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	<title>Mojotrotters &#187; food</title>
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		<title>Banquete Imperial em Hue</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Dec 2011 06:59:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bianca M. Saia</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Vietnam]]></category>
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		<description><![CDATA[O Imperador vietnamita Tu Duc (1848-1883) entrou pra história por fazer mais exigências que astro de rock em turnê internacional.

O seu chazinho matinal tinha de ser preparado a partir das gotas de água colhidas de folhas da flor de lótus. E não qualquer lótus: só valia se elas crescessem no lago da cidade imperial de Hue, capital do Vietnã durante 150 anos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><p lang="pt-BR">(BIANCA: ACRESCENTAR VALOR DOS PRATOS NO CORPO DO TEXTO)</p>
<p lang="pt-BR">O Imperador vietnamita Tu Duc (1848-1883) entrou pra  história por fazer mais exigências que astro de rock em turnê  internacional.</p>
<p lang="pt-BR">O seu chazinho matinal  tinha de ser  preparado a partir das gotas de água colhidas de folhas da flor de  lótus. E não qualquer lótus: só valia se elas crescessem no lago da  cidade imperial de Hue, capital do Vietnã durante 150 anos.</p>
<p lang="pt-BR">Na  hora do almoço, a dor-de-cabeça dos empregados era ainda maior.  Conta-se que o imperador exigia 50 pratos diferentes, preparados por 50  chefs e servidos por 50 criados a cada refeição.</p>
<p lang="pt-BR">Como  Hue não tinha tanta variedade agrícola assim, os cozinheiros tiveram  que ser particularmente criativos. Ingredientes simples, como vegetais,  ovos e peixe eram trabalhados e refinados até se tornarem  verdadeiramente especiais. O que diferenciava esses pratos do que era  servido no resto do país era a sua apresentação e preparação cheia de  etapas.</p>
<p lang="pt-BR">Tanta frescura acabou impactando a  culinária da cidade de Hue de maneira definitiva. Hoje, os banquetes  imperiais são servidos em vários restaurantes da cidade. Sem ter que  gastar muito – entre  x dólares – você pode provar um banquete com cerca  de x pratos,   preparados em sua maioria por mulheres que aprenderam o  metiê em família. Um talento que passou de geração em geração.</p>
<p lang="pt-BR">Veja aqui um álbum de fotos desse banquete bem especial, servido no restaurante <a href="http://www.ancienthue.com.vn/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.ancienthue.com.vn/?referer=');">Ancient Hue</a>.</p></p>
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		<title>A terra onde toda sexta-feira é Natal</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Mar 2011 00:52:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bianca M. Saia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Israel]]></category>
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		<description><![CDATA[Foi com saudações de “Shabat Shalom!” que dois jovens colegas em um café de Jerusalém se cumprimentaram alegremente, pouco depois das 4 da tarde. O dia era sexta-feira, quando o pôr-do-sol marca o início do dia sagrado para os judeus. Centenas de chassídicos, Torá na mão, caminhavam em direção ao Muro das Lamentações, aquele que é o seu local mais sagrado.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p lang="pt-BR"><a href="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2011/02/israel-2.jpg" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/wp-content/uploads/2011/02/israel-2.jpg?referer=');"><img class="aligncenter size-full wp-image-2974" title="israel 2" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2011/02/israel-2.jpg" alt="" width="500" height="334" /></a></p>
<p lang="pt-BR">Foi com saudações de “Shabat Shalom!” que dois jovens colegas em um café de Jerusalém se cumprimentaram alegremente, pouco depois das 4 da tarde. O dia era sexta-feira, quando o pôr-do-sol marca o início do dia sagrado para os judeus. Centenas de chassídicos, Torá na mão, caminhavam em direção ao Muro das Lamentações, aquele que é o seu local mais sagrado.</p>
<p lang="pt-BR"><a href="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2011/02/israel-1.jpg" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/wp-content/uploads/2011/02/israel-1.jpg?referer=');"><img class="aligncenter size-full wp-image-2973" title="israel 1" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2011/02/israel-1.jpg" alt="" width="500" height="334" /></a></p>
<p lang="pt-BR">O Shabat é celebrado toda semana entre família ou amigos em Israel. Para os judeus ortodoxos, toda atividade é proibida: trabalhar, dirigir, assistir televisão ou ouvir rádio, usar eletrodomésticos, servir-se do forno e até mesmo ligar ou apagar a luz. Os comércios fecham no fim da sexta-feira para só abrir no domingo, primeiro dia da semana em Israel.</p>
<p lang="pt-BR">Mas em toda religião há aqueles menos beatos. Nossos anfitriões em Jerusalém, judeus seculares, não se consideram religiosos. Eles apenas cultivam semanalmente uma das tradições mais gostosas do judaísmo: o jantar do Shabat.</p>
<p lang="pt-BR">Os filhos que já moram sozinhos vêm visitar e trazem esposa e sogro. O filho que está de viagem na América do Sul aparece em videoconferência pelo Skype. Aquele outro que mora nos Estados Unidos telefona e bate papo com todos, desejando Shabat Shalom.</p>
<p lang="pt-BR">A certa hora nos abraçamos e desejamos bons votos uns aos outros.O pão judeu, challah, é partido e cada um recebe um pedaço. Há peixe com ervas, lasanha, dois tipos de frango, arroz com nozes, taboule e salada, batata doce assada, hummus, torta pecã e frutas, além de vinho e sucos de frutas. Os homens usam o quipá e alguém se ocupa de ler uns versos sagrados. “Mas só por tradição”, eles explicam.</p>
<p lang="pt-BR">A festa só acaba de madrugada quando os visitantes, cansados e de barriga cheia, partem para suas casas. Com exceção do Papai Noel, árvore de Natal e presentes, você poderia achar que é Natal. Mas aqui eles tiveram a excelente ideia de não reduzir a festa a apenas uma vez por ano.</p>
<p lang="pt-BR">Por aqui, toda sexta-feira é dia de celebrar, de beber, de encontrar a família, de fazer uma refeição especial, de se abraçar e desejar tudo de bom.</p>
<p lang="pt-BR"><a href="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2011/02/israel-3.jpg" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/wp-content/uploads/2011/02/israel-3.jpg?referer=');"><img class="aligncenter size-large wp-image-2975" title="israel 3" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2011/02/israel-3-400x500.jpg" alt="" width="400" height="500" /></a></p>
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		<title>Varkala: cerveja, política e deduragem</title>
		<link>http://mojotrotters.robertorocha.info/pt/2010/11/varkala-boozy-skulduggery-in-paradise/</link>
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		<pubDate>Mon, 01 Nov 2010 21:46:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberto Rocha</dc:creator>
				<category><![CDATA[India]]></category>
		<category><![CDATA[Words]]></category>
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		<description><![CDATA[Em Varkala, você não vai encontrar cerveja ou drinks nos menus de quase nenhum dos inúmeros restaurantes construídos frente ao mar.

