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	<title>Mojotrotters &#187; couchsurfing</title>
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	<description>Mobile journalists on a world adventure</description>
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		<title>Trocando experiências pelos cartões postais  </title>
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		<pubDate>Fri, 20 Aug 2010 10:52:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bianca M. Saia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Indonesia]]></category>
		<category><![CDATA[Words]]></category>
		<category><![CDATA[pays]]></category>
		<category><![CDATA[couchsurfing]]></category>
		<category><![CDATA[culture]]></category>
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		<description><![CDATA[Minha hora chegou. Aquela hora em que a idéia de visitar templos, palácios e museus de pequeno ou médio calibre começam a dar uma certa preguiça. Acumulei um sem-número de experiências talvez belas, mas pouco significativas, que acabam se amontoando na cabeça como uma baguncinha dentro de uma gaveta. Já tenho mais fotos estilo cartão-postal que loja de souvenir.

Como manter a energia e o interesse frescos nos seus arredores, 6 meses de estrada depois?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Minha hora chegou. Aquela hora em que a idéia de visitar templos, palácios e museus de pequeno ou médio calibre começam a dar uma certa preguiça. Acumulei um sem-número de experiências talvez belas, mas pouco significativas, que acabam se amontoando na cabeça como uma baguncinha dentro de uma gaveta. Já tenho mais fotos estilo cartão-postal que loja de souvenir.</p>
<p>Como manter a energia e o interesse frescos nos seus arredores, 6 meses de estrada depois?</p>
<p>Resolvi me armar de duas estratégias.</p>
<p>a) Me hospedar na casa de locais (a.k.a. couchsurfing),</p>
<p>a) Eliminar os &#8220;checklists&#8221; dentro dos meus destinos,</p>
<p>b) Não planejar a data de saída desses destinos.</p>
<p>Fique aqui com os resultados.</p>
<p><strong>Makassar, Sulawesi</strong></p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Mayke </span></p>
<p>Não planejávamos passar mais do que duas noites nessa típica cidade grande asiática, superpopulosa, poluída e caótica, nosso porto de entrada na ilha de Sulawesi. O que teria sido um grande erro: teríamos assistido o terceiro jogo do Brasil na Copa num bar ou saguão de hotel. Mas ao invés disso, nossa anfitriã, Mayke, que não está nem aí pra futebol, teve a delicadeza de organizar uma festinha com a família na casa dela, para o nosso prazer. O jogo foi fraco, mas rolou petiscos, cerveja e papos bacanas com a família dela até de madrugada. Mayke estava de férias e foi uma companheira sem igual. Ela nos mostrou a beleza pouco acessível da sua cidade, e forneceu insights bem interessantes sobre a cultura do país.</p>
<p><a href="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/08/postais-12.jpg" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/08/postais-12.jpg?referer=');"><img class="alignnone size-full wp-image-2075" title="postais 1" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/08/postais-12.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p><strong>Solo, Java</strong></p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Nina</span></p>
<p>Vestir a camisa da empresa. Preencher auto-avaliações de perfil e  performance. Usar de proatividade na criação de projetos que promovem  um novo paradigma na inserção da empresa no novo século. E, claro,  fingir que estou ocupada. Esse dialeto pra mim já e língua morta. Mas para milhões de  trabalhadores no mundo todo, ele ainda está bem vivo. E eu pude  conferir isso de perto em uma reunião de funcionários da Gramedia, uma  livraria indonesiana que tem várias filiais no pais. Meu coração não é  de pedra, e tive pena dos cerca de 40 funcionários, num belo  sábado de manha, verem-se obrigados a fazer uma oração, ouvir um  sermão sobre globalização e cantar juntos o “grito de guerra” da  empresa. Mas foi gostoso sentir que, ufa, estou do outro lado do  balcão.</p>
