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	<title>Mojotrotters &#187; travel-tips</title>
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	<description>Mobile journalists on a world adventure</description>
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		<title>Bcharre: Neve, poesia e cedros ao norte do Líbano</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Jan 2011 20:29:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bianca M. Saia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Lebanon]]></category>
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		<description><![CDATA[“No Líbano é possível esquiar de manhã e ir à praia à tarde”, reza um antigo clichê.

Mas isso seria um desperdício. Deixe de lado essa bobagem repetida à exaustão pelos guias turísticos e curta sem pressa a romântica Bcharre, cidadezinha que parece ter sido transplantada da Suíça ou Alemanha.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2011/01/Bcharry-blog-4.jpg" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/wp-content/uploads/2011/01/Bcharry-blog-4.jpg?referer=');"><img class="alignnone size-large wp-image-2827" title="Bcharry blog 4" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2011/01/Bcharry-blog-4-500x333.jpg" alt="" width="500" height="333" /></a></p>
<p>“No Líbano é possível esquiar de manhã e ir à praia à tarde”, reza um antigo clichê.</p>
<p>Mas isso seria um desperdício. Deixe de lado essa bobagem repetida à exaustão pelos guias turísticos e curta sem pressa a romântica Bcharre, cidadezinha que parece ter sido transplantada da Suíça ou Alemanha. Ou saída de um conto-de-fadas.</p>
<p>Bcharre, a 1650 m de altitude, fica próxima ao Qadisha Valley, menos de 4 horas ao norte de Beirute. O percurso é um dos mais cênicos de todo o país, com vistas para picos, cânions, oliveiras, vinhedos e vales.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2011/01/Bcharry-blog-8.jpg" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/wp-content/uploads/2011/01/Bcharry-blog-8.jpg?referer=');"><img class="size-large wp-image-2831 aligncenter" title="Bcharry blog 8" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2011/01/Bcharry-blog-8-500x333.jpg" alt="" width="500" height="333" /></a></p>
<p>Você pode começar a visita explorando as ruas íngremes da cidade, entrando em suas igrejas Maronitas de pedra, comprando chocolate caseiro e quem sabe sendo convidado para um chá com bolo na casa de uma simpática libanesa, como nós fomos. Outras atrações incluem uma tumba fenícia e a Qadisha Grotto, uma gruta de 500 m que fica a 4km de Becharre.</p>
<p>À noite, a cidade fica morta. Mas, como a população é majoritariamente católica, você não vai ficar na mão em matéria de álcool, amplamente distribuído nos comércios da cidade. Compre umas garrafas de vinho, nozes e outros petiscos e chame a galera do seu hotel pra compartilhar, ao redor do aquecedor, na aconchegante hospedaria Tiger House.</p>
<p><a href="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2011/01/bcharre-6.jpg" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/wp-content/uploads/2011/01/bcharre-6.jpg?referer=');"><img class="size-full wp-image-2753 alignnone" title="bcharre 6" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2011/01/bcharre-6.jpg" alt="" width="500" height="334" /></a></p>
<p>No dia seguinte, você pode combinar dois passeios. Um é a visita do museu de Khalil Gibran, autor de O Profeta. Natural de Bcharry, o poeta e escritor passou a maior parte da sua vida nos Estados Unidos, mas escolheu sua terra natal para descansar eternamente. Além do museu exibir uma coleção de pinturas impressionante do autor, o local tem uma vista privilegiada das montanhas da região.</p>
<p><a href="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2011/01/Bcharry-blog-7.jpg" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/wp-content/uploads/2011/01/Bcharry-blog-7.jpg?referer=');"><img class="aligncenter size-large wp-image-2830" title="Bcharry blog 7" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2011/01/Bcharry-blog-7-500x333.jpg" alt="" width="500" height="333" /></a></p>
<p>De lá, tome um táxi para a floresta de cedros, que na verdade guarda apenas umas poucas árvores. Ao lado da floresta fica a estação de ski, totalmente vazia durante a nossa visita, em dezembro. É a sua chance de ver neve numa temperatura bastante amena, que pode chegar aos 18 graus. E na volta, dispense o táxi: desça as montanhas à pé e curta com calma as vistas alucinantes da região. O passeio é lindo, e em menos de duas horas, você chega de novo ao hotel, para sua merecida rodada de vinhos libaneses.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2011/01/Bcharry-blog-6.jpg" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/wp-content/uploads/2011/01/Bcharry-blog-6.jpg?referer=');"><img class="size-large wp-image-2829 aligncenter" title="Bcharry blog 6" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2011/01/Bcharry-blog-6-500x333.jpg" alt="" width="500" height="333" /></a></p>
<p><a href="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2011/01/Bcharry-blog-5.jpg" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/wp-content/uploads/2011/01/Bcharry-blog-5.jpg?referer=');"><img class="aligncenter size-large wp-image-2828" title="Bcharry blog 5" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2011/01/Bcharry-blog-5-500x333.jpg" alt="" width="500" height="333" /></a></p>
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		<title>Fronteira do Líbano com Israel: roteiro</title>
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		<pubDate>Sat, 08 Jan 2011 00:51:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberto Rocha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Lebanon]]></category>
		<category><![CDATA[Words]]></category>
		<category><![CDATA[pays]]></category>
		<category><![CDATA[adventure]]></category>
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		<description><![CDATA[Depois de um certo ponto, já não se viam mais as cores branco e vermelha do exército libanês. Apenas verde e amarelo. Estávamos em território Hezbollah.