Mas experimente dizer a palavra álcool pro garçom. Ele prontamente vai tirar do bolso um menu caseiro e gasto listando os costumeiros Mojitos, Tom Collins, Cosmopolitans e outros drinks clássicos. Peça uma cerveja e receba uma geladíssima garrafa de Kingfisher em instantes.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/11/varkala-3.jpg" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/11/varkala-3.jpg?referer=');"><img class="aligncenter size-full wp-image-2501" style="margin-top: 15px; margin-bottom: 15px;" title="varkala 3" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/11/varkala-3.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p>Em Varkala, você não vai encontrar cerveja ou drinks nos menus de quase nenhum dos inúmeros restaurantes construídos frente ao mar.</p>
<p lang="pt-BR">Mas experimente dizer a palavra álcool pro garçom. Ele prontamente vai tirar do bolso um menu caseiro e gasto listando os costumeiros Mojitos, Tom Collins, Cosmopolitans e outros drinks clássicos. Peça uma cerveja e receba uma geladíssima garrafa de Kingfisher em instantes.</p>
<p lang="pt-BR">Os restaurantes não podem vender bebidas alcoólicas. Mas como em outras partes de Varkala, as regras têm seu preço.</p>
<p lang="pt-BR">De acordo com várias fontes na indústria hoteleira local, os restaurantes pagam propina para que a polícia os deixe conduzir seus negócios em paz. Essa prática, talvez tão antiga quanto as leis, não deveria ser motivo de surpresa pra ninguém que conhece a cultura de grande parte dos países de terceiro mundo.</p>
<p lang="pt-BR">Mas a história fica mais interessante quando os proprietários se servem dessa brecha pra tentar roubar os clientes dos seus concorrentes.</p>
<p><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<h5 class="mceTemp mceIEcenter">
<dl id="attachment_2499" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/11/varkala-1.jpg" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/11/varkala-1.jpg?referer=');"><img class="size-full wp-image-2499" title="varkala 1" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/11/varkala-1.jpg" alt="varkala" width="500" height="334" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd"><strong>A faixa de restaurantes e lojas no topo do morro de Varkala.</strong></dd>
</dl>
</h5>
<p><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p lang="pt-BR">Varkala, que fica no estado de Kerala, no sudoeste da Índia, é uma estância turística relativamente nova. Uma alternativa mais simples e mais barata em relação à popular Kovalam, Varkala atrai turistas de dreadlocks e que usam roupas indiana porque gostam &#8211; e não como forma de respeito à cultura local.</p>
<p lang="pt-BR">A praia nada mais é do que um pequeno trecho de areia, menor que um campo de futebol, alojado entre 2 colinas de terra avermelhada. A maioria dos negócios foram instalados no topo desses morros.  Enquanto há cinco anos o vilarejo não dispunha de mais de cinco hotéis, hoje opção é o que não falta: hospedarias baratas, chiques bangalôs, cafés e restaurantes, todos oferecendo a tradicional terapia Ayurvédica.</p>
<p lang="pt-BR">O pequeno povoado parece ter sido construído e hoje gerenciada pelos Nepaleses e Kashmires, que, para minha grande surpresa, são ótimos comerciantes. Eles trabalham como gerentes, garçons e vendedores de souvenires. Com a chegada das  monções que começam em junho, eles fecham as lojinhas e voltam pra casa.</p>
<p lang="pt-BR">Para os indianos locais sobra a maior parte dos trabalhos manuais, como conserto de telhadoos e remendo de calçadas.</p>
<p lang="pt-BR">Eu tenho passado as minhas noites no restaurante Hill Top Indian Spice, o único estabelecimento que anuncia a venda de comida indiana (O resto tenta conquistar os alemães e ingleses saudosos de casa com os chamados menus continentais).</p>
<p lang="pt-BR">A comida do Hill Top é deliciosa. O chef, um nepalês de cinquenta e poucos anos, tem trabalhado na cozinha de resorts pela Índia afora nos últimos 22 anos. O tomate recheado de curry vermelho que ele faz é tão divino que eu até pedi pra receber umas lições de culinária.</p>
<p>O restaurante abriu em agosto deste ano e tem sido um tremendo sucesso, segundo o proprietário. <em>Surpreendentemente</em>, quem vem pra Índia parece estar a fim comer comida indiana.</p>
<p lang="pt-BR">Durante um mês, enquanto o Hill Top vivia lotado, seus vizinhos “continentais” mal conseguiam encher algumas poucas mesas. A oferta em Varkala claramente cresceu mais rápido do que a demanda: seus hotéis e restaurantes trabalham muito abaixo da capacidade. E é aí que as políticas começam.</p>
<p>O restaurante Hill Top ainda não tinha molhado as mãos dos policiais. Os restaurantes concorrentes deduraram.  E o Hill Top foi fechado por dois meses.</p>
<p lang="pt-BR">O Hill Top acaba de abrir novamente, e o movimento começa a voltar devagarinho. Desta vez, com as prestações de  <a href="http://wordsmith.org/words/baksheesh.html" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/wordsmith.org/words/baksheesh.html?referer=');">baksheesh</a> &#8211; ou propina -  sendo pagas em dia.</p>
<p><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<h5 class="mceTemp mceIEcenter">
<dl id="attachment_2500" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/11/varkala-2.jpg" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/11/varkala-2.jpg?referer=');"><img class="size-full wp-image-2500" title="varkala 2" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/11/varkala-2.jpg" alt="" width="500" height="334" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd" style="text-align: left;"><strong>A cidade atrai inúmeros peregrinos, graças a seu tempo milenar.</strong></dd>
</dl>
</h5>
<p><span style="color: #ffffff;">i</p>
<p>i</span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Em Cingapura, é a comida que te consome</title>
		<link>http://mojotrotters.robertorocha.info/pt/2010/10/in-singapore-food-consumes-you/</link>
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		<pubDate>Tue, 12 Oct 2010 10:23:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberto Rocha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Singapore]]></category>
		<category><![CDATA[Words]]></category>
		<category><![CDATA[pays]]></category>
		<category><![CDATA[city]]></category>
		<category><![CDATA[culture]]></category>
		<category><![CDATA[culture shock]]></category>
		<category><![CDATA[food]]></category>

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		<description><![CDATA[Recusar comida em Cingapura é tão produtivo como teclar cinco vezes na tecla Enter do computador, na esperança que a operação se apresse. Insistir é inútil.

É como o povo expressa seu carinho. É como eles agradam e honram os visitantes. É o que eles sabem fazer de melhor.

O desafio pro turista é se sentir lisonjeado, ao invés de frustrado e indigesto.

