do zero após o quinto &#8220;ajuste&#8221;. A palavra está entre aspas para refletir nossa sensação: de que nada era realmente mudado. Os defeitos voltavam praticamente idênticos, prova após prova.</p>
<p>O terno &#8220;final&#8221; foi entregue por um motoqueiro no nosso hotel, instantes antes do nosso ônibus partir para Hue. Nessa altura do campeonato, o Beto já tinha ganho da loja uma gravata. A taxa de 3% do cartão de crédito não foi cobrada. E eles pagaram o táxi dele de volta pro nosso hotel, após a última prova.</p>
<div id="attachment_2283" class="wp-caption aligncenter" style="width: 384px"><a href="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/09/tinho.jpg" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/09/tinho.jpg?referer=');"><img class="size-large wp-image-2283" title="tinho" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/09/tinho-374x499.jpg" alt="" width="374" height="499" /></a><p class="wp-caption-text">O primeiro paletó ficou com uma dobra estranha e teve que ser refeito</p></div>
<p>Tudo isso pra tentar nos recompensar por algo irremediável: a incompetência dos alfaiates em fazer um terno com caimento bom. O colarinho estava alto demais. As lapelas estavam sobrepostas, ao invés de correr paralelas.</p>
<p>Perdemos tempo, paciência e dinheiro: o custo do terno completo de três peças mais uma camisa foi U$150. Em Hoi An, esse valor é dos mais altos. Mas como queríamos qualidade, achamos que iria valer a pena gastar umas dezenas de dólares a mais. Ledo engano.</p>
<p>A solução? Entregamos o paletó nas mãos de um par de alfaiates em Hue, cidade sem tradição nesse ramo. A alfaiataria estava situada entre lojas de souvenir e hotéis no bairro turístico da cidade. Foi um tiro no escuro.</p>
<p>Sacudindo a cabeça em desaprovação &#8211; atitude que nos deu um certa segurança, tipo, &#8220;eles tão vendo que tá um merda&#8221; &#8211; , ouvimos que para o conserto seria necessário refazer a estrutura do paletó. Mas que o trabalho poderia ser feito. O custo? U$30. Certamente muito menos do que o serviço nos custaria em Montréal, onde uma barra de calça simples sai fácil por U$15.</p>
<p>No dia anterior, o Beto havia brigado com a loja pelo telefone e conseguiu um reembolso do mesmo valor. Coincidência?</p>
<p>Se interessar, esses são os endereços das peças do álbum logo abaixo.</p>
<p><strong>Bi Hanh</strong> &#8211; 53 Tran Hung Dao St. Tel &#8211; 0935.071.349</p>
<p><strong>Giogio Tailor </strong>- 692 Hai Ba Trun St. Tel &#8211; 84.510.386 1505</p>
<p><strong>Trung Duc</strong> &#8211; 37 Tran Hung Dao St. &#8211; Tel &#8211; 84.510.2222744</p>
<p><strong>Everybody&#8217;s Fashion</strong> &#8211; 718 Hai Ba Trung St.</p>
<p>Veja aqui o resultado de tanta dor-de-cabeça. Aguardamos a sua opinião.</p>

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	<div id="ngg-image-93" class="ngg-gallery-thumbnail-box"  >
		<div class="ngg-gallery-thumbnail" >
			<a href="http://mojotrotters.robertorocha.info//wp-content/gallery/beto-roupas-hoi-an/beto_shoot-3.jpg" title="A camisa, estilo Batik, é da Indonésia. Saiu por cerca de U$7.

A calça é do Camboja. U$4. Ela é tamanho único: você ajusta o tamanho na cintura." class="shutterset_set_12" >
								<img title="beto_shoot-3" alt="beto_shoot-3" src="http://mojotrotters.robertorocha.info//wp-content/gallery/beto-roupas-hoi-an/thumbs/thumbs_beto_shoot-3.jpg" width="100" height="75" />
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		<div class="ngg-gallery-thumbnail" >
			<a href="http://mojotrotters.robertorocha.info//wp-content/gallery/beto-roupas-hoi-an/beto_shoot-4.jpg" title="Camisa e calça do Camboja. US4 cada.