<p><a href="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/08/postais-5.jpg" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/08/postais-5.jpg?referer=');"><img class="alignnone size-full wp-image-2059" title="postais 5" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/08/postais-5.jpg" alt="" width="500" height="332" /></a></p>
<p>Os funcionários da Gramedia são submetidos a sessões de tortura, quero  dizer, reuniões de equipe, todas as manhãs. Sábado é o “English Day”:  dia de afiar as competências na língua de Shakeaspere, e pagar um mico  na frente dos paquerinhas da loja. E eu fui a convidada de honra, a interpretar o difícil papel da turista perdida que precisa saber onde fica o banheiro. Não teve um que não se emocionou. Acho que eu merecia  um Oscar.</p>
<p><a href="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/08/postais-7.jpg" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/08/postais-7.jpg?referer=');"><img class="alignnone size-full wp-image-2061" title="postais 7" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/08/postais-7.jpg" alt="" width="500" height="332" /></a></p>
<p>No dia seguinte, visita aos templos Sukuh (a.k.a. Templo “Erótico”) e  Ceto. Mas como eu já disse antes, eu estou meio blasé com essa  história de templos. Felizmente, eu arrumei um jeito de me divertir.</p>
<p><a href="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/08/postais-4.jpg" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/08/postais-4.jpg?referer=');"><img class="alignnone size-large wp-image-2058" title="postais 4" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/08/postais-4-332x500.jpg" alt="" width="332" height="500" /></a></p>
<p>Meus sinceros agradecimentos à Nina, supervisora da Gramedia, que não  só me deu cama, como me apresentou as companheiras de templo, me  acompanhou em dois shows culturais lindos na cidade, e me &#8220;emprestou&#8221;  pro melhor amigo, me dando a chance de dormir numa casa Javanesa  tradicional, ao som do sininho das vacas e dos berros dos bodes.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Nana</span></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/08/postais-9.jpg" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/08/postais-9.jpg?referer=');"><img class="alignnone size-large wp-image-2063" title="postais 9" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/08/postais-9-332x500.jpg" alt="" width="332" height="500" /></a></p>
<p></span></p>
<p>A fofa da Nana merece uma menção honrosa em Solo. Finalmente vi uma indonesiana falar palavrão. Usar tecidos tradicionais com criatividade e ousadia. Mostrar seu lado rebelde e artista. A estudante de dança, natural de Sumatra, me informou sobre as performances alternativas da cidade. Me deu carona, com seus amigos igualmente divertidos, muçulmanas de véu e senso de humor afiado, de Solo a Yogyakarta. E me deixou louquinha pra vê-la, um dia, dançar nos palcos de Montreal.</p>
<p><strong><a href="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/08/postais-8.jpg" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/08/postais-8.jpg?referer=');"><img class="alignnone size-full wp-image-2062" title="postais 8" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/08/postais-8.jpg" alt="" width="500" height="333" /></a></strong></p>
<p><strong>Yogyakarta</strong></p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Fivi</span></p>
<p>Se a Fivi fosse uma flor, ela seria uma mistura de orquídea selvagem e dente-de-leão. Como foi bom brincar de mulherzinha com a Fivi por dias a fio. Três horas de massagem, exfoliação corporal e banhos de creme na segunda, tudo por menos de 8 dólares. Conversa sobre marido e panquecas pro café-da manhã ao pé da cozinha na terça. Tratamento facial e sessão de fotos – pois minha anfitrião é aspirante a modelo!, nas dunas de areia, na quarta. Foi um prazer deixar a cidade dos templos e bazares de lado em troca da companhia dessa garota esperta, viajada e sensível. Rir demais com essa “mulher-bicha”, que quem diria, não é um conceito exclusivamente ocidental.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/08/postais-11.jpg" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/08/postais-11.jpg?referer=');"><img class="alignnone size-large wp-image-2065" title="postais 11" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/08/postais-11-333x500.jpg" alt="" width="333" height="500" /></a></span></p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Mia</span></p>