Uma tragicomédia em três atos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Uma tragicomédia em três atos</h2>
<p>Ninguém passa fome em Cingapura. Falta oportunidade pra isso.</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #ffffff;"><a href="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/10/food-21.jpg" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/10/food-21.jpg?referer=');"><img class="aligncenter size-full wp-image-2328" style="margin-top: 14px; margin-bottom: 14px;" title="food 2" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/10/food-21.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></span></p>
<h2>Ato 1, Cena 1</h2>
<p>O termo “comida de rua”, usado bastante por aqui, talvez venha do fato que da sua mesa é possível ver um pedacinho de rua ao longe. Lau Pa Sat é a principal praça de alimentação no centro financeiro de Cingapura, um antigo mercado convertido, com cerca de <a href="http://www.laupasat.biz/listing.html" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.laupasat.biz/listing.html?referer=');">100 lojas</a> oferecendo comida asiática.</p>
<p>Cada estande tem uma borda de vidro e uma placa luminosa mostrando fotos dos seus produtos. Desdmond, um advogado local com quem fizemos amizade, circulou entre o aglomerado de mesas e cadeiras com facilidade, a despeito da sua cadeira de rodas.</p>
<p>&#8220;Nossa primeira missão é encontrar uma mesa,&#8221; ele aconselhou.</p>
<p>Seguindo a dica, eu rapidamente peguei um assento. Na mesma hora um chinês bem sério fez o sinal de &#8220;não&#8221; com os dedos, enquanto dizia algo em singlish (apelido do inglês, língua nacional de Cingapura, falado com o tempero local).</p>
<p>&#8220;A mesa já está ocupada,&#8221; me explicou Desmond. Aprendemos que em Cingapura é costume reservar a mesa com um pacote de lencinhos Kleenex enquanto você compra a comida.</p>
<h2>Ato 1, cena 2</h2>
<p>&#8220;Qual é a especialidade local,&#8221; eu perguntei com um olho virado pro Desmond e o outro olhando pra uns patos vermelhos laqueados perigosamente pendurados numa tenda vizinha. Mesmo de longe eu quase podia sentir o gosto dos famosos cinco temperos chineses.</p>
<p>Advogados são bons de leitura de linguagem corporal, e sem demora o Desmond pediu um dos patos. Acionando sua elegante cadeira de rodas elétrica, ele foi para a barraca vizinha e pediu mais dois pratos: ostras fritas e <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Char_kway_teow" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/en.wikipedia.org/wiki/Char_kway_teow?referer=');">char kway teow</a>. Na volta, ele deu uma parada em uma quarta barraca e trouxe um saquinho com três bananas empanadas.</p>
<p>Em Cingapura, o povo <a href="http://mojotrotters.com/pt/2010/11/portugues-vivendo-a-mil-por-hora-em-cingapura/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/pt/2010/11/portugues-vivendo-a-mil-por-hora-em-cingapura/?referer=');">vive com pressa</a>. Sempre um compromisso, reunião ou encontro pela frente. Ao contrário dos seus vizinhos do sudeste asiático, você raramente vê um nativo de Cingapura sentado por aí sem fazer nada. O tempo pra comer também é restrito, o que talvez explica o porquê da comida ser tão lubrificada, reduzindo assim o tempo de mastigação.</p>
<p>Após comer parecia que a gente tinha dado uns malhos em uma frigideira oleosa, mas tudo estava muito saboroso. O pato, especialmente, estava estupendo. Todos deixaram comida no prato. E duas das três bananas saíram intactas.</p>
<p>&#8220;Vamos pedir mais alguma coisa,&#8221; o Desmond ofereceu. Nós rimos educadamente da sua piada. Ele pareceu não entender.</p>
<p>Em Cingapura, com comida não se brinca.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/10/food-3.jpg" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/10/food-3.jpg?referer=');"><img class="aligncenter size-full wp-image-2327" style="margin-top: 14px; margin-bottom: 14px;" title="singapore food" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/10/food-3.jpg" alt="lau pa sat singapore" width="500" height="375" /></a></p>
<h2>Ato 2, cena 1</h2>
<p>Noitadas agitada são sinônimo de café-da-manhã bem tarde, então geralmente a gente ia pra rua ao meio-dia já de estômago cheio. Mas quando encontramos um cara de Cingapura super bacana que havíamos hospedado ano passado em Montréal, através do Couchsurfing, ele estava com fome e querendo almoçar.</p>
<p>&#8220;Tem um lugar aqui famoso pelos bolos (salgados) de cenoura,&#8221; disse Daniel instantes após nosso encontro numa praça de alimentação em Little India. A gente o informou que, apesar da nossa curiosidade, não comeríamos até bem mais tarde.</p>
<p>Ele sumiu por cinco minutos pra buscar sua refeição. Na volta, ele trazia dois pratos. Num deles, um stir-fry feito de cubos de massa, cenouras raladas e cebolinhas. O outro prato tinha os mesmos ingredientes, mas ao invés de claro o prato era escuro, devido ao molho de soja.</p>
<p>Esses são os tais <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Chai_tow_kway" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/en.wikipedia.org/wiki/Chai_tow_kway?referer=');">bolos de cenoura</a>.</p>
<p>&#8220;Quando eu era criança, eu preferia o bolo escuro,&#8221; ele disse. &#8220;Hoje em dia eu gosto mais do claro.&#8221;</p>
<p>E realmente, o bolo branco era mais saboroso, carregado de alho e especiarias. Seu irmão escurinho tinha um gosto adocicado.</p>