As sandálias foram feitas em Hoi An, sob medida, e custaram $14. Da Everybody's Fashion." class="shutterset_set_12" >
								<img title="beto_shoot-4" alt="beto_shoot-4" src="http://mojotrotters.robertorocha.info//wp-content/gallery/beto-roupas-hoi-an/thumbs/thumbs_beto_shoot-4.jpg" width="100" height="75" />
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		<div class="ngg-gallery-thumbnail" >
			<a href="http://mojotrotters.robertorocha.info//wp-content/gallery/beto-roupas-hoi-an/beto_shoot-5.jpg" title="O malfadado paletó, misturado com outras peças." class="shutterset_set_12" >
								<img title="beto_shoot-5" alt="beto_shoot-5" src="http://mojotrotters.robertorocha.info//wp-content/gallery/beto-roupas-hoi-an/thumbs/thumbs_beto_shoot-5.jpg" width="100" height="75" />
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			<a href="http://mojotrotters.robertorocha.info//wp-content/gallery/beto-roupas-hoi-an/beto_shoot-6.jpg" title="O terno, da Bin Hanh, após ter sido ajustado pelo alfaiate em Hue. " class="shutterset_set_12" >
								<img title="beto_shoot-6" alt="beto_shoot-6" src="http://mojotrotters.robertorocha.info//wp-content/gallery/beto-roupas-hoi-an/thumbs/thumbs_beto_shoot-6.jpg" width="100" height="75" />
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		<div class="ngg-gallery-thumbnail" >
			<a href="http://mojotrotters.robertorocha.info//wp-content/gallery/beto-roupas-hoi-an/beto_shoot-7.jpg" title="Trerno com colete, calça paletó e camisa, U$150. A gravata, de seda vietnamita, U$3, em qualquer lojinha em Hoi An" class="shutterset_set_12" >
								<img title="beto_shoot-7" alt="beto_shoot-7" src="http://mojotrotters.robertorocha.info//wp-content/gallery/beto-roupas-hoi-an/thumbs/thumbs_beto_shoot-7.jpg" width="100" height="75" />
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		<div class="ngg-gallery-thumbnail" >
			<a href="http://mojotrotters.robertorocha.info//wp-content/gallery/beto-roupas-hoi-an/beto_shoot-8.jpg" title="Essa gravata vem com abotoaduras e lenço combinando, numa caixinha boa pra presente. U$4. O blazer de Tweed, da Trung Duc, saiu por U$32. Só precisou de um ajuste." class="shutterset_set_12" >
								<img title="beto_shoot-8" alt="beto_shoot-8" src="http://mojotrotters.robertorocha.info//wp-content/gallery/beto-roupas-hoi-an/thumbs/thumbs_beto_shoot-8.jpg" width="100" height="75" />
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			<a href="http://mojotrotters.robertorocha.info//wp-content/gallery/beto-roupas-hoi-an/beto_shoot-2.jpg" title="Casaco de lã, U$43. Da Giogio Tailor Fashion." class="shutterset_set_12" >
								<img title="beto_shoot-2" alt="beto_shoot-2" src="http://mojotrotters.robertorocha.info//wp-content/gallery/beto-roupas-hoi-an/thumbs/thumbs_beto_shoot-2.jpg" width="100" height="75" />
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		<title>Trem da alegria</title>
		<link>http://mojotrotters.robertorocha.info/pt/2010/08/portugues-trem-da-alegria/</link>
		<comments>http://mojotrotters.robertorocha.info/pt/2010/08/portugues-trem-da-alegria/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 03 Aug 2010 17:14:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bianca M. Saia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Indonesia]]></category>
		<category><![CDATA[Words]]></category>
		<category><![CDATA[pays]]></category>
		<category><![CDATA[budget]]></category>
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		<description><![CDATA[É gozado como as experiências mais irritantes dentro do seu próprio país se tornam automaticamente folclóricas e exóticas em terras distantes.

Acho que pouco brasileiro  em sã consciência, tendo a escolha entre tomar um táxi com ar-condicionado ou um ônibus quente e cheio de vendedores ambulantes – se o preço fosse o mesmo – ficaria com a segunda opção. Incluindo eu. Mas, longe de casa, a experiência povão e gloriosa. É entretenimento puro e gratuito.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-1976" href="http://mojotrotters.com/2010/08/portugues-trem-da-alegria/trem/" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/2010/08/portugues-trem-da-alegria/trem/?referer=');"><img class="alignnone size-full wp-image-1976" title="trem" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/08/trem.jpg" alt="" width="500" height="332" /></a></p>
<p>É gozado como as experiências mais irritantes dentro do seu próprio país se tornam automaticamente folclóricas e exóticas em terras distantes.</p>
<p>Acho que pouco brasileiro  em sã consciência, tendo a escolha entre tomar um táxi com ar-condicionado ou um ônibus quente e cheio de vendedores ambulantes – se o preço fosse o mesmo – ficaria com a segunda opção. Incluindo eu. Mas, longe de casa, a experiência povão e gloriosa. É entretenimento puro e gratuito.</p>
<p>Ao tomar um trem em Java, você tem três escolhas: carro primeira classe, com lugar marcado e ar-condicionado. Trem executivo, também com assento marcado mas sem ar. E trem econômico, incrivelmente barato, lotado, e cheio de calor humano.</p>