<p>Eu achava que minha mãe trabalha demais. É porque eu ainda não conhecia a Mia. Mia dorme às 20h e acorda à 1 da manha. Segundo ela, cheia de energia e entusiasmo: há muito trabalho a ser feito. Enquanto o resto do mundo dorme, Mia escreve livros de inglês. Ela já conta com 5, todos publicados pela sua própria editora. Mia tem uma escola de inglês, que em seus dois aninhos de vida já conta com mais de 100 alunos. Mia trabalha com seguros, pra sustentar seu negócio. Ela é mãe e esposa. Anfitriã de incontáveis couchsurfers, com quem ela faz questão de fazer passeios pela cidade. E ela ainda arrumou tempo pra me levar no karaokê, no museu e no restaurante.</p>
<p><a href="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/08/karaoke.jpg" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/08/karaoke.jpg?referer=');"><img class="alignnone size-full wp-image-2076" title="karaoke" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/08/karaoke.jpg" alt="" width="500" height="332" /></a></p>
<p>Ah, sim: ela é Mestre de cerimônias em eventos e apresentadora de um programa de rádio semanal. Tudo isso em inglês, que nem é a sua língua materna. E que eu tive o prazer e a honra de participar, como entrevistada.  Conversamos no ar sobre imigração, sobre Brasil e Canadá, sobre turismo, sobre jornalismo. E como foi bem entrar de novo em um estúdio, do outro lado do mundo, e do outro lado da bancada.</p>
<p><a href="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/08/postais-10.jpg" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/08/postais-10.jpg?referer=');"><img class="alignnone size-full wp-image-2064" title="postais 10" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/08/postais-10.jpg" alt="" width="500" height="333" /></a></p>
<p>Claro que nem tudo é perfeito: Mia e fã da Céline Dion e da Shanya Twain.</p>
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		<title>Diários de  Couchsurfing: Rob Sajko</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Jul 2010 07:13:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bianca M. Saia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Papua New Guinea]]></category>
		<category><![CDATA[Words]]></category>
		<category><![CDATA[pays]]></category>
		<category><![CDATA[couchsurfing]]></category>
		<category><![CDATA[culture]]></category>
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		<description><![CDATA[Quis a vida que nossa estadia na inóspita cidade de Port Moresby, em Papua Nova Guiné, fosse adocicada (e apimentada) por um anfitrião sem igual: Rob Sajko.

Há dois anos Rob trocou um confortável mas previsível cotidiano australiano por uma aventura em país vizinho e selvagem. Em troca de um contrato interessante numa empresa automobilística e grande parte das despesas pagas, Rob veio tentar botar certa ordem na bagunça corporativa de PNG. Chefiar os locais que baixam a cabeça para o homem branco, mas que segundo ele invariavelmente roubam o escritório quando ninguém está olhando.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quis a vida que nossa estadia na inóspita cidade de Port Moresby, em Papua Nova Guiné, fosse adocicada (e apimentada) por um anfitrião sem igual: Rob Sajko.</p>
<p>Há dois anos Rob trocou um confortável mas previsível cotidiano australiano por uma aventura em país vizinho e selvagem. Em troca de um contrato interessante numa empresa automobilística e grande parte das despesas pagas, Rob veio tentar botar certa ordem na bagunça corporativa de PNG. Chefiar os locais que baixam a cabeça para o homem branco, mas que segundo ele invariavelmente roubam o escritório quando ninguém está olhando.</p>
<p>Muitas águas rolarem desde os três primeiros meses após sua chegada, onde Rob só pensava em voltar pra casa. &#8220;Sofri muito, muito mesmo, no começo. Mas meus amigos australianos ainda estão presos nas mesmas rotinas, bebendo as mesmas cervejas, falando sobre os mesmos assuntos. Quando eu volto pra casa é difícil entrar na sintonia deles. Ter vindo pra cá me tornou uma pessoa tão mais experiente e com uma visão de mundo que eu jamais poderia ter adquirido se eu tivesse ficado em casa&#8221;.</p>