<p>Apesar da gente já estar com a barriga cheia de café-da-manhã, nós encaramos algumas garfadas. Daniel pediu licença e voltou com um prato de rojak, uma salda de frutas e vegetais coberta com molho de amendoim. Ele havia esquecido de pedir a sua refeição.</p>
<p>A gente só conseguiu comer um terço de cada bolo de cenoura. Uma garfada mais necessitaria de uma bomba estomacal ou bulimia prévias. &#8220;Vocês ainda estão com fome?,&#8221; perguntou Daniel.</p>
<p>Certo, eles gostam de zoar com os turistas, a gente pensou. É a pegadinha nacional. Você tem que achar algum jeito de extravasar nesse país tão cheio de ordem, limpeza e regras.</p>
<p>Daniel levantou e, novamente, em cinco minutos, voltou com duas tigelas. Uma estava cheia de uma espécie de spaghetti preto gelatinoso e cubos de gelo. A outra tinha um creme aerado branco.</p>
<p>80% das duas sobremesas foram deixadas intactas na mesa.</p>
<h2>Ato 2, cena 2</h2>
<p>O caixa na loja de sobremesas <a href="http://thefoodlaw.blogspot.com/2007/04/ah-chew-desserts.html" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/thefoodlaw.blogspot.com/2007/04/ah-chew-desserts.html?referer=');">Ah Chew Desserts</a> escolhe um consumidor ao acaso para concorrer a uma segunda porção de doce. Eu fui um dos escolhidos após pagar pela nossa pasta de amêndoas com bolas de gergelim e a gelatina de manga com sagu do Daniel.</p>
<p>O cara me pediu pra inserir uma bolinha de borracha numa estrutura de vidro cheia de varetas. A gravidade se encarregaria de jogar a bola caixa abaixo até que ela caísse em uma das oito aberturas na base. Minha bola caiu no &#8220;Grass jelly with fruits&#8221;.</p>
<p>O caixa então carimbou o verso do meu recibo: válido para uma sobremesa grátis, até 30 dias após a data da compra. Legal! Eu poderia voltar lá no dia seguinte.</p>
<p>Cinco minutos após minha primeira colherada de pasta de amêndoas – mais para uma sopa fria, na verdade – a garçonete trouxe uma tigela transbordando de gelatina e frutas em cubos. Ela pediu meu recibo carimbado.</p>
<p>&#8220;O quê,&#8221; ela me perguntou sem acreditar quando eu disse que não queria a sobremesa naquela hora. &#8220;Você só vai comer um prato?&#8221;</p>
<h5 class="mceTemp mceIEcenter">
<dl id="attachment_2325" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/10/food-1.jpg" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/10/food-1.jpg?referer=');"><img class="size-full wp-image-2325" title="food 1" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/10/food-1.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd"><strong>Uma tenda de comida em Cingapura. Cada vendedor recebe uma classificação &#8211; nesse caso, um &#8220;A&#8221;, a nota mais alta &#8211; de acordo com a limpeza do lugar.</strong> </dd>
</dl>
</h5>
<h2>Ato 3</h2>
<p>Il Lido é um restaurante no Sentosa Golf Club, um playground pra ricos numa península ao sul de Cingapura. Nós fomos jantar lá convidados por um grupo de advogados e empresários com quem fizemos amizade.</p>
<p>Desmond, nosso amigo advogado é apaixonado por vinhos finos. Ele sugeriu que todos nós pedíssemos o menu de degustação, já que ele tinha trazido quatro vinhos diferentes que acompanhavam especificamente aqueles pratos.</p>
<p>O banquete começou com atum selado na frigideira, seguido de duas vieiras grelhadss com prosciutto crocante, tagliatelli com molho de tomate e lagosta e steaks de filé mignon. Para encerrar, petit-gatêau com sorvete de creme. Capuccinos e vinho de sobremesa completaram a refeição.</p>
<p>Duas coisas unem o povo de Cingapura: limpeza e amor pela comida. Qualquer discussão, seja qual for o tema, vai acabar em culinária. Todo mundo parece ser um expert. Ninguém ficou em cima do muro. O veredito: a comida estava medíocre e as porções, pequenas demais.</p>
<p>Veio a conta. Nada daquelas discussões sobre quem paga o quê. Uma pessoa se ofereceu para pagar a fatura, e o resto do grupo concordou em enviar sua parte pelo bankline.</p>
<p>Um dos convivas nos olhou e disse, &#8220;Vocês estão a fim de comer comida de verdade? Nós estamos indo jantar. Conhecemos um lugar que faz noodles de carne maravilhosas.&#8221;</p>
<p>Recusamos a oferta delicadamente. No dia seguinte, ficamos sabendo que a turminha pediu cinco pratos.</p>
<h2>Epílogo</h2>
<p>Recusar comida em Cingapura é tão produtivo como teclar cinco vezes na tecla Enter do computador, na esperança que a operação se apresse. Insistir é inútil.</p>
<p>Para o povo daqui, a comida é sagrada . Nessa cidade-país, que não tem campo ou história nacional mais antiga do que 190 anos, nenhuma cultura sobrevivente do seu povo nativo, comida é a identidade nacional.</p>
<p>É como o povo expressa seu carinho. É como eles agradam e honram os visitantes. É o que eles sabem fazer de melhor.</p>
<p>O desafio pro turista é se sentir lisonjeado, ao invés de frustrado e indigesto.</p>
<p>E se você quiser ficar podre de rico, descubra como o povo daqui não é obeso e faça um pílula com a tal fórmula.</p>
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		<title>Trem da alegria</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Aug 2010 17:14:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bianca M. Saia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Indonesia]]></category>
		<category><![CDATA[Words]]></category>
		<category><![CDATA[pays]]></category>
		<category><![CDATA[budget]]></category>
		<category><![CDATA[culture]]></category>
		<category><![CDATA[emotions]]></category>
		<category><![CDATA[food]]></category>
		<category><![CDATA[people]]></category>
		<category><![CDATA[transportation]]></category>