<p>Eu já tinha viajado de executivo uma vez: a viagem de 3 horas foi confortável, sem sobressaltos. Os assentos são largos e altos, e dá ate pra alugar uma almofada se você quiser. Ninguém te incomoda: é hora de botar em dia a leitura, a escrita (já que viagem de trem não provoca enjôos) ou relaxar com um pouco de música. No meu trem havia espaço de sobra, e partimos e chegamos na hora marcada.</p>
<p>Uma experiência totalmente esquecível.</p>
<p>Agora, a viagem entre Probolinggo e Solo na econômica, que durou 10 horas, essa sim foi memorável. E por menos de 4 dólares , eu fui feliz.</p>
<p>Como não há lugar marcado, não haviam assentos disponíveis para todos os passageiros que embarcaram. Pânico: a viagem, repito, era de 10 horas. Mas o povo, vendo minha reação, não tardou a me tranquilizar: na próxima grande parada, desceria muita gente, e teria lugar de sobra. Bom, pensei comigo mesma: uma hora de pé não vai me matar.</p>
<p>Quando eu já estava me conformando, um bando de meninos se ofereceu para se espremer e colocar três pessoas onde só caberiam duas. E não pense que é porque sou mulher: a oferta foi estendida pelos meninos do banco da frente a meu colega holandês , um barbado de quase 1,90 de altura.</p>
<p>Com eles, conversamos sobre cultura, culinária e língua Javanesa. Descobri que meu colega de assento, um inquieto menino de 20 anos, foi representante estudantil desses comitês tipo ONU Jr. Recebi dicas preciosas. E quando eu me mostrei curiosa sobre a mercadoria de um vendedor, eles prontamente compraram uma caixa pra dividir comigo: uma espécie de biscoito doce, parecido com um torrone, feito de mandioca fermentada. Parece horrível, mas eu adorei, e talvez nunca teria me arriscado a comprar sozinha.</p>
<p>Bem divertida é a parada musical. Em sua maioria, solos ou duos de rapazes cantando e tocando violão, para receber em seguida uns trocados dos passageiros. Mas as variações são infinitas. Vi gente tocando violão que parecia de brinquedo, mais desafinado que moleque na puberdade. Vi um menino que não devia ter mais do que três anos, cantando sozinho e descalço,  arrancando olhares enternecidos da multidão. Vi senhoras sem aptidão musical alguma, cantando porque acho que cantar é a única coisa que elas tem pra oferecer. E vi grupos talentosos, com cantores profissa e percussão, bons de verdade, um prazer de se ouvir.</p>
<p>Numa viagem assim é impossível ficar com fome, já que poucos são os instantes onde não há um vendedor de comida vindo ou voltando no corredor. Sopa de almôndegas (Bakso). Arroz frito em folha de bananeira (nasi goreng). Frutas cortadinhas e embaladas. Biscoitos, guloseimas, salgadinhos, amendoins, refrescos, chá e café quente, torresmos, cigarros, entre vários outros produtos não identificados (por mim).</p>
<p>Ha também pequenas curiosidades, como os varredores: como o povo come adoidado e não há lixo por perto, tudo quando é embalagem pacote e bituca, quando não é arremessado pela janela, vai direto pro chão. Dá pra imaginar a bagunça. Mas seus problemas acabaram: volta e meia tem um varredor, que junta tudo e coloca o monte de lixo num canto. Pra em seguida, um outro varredor descamisar um santo e cobrir outro, empurrando o monte pra mais além. Ah, sim: eles não trabalham de graça, e estendem os copinhos de contribuição aos passageiros. Tem também o espirrador de Bom Ar, tentando deixar o ar mais cheiroso e ganhando uns trocados por isso.</p>
<p>O dia vai passando, o trem vai esvaziando e o povo vai relaxando. O banco da sua frente vira apoio pros pés. Um passeio pra esticar as pernas nos corredores proporciona novos encontros e novas amizades com a galera do vagão vizinho. Recebi convite pra ficar em casa de família. Rachei um saco de amendoins, daqueles de casca, com o casal ao lado. Ganhei ajuda de um professor de inglês, que me ajudou a decifrar o conteúdo de misteriosas mensagens de texto (escritas em miguxês indonesiano) que chegavam sem parar no meu celular.</p>
<p>E me emocionei vendo o menino do banco da frente, vestido de maneira humilde e aparentando não mais do que vinte anos, dividindo seu pequeno assento com o holandês, compartilhando seus poucos trocados com cada músico, cada pregador religioso , cada pedinte, cada varredor de aluguel.</p>
<p>Fique aqui com uma seleção de alguns desses trabalhadores criativos e incansáveis e seus produtos maravilhosos. Clique na seta à direita, na parte de  baixo da foto, para avançar.</p>

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		<title>O melhor de New Ireland</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Jul 2010 16:57:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberto Rocha</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://mojotrotters.com/2010/07/the-best-of-new-ireland/" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/2010/07/the-best-of-new-ireland/?referer=');"><img class="aligncenter size-full wp-image-763" title="new ireland" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/07/newireland.jpg" alt="new ireland" width="160" height="120" /></a></p>