<p>A gratidão de Rob é compreensível. Mas, confesso, admirável. Uma coisa é sair do Brasil em busca de uma vida mais confortável, seja no Canadá, na Inglaterra ou na Austrália. Outra coisa é sair da Austrália e ir parar em Port Moresby.</p>
<p>Violência, cólera, calor sufocante, espaços públicos de lazer inexistentes, legumes e frutas caros como chocolate suíço, chocolate suíço caro como ouro, vida marinha contaminada, Internet caríssima.  Port Moresby é isso, sim. E muito mais, como nos conta Rob:</p>
<p>&#8220;Todo mundo que nasceu aqui têm uma história triste pra contar. Mas a gente se apega à esse país. Eu gosto da vida social entre a comunidade dos expatriados. Pude fazer viagens incríveis dentro do país e conhecer pessoas fantásticas. Sem falar no Couchsurfing, que me abriu tanto a cabeça&#8221;.</p>
<p>Pois nós fomos dois dos felizardos a entrar nesse país por um porto seguro.</p>
<p>Rob foi como um padrinho desde o primeiro minuto, ao nos buscar no aeroporto em plena segunda-feira de manhã. Quando ao nos levar pra andar de canoa e velejar no Yatch Club, pudemos ver a cidade de Port Moresby na luz do pôr-do-sol e na brisa fresca do fim de tarde, fazendo a cidade me parecer bela pela primeira vez.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-1831" href="http://mojotrotters.com/2010/07/portugues-diarios-de-couchsurfing-rob-sajko/roberto2-6/" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/2010/07/portugues-diarios-de-couchsurfing-rob-sajko/roberto2-6/?referer=');"><img class="alignnone size-full wp-image-1831" title="roberto2 6" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/07/roberto2-6.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p>Quando no jogo de estréia do Brasil na Copa do Mundo, seu vizinho nos abriu as portas às 3 da manhã pra que assistíssemos a partida numa tela decente. Rob, doido por rugby como bom australiano (e que se lixou pra futebol), acordou na madrugada e nos acompanhou. E, no dia seguinte, tirou a televisão do próprio quarto e botou ela na sala, onde ela ficou até o fim da nossa estadia, pra que a gente não perdesse nenhum jogo.</p>
<p>Rob parecia curtir nossas histórias dentro de Papua Nova Guiné como um pai dedicado, que vibra com as alegrias dos filhos. Também fomos um pouco pais dele, cozinhando o jantar quase todas as noites e preparando suas marmitas pela manhã, para que ele tivesse o que comer no trabalho. Momentos que, segundo ele, eram dos mais preciosos.</p>
<div id="attachment_1832" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px"><a rel="attachment wp-att-1832" href="http://mojotrotters.com/2010/07/portugues-diarios-de-couchsurfing-rob-sajko/roberto2-1/" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/2010/07/portugues-diarios-de-couchsurfing-rob-sajko/roberto2-1/?referer=');"><img class="size-full wp-image-1832" title="roberto2 1" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/07/roberto2-1.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a><p class="wp-caption-text">Rob, seu amigo Joey e Beto rachando umas cervejinhas no Yatch Club</p></div>
<p>Você ainda faz questão de se hospedar em hotéis ao viajar? Você não sabe o que está perdendo.</p>
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		<title>4 dicas para conseguir hospedagem no Couchsurfing</title>
		<link>http://mojotrotters.robertorocha.info/pt/2009/12/portugues-4-dicas-para-aumentar-as-suas-chances-de-conseguir-hospedagem-no-couchsurfing/</link>
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		<pubDate>Sat, 26 Dec 2009 08:17:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bianca M. Saia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Words]]></category>
		<category><![CDATA[couchsurfing]]></category>
		<category><![CDATA[travel-tips]]></category>

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		<description><![CDATA[Ser hospedado de graça, eliminando assim uma das maiores despesas de viagem. Conhecer pessoas interessantes e interessadas em você. Descolar aquelas dicas que só os locais têm acesso. E, porque não, reestabelecer a fé na humanidade. 

Para um mochileiro, ainda não inventaram na minha opinião um conceito melhor do que o couchsurfing.