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		<description><![CDATA[É gozado como as experiências mais irritantes dentro do seu próprio país se tornam automaticamente folclóricas e exóticas em terras distantes.

Acho que pouco brasileiro  em sã consciência, tendo a escolha entre tomar um táxi com ar-condicionado ou um ônibus quente e cheio de vendedores ambulantes – se o preço fosse o mesmo – ficaria com a segunda opção. Incluindo eu. Mas, longe de casa, a experiência povão e gloriosa. É entretenimento puro e gratuito.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-1976" href="http://mojotrotters.com/2010/08/portugues-trem-da-alegria/trem/" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/2010/08/portugues-trem-da-alegria/trem/?referer=');"><img class="alignnone size-full wp-image-1976" title="trem" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/08/trem.jpg" alt="" width="500" height="332" /></a></p>
<p>É gozado como as experiências mais irritantes dentro do seu próprio país se tornam automaticamente folclóricas e exóticas em terras distantes.</p>
<p>Acho que pouco brasileiro  em sã consciência, tendo a escolha entre tomar um táxi com ar-condicionado ou um ônibus quente e cheio de vendedores ambulantes – se o preço fosse o mesmo – ficaria com a segunda opção. Incluindo eu. Mas, longe de casa, a experiência povão e gloriosa. É entretenimento puro e gratuito.</p>
<p>Ao tomar um trem em Java, você tem três escolhas: carro primeira classe, com lugar marcado e ar-condicionado. Trem executivo, também com assento marcado mas sem ar. E trem econômico, incrivelmente barato, lotado, e cheio de calor humano.</p>
<p>Eu já tinha viajado de executivo uma vez: a viagem de 3 horas foi confortável, sem sobressaltos. Os assentos são largos e altos, e dá ate pra alugar uma almofada se você quiser. Ninguém te incomoda: é hora de botar em dia a leitura, a escrita (já que viagem de trem não provoca enjôos) ou relaxar com um pouco de música. No meu trem havia espaço de sobra, e partimos e chegamos na hora marcada.</p>
<p>Uma experiência totalmente esquecível.</p>
<p>Agora, a viagem entre Probolinggo e Solo na econômica, que durou 10 horas, essa sim foi memorável. E por menos de 4 dólares , eu fui feliz.</p>
<p>Como não há lugar marcado, não haviam assentos disponíveis para todos os passageiros que embarcaram. Pânico: a viagem, repito, era de 10 horas. Mas o povo, vendo minha reação, não tardou a me tranquilizar: na próxima grande parada, desceria muita gente, e teria lugar de sobra. Bom, pensei comigo mesma: uma hora de pé não vai me matar.</p>
<p>Quando eu já estava me conformando, um bando de meninos se ofereceu para se espremer e colocar três pessoas onde só caberiam duas. E não pense que é porque sou mulher: a oferta foi estendida pelos meninos do banco da frente a meu colega holandês , um barbado de quase 1,90 de altura.</p>
<p>Com eles, conversamos sobre cultura, culinária e língua Javanesa. Descobri que meu colega de assento, um inquieto menino de 20 anos, foi representante estudantil desses comitês tipo ONU Jr. Recebi dicas preciosas. E quando eu me mostrei curiosa sobre a mercadoria de um vendedor, eles prontamente compraram uma caixa pra dividir comigo: uma espécie de biscoito doce, parecido com um torrone, feito de mandioca fermentada. Parece horrível, mas eu adorei, e talvez nunca teria me arriscado a comprar sozinha.</p>
<p>Bem divertida é a parada musical. Em sua maioria, solos ou duos de rapazes cantando e tocando violão, para receber em seguida uns trocados dos passageiros. Mas as variações são infinitas. Vi gente tocando violão que parecia de brinquedo, mais desafinado que moleque na puberdade. Vi um menino que não devia ter mais do que três anos, cantando sozinho e descalço,  arrancando olhares enternecidos da multidão. Vi senhoras sem aptidão musical alguma, cantando porque acho que cantar é a única coisa que elas tem pra oferecer. E vi grupos talentosos, com cantores profissa e percussão, bons de verdade, um prazer de se ouvir.</p>
<p>Numa viagem assim é impossível ficar com fome, já que poucos são os instantes onde não há um vendedor de comida vindo ou voltando no corredor. Sopa de almôndegas (Bakso). Arroz frito em folha de bananeira (nasi goreng). Frutas cortadinhas e embaladas. Biscoitos, guloseimas, salgadinhos, amendoins, refrescos, chá e café quente, torresmos, cigarros, entre vários outros produtos não identificados (por mim).</p>
<p>Ha também pequenas curiosidades, como os varredores: como o povo come adoidado e não há lixo por perto, tudo quando é embalagem pacote e bituca, quando não é arremessado pela janela, vai direto pro chão. Dá pra imaginar a bagunça. Mas seus problemas acabaram: volta e meia tem um varredor, que junta tudo e coloca o monte de lixo num canto. Pra em seguida, um outro varredor descamisar um santo e cobrir outro, empurrando o monte pra mais além. Ah, sim: eles não trabalham de graça, e estendem os copinhos de contribuição aos passageiros. Tem também o espirrador de Bom Ar, tentando deixar o ar mais cheiroso e ganhando uns trocados por isso.</p>
<p>O dia vai passando, o trem vai esvaziando e o povo vai relaxando. O banco da sua frente vira apoio pros pés. Um passeio pra esticar as pernas nos corredores proporciona novos encontros e novas amizades com a galera do vagão vizinho. Recebi convite pra ficar em casa de família. Rachei um saco de amendoins, daqueles de casca, com o casal ao lado. Ganhei ajuda de um professor de inglês, que me ajudou a decifrar o conteúdo de misteriosas mensagens de texto (escritas em miguxês indonesiano) que chegavam sem parar no meu celular.</p>
<p>E me emocionei vendo o menino do banco da frente, vestido de maneira humilde e aparentando não mais do que vinte anos, dividindo seu pequeno assento com o holandês, compartilhando seus poucos trocados com cada músico, cada pregador religioso , cada pedinte, cada varredor de aluguel.</p>
<p>Fique aqui com uma seleção de alguns desses trabalhadores criativos e incansáveis e seus produtos maravilhosos. Clique na seta à direita, na parte de  baixo da foto, para avançar.</p>

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		<title>Mascando betel nut em PNG</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Aug 2010 16:12:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberto Rocha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Papua New Guinea]]></category>
		<category><![CDATA[Videos]]></category>
		<category><![CDATA[pays]]></category>
		<category><![CDATA[culture]]></category>
		<category><![CDATA[culture shock]]></category>
		<category><![CDATA[food]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://mojotrotters.com/2010/08/chewing-betel-nut-in-png/" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/2010/08/chewing-betel-nut-in-png/?referer=');"><img class="aligncenter size-full wp-image-763" title="betelnut" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/08/betelnut.jpg" alt="betelnut" width="160" height="120" /></a></p>

Nós pedimos a uma garota local que nos mostrasse como se masca o betel nut (em português, noz de bétele ou noz de areca), desfrutado e cuspido em seguida pelos nativos de Papua Nova Guiné. A experiência foi um pouco mais intensa do que a gente esperava.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object width="500" height="400"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/Yybr7phykIM?fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/Yybr7phykIM?fs=1" type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="400" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Nós pedimos a uma garota local que nos mostrasse como se masca o betel nut (em português, noz de bétele ou noz de areca), desfrutado e cuspido em seguida pelos nativos de Papua Nova Guiné. A experiência foi um pouco mais intensa do que a gente esperava.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Togean Islands: Chore para sair</title>
		<link>http://mojotrotters.robertorocha.info/pt/2010/07/portugues-togean-islands-chore-para-sair/</link>
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		<pubDate>Fri, 23 Jul 2010 08:58:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bianca M. Saia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Indonesia]]></category>
		<category><![CDATA[Words]]></category>
		<category><![CDATA[pays]]></category>
		<category><![CDATA[coast]]></category>
		<category><![CDATA[cruising]]></category>
		<category><![CDATA[food]]></category>
		<category><![CDATA[people]]></category>
		<category><![CDATA[travel-tips]]></category>

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		<description><![CDATA[Você não acha que lugar é que nem gente? Há os atraentes, os violentos, aqueles difíceis de gostar à primeira vista, os chatos, os frios, os exuberantes, os generosos.