Conheça New Ireland, uma das ilhas menos exploradas de Papua Nova Guiné. Um lugar onde praias selvagens e mergulho e surf de primeira qualidade são apenas algumas das atrações. Que tal nadar com alegres crianças locais em refrescantes rios cor de esmeralda e alimentar enguias?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object width="500" height="400"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/b-QYmXRJfvU?fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/b-QYmXRJfvU?fs=1" type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="400" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Conheça New Ireland, uma das ilhas menos exploradas de Papua Nova Guiné. Um lugar onde praias selvagens e mergulho e surf de primeira qualidade são apenas algumas das atrações. Que tal nadar com alegres crianças locais em refrescantes rios cor de esmeralda e alimentar enguias?</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Wako Napasu, empreendedor admirável</title>
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		<pubDate>Sat, 17 Jul 2010 07:14:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bianca M. Saia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Papua New Guinea]]></category>
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		<description><![CDATA[Segundo Joyce Napasu, mulher de Wako, seu marido nunca foi um homem como os outros. Se todos iam para a direita, ele ia para a esquerda. Uma criança inquieta, Wako não se contentou em seguir a trilha da família, que ainda vive de um jeito não tão diferente de como seus ancestrais viviam há milhares [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Segundo Joyce Napasu, mulher de Wako, seu marido nunca foi um homem como os outros. Se todos iam para a direita, ele ia para a esquerda. Uma criança inquieta, Wako não se contentou em seguir a trilha da família, que ainda vive de um jeito não tão diferente de como seus ancestrais viviam há milhares de anos.</p>
<h3 class="mceTemp">
<dl id="attachment_1846" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a rel="attachment wp-att-1846" href="http://mojotrotters.com/2010/07/portugues-wako-napasu-empreendedor-admiravel/roberto2-7/" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/2010/07/portugues-wako-napasu-empreendedor-admiravel/roberto2-7/?referer=');"><img class="size-full wp-image-1846" title="roberto2 7" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/07/roberto2-7.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Wako, de amarelo ao lado do Beto</dd>
</dl>
</h3>
<p>Wako, dono da agência <a href="http://www.countrytours.com.pg/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.countrytours.com.pg/?referer=');"><span style="text-decoration: underline;">Country Tours</span></a>, que existe há cinco anos, construiu a sua prosperidade com as próprias mãos. Nos Estados Unidos, uma história como a dele seria cópia xerox de tantas outras. Mas Papua Nova Guiné não é a terra das oportunidades. Este é um país onde os pais precisam pagar pela educação dos seus filhos, desde o ensino primário. E onde apenas cerca de 25% das crianças têm esse privilégio. Um país onde as brigas por terra ou mulher são resolvidas a golpes mortais de machado. Onde se come o que se planta. Onde os políticos vendem as riquezas naturais a exploradores estrangeiros em troca de propina. Onde falta luz elétrica, água encanada, saneamento básico, cuidados médicos.</p>
<p>Falta também um bem ainda mais precioso para o desenvolvimento de uma nação: o empreendedorismo. Na cidade de Wako, Mount Hagen, grandes parte dos (poucos) negócios que existem são de propriedade dos chineses, que cavaram as oportunidades que ninguém mais viu. Como já descrevemos <a href="http://mojotrotters.com/pt/2010/06/the-aimless-masses-of-the-png-highlands/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/pt/2010/06/the-aimless-masses-of-the-png-highlands/?referer=');"><span style="text-decoration: underline;">aqui</span></a>, grande parte dos nativos de Papua Nova Guiné passam uma boa parte do dia fazendo nada. Seja por falta de trabalho, falta de visão, ou força dos hábitos milenares, da vida antes das cidades.</p>
<p><a href="http://mojotrotters.com/pt/2010/06/a-night-in-a-village-home/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/pt/2010/06/a-night-in-a-village-home/?referer=');"><span style="text-decoration: underline;">Nós passamos a noite na casa de um irmão de Wako</span></a>. Um buraco no chão da sala-cozinha abriga uma fogueira, que serve de fogão e aquecimento. A fumaça invade os quartos e sufoca o nosso sono. O sanitário é um buraco no chão, o chuveiro, um balde no quintal. A família come batata-doce no café da manhã, almoço e jantar. Eles não falam inglês pois não completaram a educação básica.</p>