Nesse post você vai saber como aumentar as suas chancer de conseguir um sofá.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #ffffff">ii</span></p>
<h5 class="mceTemp mceIEcenter">
<dl id="attachment_568" class="wp-caption aligncenter" style="width: 460px;">
<dt class="wp-caption-dt"> <img class="size-full wp-image-568" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2009/12/aude1.jpg" alt="Aude, nossa hóspede francesa" width="450" height="600" /></dt>
<dd class="wp-caption-dd"><strong>Aude, nossa hóspede francesa</strong></dd>
</dl>
</h5>
<p>Ser hospedado de graça, eliminando assim uma das maiores despesas de viagem. Conhecer pessoas interessantes, cabeça aberta, geralmente viajadas e interessadas em você. Descolar aquelas dicas que só os locais têm acesso. Ser convidado para uma festa na casa de alguém ou uma baladinha nada turística. E, porque não, reestabelecer a fé na humanidade. Para um mochileiro, ainda não inventaram na minha opinião um conceito melhor do que o <a href="http://www.couchsurfing.org/people/bia_beto/" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.couchsurfing.org/people/bia_beto/?referer=');">Couchsurfing</a>.  Desde que me inscrevi na comunidade de surfistas de sofá de Montréal, a princípio só como anfitriã, recebo entre 1 e 5 pedidos de hospedagem por semana. É muita gente, e não posso (e nem quero) atender a todos os pedidos. Pra certas pessoas eu digo &#8220;não&#8221;, mesmo tendo tempo e lugar pra recebê-las. Pra outras eu digo &#8220;sim&#8221;, mesmo se eu estiver super ocupada, cansada e se já tiver gente hospedada em casa.  <span style="text-decoration: underline;">Como você pode aumentar suas chances de fazer parte da galera pra quem nós, os hospedeiros, dizemos sim? </span></p>
<h2>1 &#8211; Capriche no perfil</h2>
<p>Tenha um perfil atraente, completo, sem erros de ortografia, com muitas fotos e que te represente bem. Se você me parece ser alguém interessante, eu vou querer te conhecer. Se eu achar que somos altamente compatíveis, ou que você tem algo pra ensinar que eu esteja justamente interessada em aprender, eu vou dar um jeito de te arrumar um lugar em casa. No mínimo, vou propor uma data alternativa pra tentar te encaixar de algum jeito. E eu vou sentir que você é alguém que se investiu pra realmente fazer parte da comunidade, e não alguém que fez um perfil de qualquer jeito e de última hora, só pra arrumar um lugar pra ficar de graça.</p>
<h2>2 &#8211; Invista na mensagem de pedido</h2>
<p>Ponto importantíssimo. Se sua mensagem for muito genérica e tiver aquele jeitão de ctrl+c/ctrl+v, suas chances de botar o pé aqui em casa diminuem consideravelmente. Às vezes até faço uma exceção pra quem tem um profile bem interessante. Mas <span style="text-decoration: underline;">sempre</span> tente conquistar o anfitrião comentando sobre as coisas que você leu no seu profile. Use essas informações pra dizer porque esse possível encontro vai dar liga, faça um elogio sincero. Mesmo porque não é legal ser hospedado por alguém que não tem nada a ver com você. Diga por favor e obrigado. Todo mundo gosta de se sentir especial, e nós não somos diferentes. Já hospedei muitas pessoas sem referência alguma só porque fui conquistada pela mensagem de pedido. Com o <a href="http://mojotrotters.com/2010/01/couchsurfing-diaries-aelon-and-tomer/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/2010/01/couchsurfing-diaries-aelon-and-tomer/?referer=');">Tomer e o Aelon</a>, foi assim.</p>
<h2>3 &#8211; Use um bom timing</h2>
<p>Não peça hospedagem com mais de três semanas de antecedência. Entre 7 e 10 dias é um tempo ideal, na minha opinião. Em primeiro lugar, porque minha casa não é hotel. Segundo, porque eu não tenho como saber se daqui a três semanas eu vou querer viajar (principalmente durante o verão), se vai rolar uma festival, se eu vou ter que trabalhar de fim-de-semana&#8230; Pedir hospedagem de última hora é também mais arriscado, já que eu posso ter feito outros planos.</p>
<h2>4 &#8211; Consiga referências</h2>
<p>Você pode fazer como eu, e antes de usar o serviço como hóspede, abrir sua casa como anfitrião para ir construindo uma reputação na comunidade. Ou encontrar um amigo que também esteja cadastrado, e trocar referências. Mas só faça isso com gente que você conhece e confia de verdade, e em pessoa. É a sua reputação, além da segurança da comunidade, que estão em jogo.  O Couchsurfing mudou a minha vida pra melhor. E você, tem dicas, dúvidas ou experiências pra contar sobre o serviço?</p>
<h5 class="mceTemp mceIEcenter">
<dl id="attachment_589" class="wp-caption aligncenter" style="width: 476px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2009/12/P10107851.JPG" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/wp-content/uploads/2009/12/P10107851.JPG?referer=');"><img class="size-full wp-image-589" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2009/12/P10107851.JPG" alt="Terça-feira bem animada, graças à agradável companhia das surfistas Amélie e Sophie" width="466" height="349" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd"><strong>Terça-feira bem animada, graças à agradável companhia das surfistas Amélie e Sophie</strong></dd>
</dl>
</h5>
<p style="text-align: center">
]]></content:encoded>
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