Viajando a gente encontra todo tipo de lugar. E todo tipo de gente. E descobre lugares como Togean Islands, também conhecido como o número que eu calço, minha menina dos olhos, meu novo amor. Putz, como é bom se apaixonar.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-1927" href="http://mojotrotters.com/2010/07/portugues-togean-islands-chore-para-sair/ultimos-posts-16/" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/2010/07/portugues-togean-islands-chore-para-sair/ultimos-posts-16/?referer=');"><img class="alignnone size-full wp-image-1927" title="ultimos posts 16" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/07/ultimos-posts-16.jpg" alt="" width="500" height="332" /></a></p>
<p>Você não acha que lugar é que nem gente? Há os atraentes, os violentos, aqueles difíceis de gostar à primeira vista, os chatos, os frios, os exuberantes, os generosos.</p>
<p>Tem gente que a gente não quer ver nem pintado, e lugar por quem a gente fica babando. Gente por quem faríamos sacrifícios e promessas. Lugar com quem a gente quer casar e ficar juntos o resto da vida.</p>
<p>Viajando a gente encontra todo tipo de lugar. E todo tipo de gente. E descobre lugares como Togean Islands, também conhecido como o número que eu calço, minha menina dos olhos, meu novo amor. Putz, como é bom se apaixonar.</p>
<p>Foram <span style="text-decoration: underline;"><a href="http://mojotrotters.com/pt/2010/07/portugues-togean-islands-pague-para-entrar/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/pt/2010/07/portugues-togean-islands-pague-para-entrar/?referer=');">precisos três dias </a></span>(cruéis) de viagem para botar os pés nas suas areias. E claro, é preciso computar o tempo da volta. O que, em parte, explica seu esplendor: não há jeito fácil de chegar aqui. Ponto a menos para o turismo de massa. Ponto a mais pra quem tiver disposição de encarar a viagem.</p>
<p>Passamos uma seaman esplendorosa em duas de suas ilhas: Kadidiri e Pagempa.</p>
<p><strong>Kadidiri</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Nesta ilha, o destino mais popular de quem vem à Togean, três hotéis dividem a areia: Paradise, Black Marlin e Lestari.</p>
<p>Nesses três estabelecimentos, o esquema é pensão completa: café, almoço e jantar. Bebidas à parte. Nada de piscinas, discotecas, ou carrinhos de golfe pra te levar do quarto à recepção: o esquema é rústico, básico mas charmoso. Os bangalôs estão instalados na areia. A eletricidade só funciona das 18hs às 22hs.</p>
<p>O Lestari é o mais despojado: seus quartos, verdadeiros retângulos de madeira, abrigam pouco mais do que um colchão no chão e um mosquiteiro. Uma família está no comando daquele que é a hotel mais barato da ilha: de 75 a 100 mil rúpias por pessoa, por dia (ou de 8 a 11 dólares por dia), incluindo todas as refeições. O único banheiro é dividido entre os 10 quartos. Pra um mochileiro que não quer gastar muito, é uma opção válida. E você ainda encontra por lá fofurinhas como essas:</p>
<p><a rel="attachment wp-att-1935" href="http://mojotrotters.com/2010/07/portugues-togean-islands-chore-para-sair/ultimos-posts-7/" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/2010/07/portugues-togean-islands-chore-para-sair/ultimos-posts-7/?referer=');"><img class="alignnone size-full wp-image-1935" title="ultimos posts 7" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/07/ultimos-posts-7.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p>Logo ao lado, o hotel Black Marlin. O ambiente gira em torno do mergulho:  se você não fizer parte dessa turma, talvez se sinta meio peixe fora d&#8217;água. A área comum é bem gostosa e convivial:  ideal para tomar várias cervejinhas em frente ao mar com seus novos amigos. Os quartos são mais mobiliados do que no Lestari, com banheiros privativos, e as diárias vão de 180 mil a 200 mil rúpias (entre 20 e 23 dólares por pessoas, por dia). Ouvimos um comentário negativo do lugar: a comida, apesar de boa, vêm em pouca quantidade e não dá pra repetir. Se você come bastante, talvez saia da mesa com fome.</p>
<p>Finalmente chegamos ao Paradise, a nossa escolha. O nome cai bem: seus bangalôs são espaçosos, com cama king sie, rede na varanda e banheiro de pedra. Depois de 5 meses dormindo em beliches de albergue ou hotéis chinfrins, os Mojos resolveram brincar de lua-de-mel e cacifar o quarto de 200 mil rúpias, ou pouco mais de 20 dólares por pessoa por noite. O que, cá entre nós, para dormir nesse quarto, curtir seus sofás e lounges e jardins, e curtir uma comida deliciosa e farta, é um trocado.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-1936" href="http://mojotrotters.com/2010/07/portugues-togean-islands-chore-para-sair/ultimos-posts-6/" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/2010/07/portugues-togean-islands-chore-para-sair/ultimos-posts-6/?referer=');"><img class="alignnone size-full wp-image-1936" title="ultimos posts 6" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/07/ultimos-posts-6.jpg" alt="" width="500" height="332" /></a></p>
<p>A escola de mergulho do Paradise, chefiada durante nossa estadia pelo francês (mais francês impossível) Bertrand, propõe, assim como no Black Marlin, uma série de cursos de mergulho, do iniciante absoluto ao avançado. Quase todos os dias um barquinho leva os mergulhadores a vários destinos diferentes do arquipélago. Se você, como nós, não é mergulhador acreditado e não tem essa pretensão, peça ao Bertrand para te levar num &#8220;Discovery Diving&#8221;: a região é mais do que abençoada para isso. O mergulho em Una Una, deslumbrante, deixou até mesmo o Bertrand eufórico, por ter nadado entre um cardume de centenas de barracudas. Entre os mergulhadores, alguns deles com centenas de mergulhos de experiência, o comentário foi unânime: é raro que uma experiência de mergulho seja fascinante e que  a quantidade e variedade de peixes, tão espetacular, como aquela manhã na Indonésia.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-1929" href="http://mojotrotters.com/2010/07/portugues-togean-islands-chore-para-sair/ultimos-posts-9/" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/2010/07/portugues-togean-islands-chore-para-sair/ultimos-posts-9/?referer=');"><img class="alignnone size-full wp-image-1929" title="ultimos posts 9" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/07/ultimos-posts-9.jpg" alt="" width="500" height="281" /></a></p>
<p>Se você realmente não tiver a fim de mergulhar, assim mesmo peça pra ir de carona no barco deles e faça snorkel. O mar parece uma piscina, de tão claro, e dá pra ver muito coisa mesmo da superfície. O almoço é servido numa ilha deserta. Na volta para o hotel, alguns golfinhos ao longe, arco-íris e peixes voadores completam a experiência.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-1930" href="http://mojotrotters.com/2010/07/portugues-togean-islands-chore-para-sair/ultimos-posts-11/" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/2010/07/portugues-togean-islands-chore-para-sair/ultimos-posts-11/?referer=');"><img class="alignnone size-full wp-image-1930" title="ultimos posts 11" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/07/ultimos-posts-11.jpg" alt="" width="500" height="281" /></a></p>
<p><strong>Pagempa</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Após quatro noites gloriosas no Paradise, seguimos o conselho de outros viajantes e seguimos viagem para o Fadhilla Cottages, a uma hora de viagem do Paradise. Negociamos um barco a 350 mil rúpias, que levava até 5 passageiros.</p>
<p>O Fadhilla também dispõe de belos bangalôs, a 125 ou 150 mil rúpias por pessoa por noite. Mas de disponível na nossa chegada, apenas o alojamento que na verdade são 4 quartos de casal bem simples, com um colchão no chão e uma mesa, construídos dentro da mesma estrutura e com finas divisórias de madeira. Ou seja: dá para ouvir os vizinhos tossindo, cochichando ou fazendo o que quer que eles queiram fazer aquela noite. O alojamento tem vista pro mar, mas é improvável que você vá querer curtir a vista de dentro deste quarto.</p>
<p>O preço do alojamento é de 100 mil rúpia por pessoa por noite, ou cerca de 12 dólares. Parecia razoável, e resolvemos economizar uns trocados ficando por lá mesmo.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-1933" href="http://mojotrotters.com/2010/07/portugues-togean-islands-chore-para-sair/ultimos-posts-14/" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/2010/07/portugues-togean-islands-chore-para-sair/ultimos-posts-14/?referer=');"><img class="alignnone size-full wp-image-1933" title="ultimos posts 14" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/07/ultimos-posts-14.jpg" alt="" width="500" height="332" /></a></p>
<p>Se em quesito alegorias e quesito figurino o Fadhila perdeu do Paradise, em quesito animação eles foram os campeões. O lugar tinha alma, devido à família do proprietário, todos extremamente simpáticos e envolvidos com os hóspedes. Toda tarde, rolavam partidas de ping-pong e vôlei na areia. As refeições eram pra comer chorando: peixe fresco ou frango (criados e sacrificados por ali mesmo), com cerca de 5 acompanhamentos diferentes, deliciosos e sempre diferentes.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-1932" href="http://mojotrotters.com/2010/07/portugues-togean-islands-chore-para-sair/ultimos-posts-13/" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/2010/07/portugues-togean-islands-chore-para-sair/ultimos-posts-13/?referer=');"><img class="alignnone size-full wp-image-1932" title="ultimos posts 13" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/07/ultimos-posts-13.jpg" alt="" width="500" height="332" /></a></p>
<p>Côco fresco ou seco e canoas estavam à disposição dos hóspedes o dia todo. Uma belíssima barreira de corais pertinho da areia, bem fácil para explorar de snorkel, e um vilarejo de nativos na ilha em frente (que você pode visitar) completavam o cenário.</p>
<p>Togean Islands é atraente como uma estrela de cinema, acolhedora e generosa como sua tia preferida, e charmosa como o seu primeiro amor. Perfeita em todos os aspectos.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-1934" href="http://mojotrotters.com/2010/07/portugues-togean-islands-chore-para-sair/ultimos-posts-15/" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/2010/07/portugues-togean-islands-chore-para-sair/ultimos-posts-15/?referer=');"><img class="alignnone size-full wp-image-1934" title="ultimos posts 15" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/07/ultimos-posts-15.jpg" alt="" width="500" height="281" /></a></p>
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		<title>A comida na região serrana de PNG</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Jul 2010 10:23:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberto Rocha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Papua New Guinea]]></category>
		<category><![CDATA[Videos]]></category>
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		<category><![CDATA[culture]]></category>
		<category><![CDATA[food]]></category>
		<category><![CDATA[people]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://mojotrotters.com/2010/07/food-in-the-png-highlands/" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/2010/07/food-in-the-png-highlands/?referer=');"><img class="aligncenter size-full wp-image-763" title="food" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/07/hlands.jpg" alt="food" width="160" height="120" /></a></p>