<p>Mas Wako trabalha, todos os dias, das 8hs às 22hs. Troca e-mails com o mundo inteiro, tem um website, 3 computadores, duas câmeras SLR, filmadora. Sua casa destoa de todas as outras casas da região: uma verdadeira mansão construída com fibras naturais. Um segurança contratado faz a vigia a noite toda. A família tem desde Jeeps 4&#215;4 até um mini-ônibus para servir os turistas. Ele podem se dar ao luxo de pagar pela educação de 4 crianças adotivas e 2 de sangue. Wako já doou uma moto para o pastor da igreja que frequenta, e sempre ajuda a muito mais gente da comunidade.</p>
<h3 class="mceTemp">
<dl id="attachment_1842" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a rel="attachment wp-att-1842" href="http://mojotrotters.com/?attachment_id=1842" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/?attachment_id=1842&amp;referer=');"><img class="size-full wp-image-1842" title="roberto2 1" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/07/roberto2-11.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a>Jacinta, pequena fotografa oficial</dt>
</dl>
</h3>
<p>Wako era o nosso único contato na região serrana de Papua Nova Guiné, os Highlands. Nessa região, que tem as mais primitivas e impressionantes culturas do país, a companhia de um guia é essencial. Nosso desejo era conhecer a cultura local e ficar hospedados em casa de família.</p>
<p>Nos seus 5 anos de agência, nosso pedido era inédito e Wako, acho eu, queria ter certeza que iríamos receber a melhor experiência possível. Para isso, ele nos hospedou na sua própria casa, junto a sua família.</p>
<p>Sim, nós assistimos às demonstrações das tribos dos Highlands, com seus homens e mulheres lindamente decorados. Visitamos uma escola, vários mercados, plantações de chá e café, subimos uma montanha e acampamos na floresta virgem.</p>
<p>Mas o que ficou marcado mesmo foi a vida junto à família Napasu. Ter (tentado) responder às perguntas de Neoma, a filha de 19 anos deles e aprendiz de guia, sobre a vida em Hollywood: &#8220;O que eles fazem com todo aquele dinheiro? Eles viajam ou ficam em Nova York? Eles fazem todos cirurgia plástica para terem aqueles corpos?&#8221; Ter conversado sobre as praias do Brasil e da neve Canadá, sobre a minha vida pagã, sobre comida e sobre amor no Ocidente, sobre música e dança. Receber cafuné e trocar abraços apertados.</p>
<h3 class="mceTemp">
<dl id="attachment_1845" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a rel="attachment wp-att-1845" href="http://mojotrotters.com/?attachment_id=1845" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/?attachment_id=1845&amp;referer=');"><img class="size-full wp-image-1845" title="roberto2 6" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/07/roberto2-61.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a> Despedida emocionante de Neoma em Mt. Hagen</dt>
</dl>
</h3>
<p>Ter visto as crianças passarem de bichinhos tímidos, que mal queriam dizer seus nomes na nossa chegada, se transformarem em nossos amigos fiéis, nos acompanhando ao centro da cidade, compartilhado seus jogos de balanço e 5 Marias, nos observando de longe ou de perto. E, bem no dia da despedida, o garoto Nathan resolveu sumir. Logo ele, que naquela semana havia até faltado à escola 2 dias pra passar mais tempo com a gente, o que para a sua família era uma forma de aprendizado. &#8220;Ele não gosta de despedidas&#8221;, foi o que a mãe deduziu.</p>
<h3 class="mceTemp">
<dl id="attachment_1843" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a rel="attachment wp-att-1843" href="http://mojotrotters.com/?attachment_id=1843" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/?attachment_id=1843&amp;referer=');"><img class="size-full wp-image-1843" title="roberto2 2" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/07/roberto2-2.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a> Nathan, nosso guia mirim</dt>
</dl>
</h3>
<p>E a mãe, Joyce, com seu grande coração de mãezona, matriarca doce e forte, me contar dos seus dias de fome. Pude testemunhar sua fé inabalável, seu riso eléctrico, sua liderança tranquila. Joyce não confiava nas suas habilidades de motorista, e dirigia com medo e devagar. Mas fez questão de dispensar o motorista e nos conduzir pra cima e pra baixo. Era mais um dos seus jeitos de nos dar amor. Joyce tinha um joelho que doía e estava longe de ser uma mulher em boa forma. Mas quando fizemos o trekking na montanha, ela foi contra o marido e contra todos que pediram que ela não fosse. &#8220;Não aguento deixar vocês dois irem lá e dormirem longe de mim. Eu preciso acompanhar vocês, ter certeza que vocês estão bem&#8221;. Isso porque outras 8 pessoas nos acompanharam.</p>
<p>Ter visto o Richard, nosso amigo e guia da montanha, rapagão forte de 17 anos e jogador de rúgby, lutar contra as lágrimas e não querer soltar do abraço de despedida do Beto.</p>
<p>Nessa estranha semana, misturamos amizade e negócios, dinheiro e amor. Ganhamos um bolo enorme de despedida, e o Beto cozinhou o primeiro macarrão bolonhesa que eles já experimentaram. Eles lavaram nossas roupas, e mancharam algumas peças com água sanitária. Fiz eles prometeram que deixariam a Noema me visitar no Canadá um dia (eles prometeram). E no fim, acho que todo mundo entendeu: somos diferentes, sim. Mas nem tanto assim.</p>