Ao nosso redor, montanhas verdejantes salpicadas de pedras brancas. Em alguns desses morros ainda resistiam tradicionais casas de pedra. A paisagem era bem bíblica. Num certo ponto, nosso táxi teve problemas mecânicos e o motorista foi estudar o problema dentro do capô. Eu desci pra tirar algumas fotos e o chofer me disse discretamente para guardar a câmera.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Atração</strong>: Visita dos domínios do Hezbolla, no sul do Líbano: Bint Jbeil, Maroun el-Rass, e Aytaroun</p>
<p><strong>Preço:</strong> Variável, mas cerca de US$50 para duas pessoas (veja explicação no fim do texto)</p>
<p><strong>Dificuldade:</strong> Negociar transporte barato e responder a eventuais interrogações</p>
<p><strong>Atenção: O sul do Líbano é a região com maior instabilidade política em todo e país, além de ser palco principal do conflito com Israel. Turistas teoricamente precisam de autorização para entrar, mas ninguém nos pediu nada. Talvez porque a gente tem meio que cara de libanês. Ou talvez tivemos sorte. Mas quem estiver interessado em visitar a região deve consultar as autoridades locais: policiais, soldados ou agentes de turismo.</strong></p>
<p><strong><span style="color: #ffffff;">.</span></strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<div class="mceTemp">
<dl id="attachment_2759" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2011/01/bintjbeil-5.jpg" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/wp-content/uploads/2011/01/bintjbeil-5.jpg?referer=');"><img class="size-full wp-image-2759" title="bintjbeil 5" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2011/01/bintjbeil-5.jpg" alt="" width="500" height="334" /></a></dt>
<h5 style="text-align: left;"><strong>A entrada de um parque familiar em in Maroun el Ras, uma cidade acima da fronteira israelita.</strong></h5>
</dl>
</div>
<p><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p>Os proprietários de uma confeitaria em Tyre negociaram em nosso nome um bom preço pra uma corrida de táxi. O destino: Bint Jbeil, sul do Líbano. Isso é pura hospitalidade libanesa: compre uns doces e bata um papo com um comerciante regado a chá que você ganha um amigo e ajudante pra vida toda.</p>
<p>A viagem foi tranquila, com mais checkpoints militares do que de costume. Estávamos esperando que um dos soldados nos perguntasse sobre o objetivo da nossa visita. Nós então deveríamos solicitar uma autorização. Mas a cada parada, simplesmente eles gesticulavam para que o nosso carro seguisse em frente.</p>
<p>Bandeiras e pôsteres de partidos políticos são comuns nas ruas do Líbano, marcando territórios feito grafite de gangues. Mas quanto mais ao sul se vai, mais bélicas as faixas: rapazes com keffiyeh ao redor do pescoço e rifles nas mãos, a barba e porte inconfundíveis de <a href="http://www.cfr.org/publication/11132/profile.html" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.cfr.org/publication/11132/profile.html?referer=');">Hassan Nasrallah</a>.</p>
<p>Depois de um certo ponto, já não se viam mais as cores branco e vermelha do exército libanês. Apenas verde e amarelo. Estávamos em território Hezbollah.</p>
<p>Ao nosso redor, montanhas verdejantes salpicadas de pedras brancas. Em alguns desses morros ainda resistiam tradicionais casas de pedra. A paisagem era bem bíblica. Num certo ponto, nosso táxi teve problemas mecânicos e o motorista foi estudar o problema dentro do capô. Eu desci pra tirar algumas fotos e o chofer me disse discretamente para guardar a câmera.</p>