Nos Highlands, região serrana de Papua Nova Guiné, em se plantando (quase) tudo dá. 
Grande parte do que é consumido no resto do país é plantado nessa fértil região agrícola.

Nesse vídeo, você vai ver como a população local cultiva e prepara seus alimentos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object width="500" height="306"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/rVmu2s_xSrQ?fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/rVmu2s_xSrQ?fs=1" type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="306" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Nos Highlands, região serrana de Papua Nova Guiné, em se plantando (quase) tudo dá. Grande parte do que é consumido no resto do país é plantado nessa fértil região agrícola.</p>
<p>Nesse vídeo, você vai ver como a população local cultiva e prepara seus alimentos.</p>
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		<title>O lado bom (e o ruim) da comida de PNG</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Jul 2010 22:03:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberto Rocha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Papua New Guinea]]></category>
		<category><![CDATA[Words]]></category>
		<category><![CDATA[pays]]></category>
		<category><![CDATA[culture]]></category>
		<category><![CDATA[food]]></category>

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		<description><![CDATA[Papua Nova Guiné é um país em desenvolvimento, e como tal, tem mais problemas que livro de matemática. Mas aqui, ninguém passa fome.

O solo da região serrana é particularmente fértil, e praticamente todas as famílias do país têm uma porção de terra, usada para plantar e colher comida fresquinha o ano inteiro.