<h3 class="mceTemp">
<dl id="attachment_1844" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a rel="attachment wp-att-1844" href="http://mojotrotters.com/?attachment_id=1844" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/?attachment_id=1844&amp;referer=');"><img class="size-full wp-image-1844" title="roberto2 5" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/07/roberto2-5.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a> &#8220;Thank you for visiting PNG&#8221;</dt>
</dl>
</h3>
<p>Resrvas:<br />
Jessy Pundu<br />
sales@countrytours.com.pg<br />
PH: +(675) 542-1603 or +(675) 698-8806<br />
FAX: +(675) 542-1603</p>
<p>Informacoes:<br />
Wako Napasu<br />
<a href="mailto:wako@countrytours.com.pg">wako@countrytours.com.pg</a><br />
PH: +(675) 542-1603 or +(675) 682-3923<br />
FAX: +(675) 542-1603</p>
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		<title>Agência de Promoção Turística de PNG</title>
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		<pubDate>Sun, 04 Jul 2010 22:20:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberto Rocha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Papua New Guinea]]></category>
		<category><![CDATA[Words]]></category>
		<category><![CDATA[pays]]></category>
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		<category><![CDATA[travel-tips]]></category>

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		<description><![CDATA[Chegamos em Papua Nova Guiné achando que viajar por aqui sem gastar muito não seria possível. Mas visitando a Secretaria de Turismo de PNG a gente lembrou que pra quase tudo se dá um jeito.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Chegamos em Papua Nova Guiné achando que viajar por aqui sem gastar muito não seria possível. Mas visitando a <a href="http://www.pngtourism.org.pg/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.pngtourism.org.pg/?referer=');">Secretaria de Turismo de PNG</a> a gente lembrou que pra quase tudo se dá um jeito.</p>
<p>Nossa decisão de vir para PNG foi feita por impulso. Estávamos doidos para conhecer um país que ainda estivesse intocado pelo turismo de massa. Mas não tínhamos nem idéia por onde começar. Quando se trata de guias de turismo para PNG, quase sempre o foco é em resorts ou tours caros, feitos sob medida pra quem está disposto a desembolsar milhares de dólares por uma ou no máximo 2 semanas de mergulho, surf ou trilhas.</p>
<p>E foi esperando encontrar uma alternativa para mochileiros como nós que fomos conversar com Taita Terrence, da Agência de Promoção Turística dePNG, que tem um escritório no centro da cidade. Ela pareceu extremamente surpresa ao saber que vínhamos do Canadá. E que ainda por cima planejávamos publicar artigos sobre o país por nossa própria conta. Parecia que ela estava recebendo uma visita surpresa do Papa.</p>
<p>Taita passou uma hora com a gente. Ela nos escutou atentivamente e fez uma lista dos nossos objetivos (conhecer a cultura local, dormir nos vilarejos, talvez passar um tempo na costa) e disse que ia contactar os operadores de turismo que ela conhece dentro do pais que estivessem em sintonia com os nossos objetivos.</p>
<p>No dia seguinte, ela nos deu dois contatos. O primeiro, Wako Napasu, proprietário da agência <a href="http://www.countrytours.com.pg/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.countrytours.com.pg/?referer=');">Country Tours</a> em Mt. Hagen, região serrana. Wako nos providenciaria hospedagem em casas de família, acesso a shows culturais e nos faria participar do dia-a-dia dos vilarejos.</p>
<p>O outro contato, o centro <a href="http://www.newirelandtourism.org.pg/accomm.htm#torot" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.newirelandtourism.org.pg/accomm.htm_torot?referer=');">Peter Torot</a>, é uma hospedaria na costa com dormitórios a 25 kina (cerca de 10 dólares) por noite.</p>
<p>Graças à ela, nós vamos poder ter acesso a uma rica experiência em PNG por um custo acessível (sem contar as passagens aéreas internas, que são bem caras).</p>
<p>Nós ficamos extremamente satisfeitos com os seus serviços (gratuitos), e a recomendamos pra qualquer um que esteja pensando em viajar para PNG.</p>
<p>O escritório fica no Pacific MMI Building, 5. andar.<br />
PO Box 1291 Port Moresby<br />
Telefone: +675 320-0211</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Turismo independente e barato em PNG: difícil mas não impossível</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Jul 2010 00:21:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberto Rocha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Papua New Guinea]]></category>
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		<description><![CDATA[Não encontramos sequer um mochileiro em toda nossa estadia em PNG. E freqüentemente, fomos os primeiros já vistos pelos locais. Há uma boa razão pra isso: não há infra-estrutura alguma para receber os viajantes independentes sem muito dinheiro pra gastar.

O que não quer dizer que essa seja uma meta impossível. Você pode passar várias semanas no país de maneira relativamente econômica. Mas vai dar um pouco de trabalho.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/06/png-cheap.jpg" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/06/png-cheap.jpg?referer=');"><img class="alignnone size-full wp-image-1665" style="margin-top: 15px; margin-bottom: 15px;" title="papua new guinea highlands" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/06/png-cheap.jpg" alt="papua new guinea highlands" width="500" height="375" /></a></p>
<p>Não encontramos sequer um mochileiro em toda nossa estadia em PNG. E frequentemente, fomos os primeiros já vistos pelos locais. Há uma boa razão pra isso: não há infra-estrutura alguma para receber os viajantes independentes sem muito dinheiro pra gastar.</p>
<p>O que não quer dizer que essa seja uma meta impossível. Você pode passar várias semanas no país de maneira relativamente econômica. Mas vai dar um pouco de trabalho.</p>
<p><strong>Use a Agência de Promoção Turística (Tourism Promotion Authority)</strong></p>
<p>Não encontramos quiosques de informação turística em lugar algum, nem nos aeroporto, nem nas cidades. A maioria das pessoas que vêm a PNG compraram um pacote turístico fechado, que os custou alguns milhares de dólares.</p>
<p>E é aí que entra a <a href="http://www.pngtourism.org.pg/" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.pngtourism.org.pg/?referer=');">Tourism Promotion Authority</a>, que fica em Port Moresby, capital do país. Eles nos ofereceram ótimos conselhos e nos botaram em contato com operadores que oferecem passeios, guias e hospedagem relativamente baratos.</p>
<p><strong>Use um guia</strong></p>
<p>Fora de Port Moresby e Lae, PNG é um país perfeitamente seguro para os turistas. A violência, quando acontece, é fruto principalmente de disputas entre as tribos. Aqui, os estrangeiros são respeitados. Pra não dizer venerados.</p>
<p>Mesmo assim, recomenda-se que o turista tenha um guia local. Eles conhecem as zonas seguras da cidade, podem detectar (quando houverem) os sutis sinais de perigo, e mais importante, conhecem as melhores atrações.</p>
<p>Não há um preço padrão para um guia. Alguns podem cobrar pelo combustível ou uma taxa fixa por dia. Você vai ter que descobrir.</p>
<p>Encontrar um guia não é difícil: pergunte no seu hotel ou igreja local. Alguém vai poder te indicar um guia de confiança.</p>
<p><strong>Hospedagem</strong></p>
<p>Não há hospedagem estilo albergue para mochileiros em lugar algum em PNG. A hospedagem mais barata que encontramos foi em Kavieng, com dormitórios a 25 quina (cerca de 10 dólares) por pessoa, e que não estavam disponíveis no momento da nossa visita. Os quartos duplos custavam 100 quina (36 dólares). Mas o lugar não era um hotel propriamente, e sim um Centro católico de convenções (<a href="http://www.newirelandtourism.org.pg/accomm.htm#torot" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.newirelandtourism.org.pg/accomm.htm_torot?referer=');">Peter Torot Catholic Diocese</a>). Se você quiser economizar com hospedagem, o negócio é ficar em casa de família.</p>
<p>E conseguir isso pode ser bem fácil: nas nossas quatro semanas em PNG, só ficamos uma noite em um &#8220;hotel&#8221;  &#8211; no dito centro católico. Já na segunda noite, fizemos uma amizade e ficamos em casa de família.</p>
<p><strong>Experimente o Couchsurfing</strong></p>
<p>Em Port Moresby, fomos hospedados por um australiano &#8211; anfitrião nota mil -  que assim como nós é membro da rede <a href="http://www.couchsurfing.org/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.couchsurfing.org/?referer=');">couchsurfing.org</a>. Mas fora da capital, é mais difícil achar gente cadastrada.</p>
<p><strong>Pergunte</strong></p>
<p>Você pode, em teoria, chegar num grupo de pessoas e perguntar se alguém topa te hospedar por umas noites em troca de dinheiro (30 kinas por noite é uma oferta razoável).</p>
<p>Claro que sempre há o risco que a pessoa que se ofereça para te hospedar seja desonesta e queira tirar vantagem da situação. E é por isso que você deveria:</p>
<p><strong>Tentar a igreja local</strong></p>
<p>Nós ficamos sabendo de dois caras da República Tcheca que viajaram pelo país e se hospedaram na casa de padres, sem pagar nada por isso. Em Vanimo nós testamos esse sistema: acabamos ficando na hospedaria de uma igreja, que é destinada aos missionários e religiosos em visita à cidade. O padre disse que a gente não precisava pagar nada por isso, mas mesmo assim deixamos uma contribuição. No entanto, ele nos disse que por questões de segurança eles não abrem as portas pra qualquer um que chega por lá. Mas parece que ele foi com a nossa cara. E mesmo se você não puder ficar na própria igreja, talvez eles possam te indicar uma família de confiança.</p>