Toda casa tem no mínimo uma plantação de batata-doce e repolho, talvez alguns porcos e várias árvores frutíferas, de banana, laranja, tangerina e goiaba, por exemplo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-1711" href="http://mojotrotters.com/2010/07/the-good-and-bad-of-highland-food/food-3/" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/2010/07/the-good-and-bad-of-highland-food/food-3/?referer=');"><img class="alignnone size-full wp-image-1711" style="margin-top: 15px; margin-bottom: 15px;" title="PNG food" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/06/food-3.jpg" alt="PNG food" width="500" height="375" /></a></p>
<p>Papua Nova Guiné é um país em desenvolvimento, e como tal, tem mais problemas que livro de matemática. Mas aqui, ninguém passa fome.</p>
<p>O solo da região serrana é particularmente fértil, e praticamente todas as famílias do país têm uma porção de terra, usada para plantar e colher comida fresquinha o ano inteiro.</p>
<p>Toda casa tem no mínimo uma plantação de batata-doce e repolho, talvez alguns porcos e várias árvores frutíferas, de banana, laranja, tangerina e goiaba, por exemplo.</p>
<p>É fácil avistar  as plantações de batata-doce, com seus característicos morros pintados de folhas vermelhas, de longe. Esses pequeninos montes de terra foram recheados de ervas daninhas e mato velho, que ao decompor sob o solo liberam preciosos nutrientes.</p>
<h5 class="mceTemp">
<dl id="attachment_1710" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a rel="attachment wp-att-1710" href="http://mojotrotters.com/2010/07/the-good-and-bad-of-highland-food/food-2/" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/2010/07/the-good-and-bad-of-highland-food/food-2/?referer=');"><img class="size-full wp-image-1710" style="margin-top: 12px; margin-bottom: 12px;" title="laulau" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/06/food-2.jpg" alt="laulau fruit png" width="500" height="375" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd"><strong>Uma porção de laulau</strong></dd>
</dl>
</h5>
<p>Quem tem mais terra, planta batatas, ervilhas, cebolas, brócolis, couve-flor, pepinos e verduras. Alguns poucos agricultores cultivam tomates, amendoins, gengibre, inhame e cana-de-açúcar.</p>
<p>Outras frutas locais: abacaxi, mamão papaia, abacates, morangos, e sugar fruit (uma versão mais doce do maracujá).</p>
<p>Algumas das frutas únicas da região são o laulau, uma frutinha vermelha em formado de sino, crocante e suculenta, com um sutil sabor de melancia. O white pandanut é do tamanho de uma bola de basquete, com espinhos do lado de fora e recheado com uma polpa amaneirada, que ao ser mastigada por tempo suficiente libera um leve gosto de noz.</p>
<p>Seu primo, o red pandanut, parece um milho mutante, gigante e vermelho, que quando cozido libera uma pasta de vermelho intenso, cujo sabor lembra vagamente brotos de bambu.</p>
<h5 class="mceTemp">
<dl id="attachment_1709" class="wp-caption alignnone" style="width: 403px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a rel="attachment wp-att-1709" href="http://mojotrotters.com/2010/07/the-good-and-bad-of-highland-food/food-1/" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/2010/07/the-good-and-bad-of-highland-food/food-1/?referer=');"><img class="size-full wp-image-1709" style="margin-top: 12px; margin-bottom: 12px;" title="red panda nut" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/06/food-1.jpg" alt="red panda nut" width="393" height="524" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd"><strong>Um vendedor de  &#8220;red pandanut&#8221;</strong></dd>
</dl>
</h5>
<p><strong>Como eles preparam a comida</strong></p>
<p>Talvez a única virtude da cozinha de PNG seja a simplicidade. Aqui, tudo é fervido, frito ou assada no fogo.</p>
<p>As pessoas não parecem se preocupar em misturar os ingredientes de maneiras criativas e interessantes, preferindo preparar cada ingrediente individualmente. Às vezes um frango pode ser servido com gengibre e cebolinha, cozinhados separadamente e depositados individualmente no prato. Não se vendem temperos ou especiarias nos mercados externos.</p>
<p>A comida mais corrente por aqui é a batata-doce assada no fogo. Os tubérculos são jogados nas brasas quentes, e depois descascados à mão. Outra comida favorita é a banana salgada, uma prima do plátano, fervida até ficar mais ou menos maciz. Ela é densa, farinhenta, e bem sem gosto.</p>
<h5 class="mceTemp">
<dl id="attachment_1712" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a rel="attachment wp-att-1712" href="http://mojotrotters.com/2010/07/the-good-and-bad-of-highland-food/food-4/" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/2010/07/the-good-and-bad-of-highland-food/food-4/?referer=');"><img class="size-full wp-image-1712" style="margin-top: 12px; margin-bottom: 12px;" title="sugar cane " src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/06/food-4.jpg" alt="sugar cane png" width="500" height="375" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd"><strong>Curtindo uma doce cana-de-açúcar</strong></dd>
</dl>
</h5>
<p>Os nativos de Papua Nova Guiné têm um fraco por carnes enlatadas. Sua diversidade em qualquer supermercado não faz vergonha à quantidade de tipos de sucrilhos na América do Norte. Eu nunca imaginei que em algum lugar do mundo você tivesse cinco marcas de lata de apresuntado ao seu dispor.</p>
<p>Uma &#8220;especialidade&#8221; memorável da região é o toucinho de carneiro. Como o nome sugere, esse não é nem de longe o corte mais nobre do animal. Parece um pouco com bacon, com finas camadas de carne e gordura. Mas é delicioso, crocante, e quem come fica com o rosto totalmente lambuzado.</p>
<p>As comidas de rua são incrivelmente sem graça, lembrando aos visitantes que PNG foi colonizado pelos ingleses. Você encontra salsichas de carne grelhadas cujo sabor e textura me remetem à miúdos que eu prefiro não saber o nome. Um petisco popular é o &#8220;bread flour&#8221;: uma bola de massa frita com um centro de pão.</p>
<h5 class="mceTemp">
<dl id="attachment_1713" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a rel="attachment wp-att-1713" href="http://mojotrotters.com/2010/07/the-good-and-bad-of-highland-food/food-5/" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/2010/07/the-good-and-bad-of-highland-food/food-5/?referer=');"><img class="size-full wp-image-1713" title="orange png" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/06/food-5.jpg" alt="orange juice squeeze" width="500" height="375" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd"><strong>Fazendo suco de laranja</strong></dd>
</dl>
</h5>
<p><strong>Como eles comem</strong></p>
<p>A Papua-Nova Guiné está se ocidentalizando de maneira assustadoramente rápida, mas como diz a música do Tchan, pau que nasce torto nunca se indireita. Mesmo em uma casa com mesa de jantar e bons talheres, você geralmente vai encontrar as famílias sentadas no chão da cozinha ou da sala, comendo com as mão ou no máximo colheres, igualzinho a qualquer cabana rural das mais rústicas.</p>
<p>O povo da região serrana não come nas horas certas, preferindo beliscar aqui e ali ao longo do dia. O jantar é a refeição mais importante, e a mais farta. Os membros da família recebem não pratos, e sim tigelas, largas e profundas, com a colheita do dia.</p>
<p>Eles não mostram nenhuma aversão em finalizar uma coxa de frango inacabada do parente ao lado. E os restos do jantar são comidos sem problemas no desjejum do dia seguinte.</p>
<p>Uma vez, no café-da-manhã, nós recebemos uma tigela cheia de arroz, miojo e uns pedacinhos de atum em lata. É o que eles tinham na casa, e para eles, tava bom demais.</p>
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		<title>Como preparar mexilhões neo-zelandeses</title>
		<link>http://mojotrotters.robertorocha.info/pt/2010/03/how-to-really-make-new-zealand-mussels/</link>
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		<pubDate>Sun, 28 Mar 2010 06:24:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberto Rocha</dc:creator>
				<category><![CDATA[New Zealand]]></category>
		<category><![CDATA[Words]]></category>
		<category><![CDATA[pays]]></category>
		<category><![CDATA[food]]></category>
		<category><![CDATA[recipe]]></category>

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		<description><![CDATA[Tem gente que cozinha os mexilhões no vapor, o que é uma pena, nos contou um instrutor de caiaque do parque nacional Abel Tasman. Ao colher mexilhões frescos das pedras, você deve respeitar ao máximo seus sabores naturais.

E para conseguir isso, é só grelhar os mexilhões no seus próprio líquido.

Confira aqui a receita.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><p><a href="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/04/mussels-1.jpg" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/04/mussels-1.jpg?referer=');"><img class="alignnone size-full wp-image-1318" style="margin-top: 14px; margin-bottom: 14px;" title="mussels 1" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/04/mussels-1.jpg" alt="mussels 1" width="500" height="375" /></a></p>
<p>Tem gente que cozinha os mexilhões no vapor, o que é uma pena, nos contou um instrutor de caiaque do parque nacional Abel Tasman. Ao colher mexilhões frescos das pedras, você deve respeitar ao máximo seus sabores naturais.</p>
<p>E para conseguir isso, é só grelhar os mexilhões no seus próprio líquido.</p>
<p style="text-align: left;"><a href="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/04/mussels-3.jpg" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/04/mussels-3.jpg?referer=');"><img class="size-medium wp-image-1320  aligncenter" style="margin-top: 15px; margin-bottom: 15px;" title="mussels 3" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/04/mussels-3-300x168.jpg" alt="mussels 3" width="300" height="168" /></a></p>
<p>1. Esquente bem a churrasqueira.<br />
2. Espalhe os mexilhões na grelha o mais horizontalmente possível. Isso evita que os líquidos escorram das conchas.<br />
3. Após alguns minutos, os mexilhões vão começar a abrir sozinhos. Quando eles abrirem totalmente, é sinal que eles já estão prontinhos.<br />
4. Você pode servi-los com um acompanhamento rico em carboidratos. Nesse caso, um simples e delicioso pene alho e óleo. O limão ajuda a ressaltar o sabor.</p>
<p>Bom apetite!</p>
<p><a href="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/04/mussels-2.jpg" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/04/mussels-2.jpg?referer=');"><img class="alignnone size-full wp-image-1319" style="margin-top: 14px; margin-bottom: 14px;" title="mussels 2" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/04/mussels-2.jpg" alt="mussels 2" width="500" height="281" /></a></p></p>
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