<p><strong>Transporte</strong></p>
<p>A malha rodoviária de PNG mais parece um derramamento de migalhas de miojo sobre o mapa. Por todo o país há pedacinhos de estrada, mas nenhuma rodovia que conecte todo o país. Você até pode usar o sistema público de transporte (os PMVs), mas quando acabar a estrada, acabou a viagem.</p>
<p>Se você quiser ir mais longe &#8211; e viajar entre as províncias &#8211; você precisa ir de avião.</p>
<p><strong>Vôos domésticos</strong></p>
<p>Há duas cias. aéreas em PNG, e as duas cobram preços altos. <a href="http://www.apng.com/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.apng.com/?referer=');">Airlines PNG</a> é a mais barata, mas só faz vôos curtos. Se você quiser ir mais longe, como para Kavieng ou Vanimo, você vai ter que usar a <a href="http://www.airniugini.com.pg/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.airniugini.com.pg/?referer=');">Air Niugini</a>.</p>
<p>Como em qualquer cia. aérea, os preços não fazem sentido, e reservar com antecedência geralmente é um melhor negócio. Um vôo ida e volta de Port Moresby a Kavieng, por exemplo, nos custou US$160. Mas um vôo só de ida a Vanimo, que é mais perto, foi US$250.</p>
<p><strong>Você pode dar sorte</strong></p>
<p>Em Port Moresby nós conhecemos um piloto de avião que transporta legumes e frutas vindos dos Highlands 5 dias por semana. Ele disse que eventualmente há espaço de sobra no avião e nos ofereceu uma carona a Mt. Hagen em troca de algumas cervejas.</p>
<p>Infelizmente, o avião quebrou um dia antes da viagem e precisou ficar em conserto por alguns dias. Acabamos voando com a Airlines PNG, pra não perder mais tempo em Port Moresby.</p>
<p>Mas coisas assim acontecem com freqüência. Você conhece alguém que conhece alguém e que está disposto a ajudar. Você só precisa saber onde encontrar essas pessoas.</p>
<p><strong>Vá para o Port Moresby Yatch Club</strong></p>
<p>É aqui que os expatriados da cidade, em sua maioria australianos, se reúnem para esquecer por algumas horas que estão em PNG. Pilotos e donos de iates costumam vir aqui tomar umas cervejas no happy hour. Faça um amigo e quem sabe você pode dar sorte. Só não conte com isso.</p>
<p><strong>Viaje de barco</strong></p>
<p>Sempre há barcos que param em Port Moresby para fazer compras ou  manutenção. Muitos deles seguem viagem para outras cidades costeiras e ilhas. E talvez algum deles esteja em busca de um marinheiro amador disposto a fazer algum pequeno trabalho a bordo em troca da carona. Um bom lugar pra se informar é o Yatch Club. Pergunte por lá, alguém vai saber te informar.</p>
<p><strong>Comida</strong></p>
<p>PNG têm supermercados razoáveis. E mesmo produtos simples para nós, como leite ou biscoitos, são importados da Australia e Ásia. O único problema é que a maioria desses produtos custam mais que um salário de um dia de um local.</p>
<p>Ou você pagaria US$18 por um vidro de Nescafé? Ou US$15 por um pote de Nutella?</p>
<p>Como a maioria da população cultiva a própria comida, os supermercados não vendem grandes volumes de comida importada. Esses produtos são destinados para os ricos ou expatriados saudosos. Para economizar, você vai ter que comer como um local.</p>
<p><strong>Vá para os mercados públicos</strong></p>
<p>É lá que você encontra as frutas e legumes cultivados pelos locais. Se você estiver nos Highlands, a seleção é bastante razoável e barata. Se você estiver na costa ou na capital, você vai ter que simplificar suas refeições.</p>
<p><strong>Coma os produtos domésticos</strong></p>
<p>Talvez os únicos produtos industrializado produzidos por aqui em abundância sejam as bolachas cram-cracker e as carnes enlatadas. Há uma variedade enorme nos supermercados. Não é nada gourmet, mas há coisas piores do que biscoitos com atum banhados  em molho de tomate.</p>
<h2>Contatos Úteis</h2>
<p><strong>PNG Tourism Promotion Authority</strong></p>
<p>Pacific MMI Building, Level 5</p>
<p>PO Box 1291 Port Moresby</p>
<p>Phone: +675 320-0211</p>
<p><strong><a href="http://www.countrytours.com.pg/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.countrytours.com.pg/?referer=');">Country Tours</a></strong></p>
<p>Uma agência de turismo especializada na região serrana (Highlands)</p>
<p>sales@countrytours.com.pg</p>
<p>+675 542-1603 or +675 698-8806</p>
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