<p>Essa foi a última imagem que eu pude capturar nas duas horas seguintes:</p>
<p><a href="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2011/01/bintjbeil-1.jpg" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/wp-content/uploads/2011/01/bintjbeil-1.jpg?referer=');"><img class="alignnone size-full wp-image-2755" style="margin-top: 14px; margin-bottom: 14px;" title="bintjbeil 1" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2011/01/bintjbeil-1.jpg" alt="" width="500" height="334" /></a></p>
<p><strong>Bint Jbeil</strong></p>
<p>O único sinal que denuncia o estrago feito pelas <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Battle_of_Bint_Jbeil" target="_self" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/en.wikipedia.org/wiki/Battle_of_Bint_Jbeil?referer=');">bombas de Israel em 2006</a> é o ritmo frenético de contrução. A rua comercial principal – apenas uma dúzia de lojas de cada lado, não mais que isso – exibe arcos arabescos novinhos em folha. Para onde quer que você olhe, há casas e mansões em diferentes estágios de edificação.</p>
<p>Ao invés de estátuas e monumentos, parques e rotatórias exibiam peças de artilharia pesada, como pedaços de mísseis anti-aéreos e aglomerados de foguetes Katyusha.</p>
<p>Nós caminhávamos pra além da área comercial, em direção à uma mesquita de pedra. Um Ford antigo com dois rapazes dentro parou na nossa frente. O motorista, que falava um francês bem razoável, perguntou o que é que a gente veio fazer ali.</p>
<p>&#8220;Só estamos dando uma volta&#8221;, eu disse, nos apresentando. &#8220;Tudo bem&#8221;?</p>
<p>&#8220;Você tem autorização pra estar aqui&#8221;?</p>
<p>&#8220;Não, ninguém nos pediu ou ofereceu nada. Mas nós temos nossos documentos&#8221;. A seu pedido, eu mostrei pra ele meu passaporte canadense.</p>
<p>&#8220;Certo. Vocês podem continuar. Mas não sou eu quem decido nada, há outras pessoas responsáveis por esse tipo de controle. Você tem uma câmera?&#8221;</p>
<p>&#8220;Tenho, mas não estou tirando fotos.&#8221;</p>
<p>Ele fez uma pausa pra refletir. &#8220;Ok, mas não continue nessa rua. Por favor, dê meia-volta.&#8221;</p>
<p>Fizemos o que ele pediu e paramos pra tomar um café na rua principal. Foi aí que o passeio começou a ficar interessante.</p>
<p>&#8220;Sejam bem-vindos ao Líbano&#8221;, um senhor de cinquenta e poucos anos nos disse com um grande sorriso no rosto. Durante sua estadia de alguns meses por ano na cidade, ele cuida de uma loja vizinha que vende sapatos e bolsas. No resto do tempo ele mora e trabalha perto de Detroit, onde é proprietário de um posto de gasolina, e onde moram sua mulher e seis filhos.</p>
<p>&#8220;Eu amo os norte-americanos,&#8221; ele disse, sem que tivéssemos perguntado nada.&#8221;Eles são maravilhosos. Eu não me importo com o que os outros pensam.&#8221;</p>
<p>Nós sentamos do lado de fora da loja com ele, o proprietário do café e a sua cunhada. Ocasionalmente um ou outro amigo ou membro da família passava, tomava um café e dava um alô.</p>
<p>&#8220;O que você acha das mulheres libanesas&#8221;?, ele me perguntou. &#8220;Porque eu as amo. Elas são tão limpas. Isso é muito importante pra gente. Primeiro, a limpeza. Depois, vem a beleza&#8221;.</p>
<p>E assim como os senhores em Tyre, ele nos ajudou a negociar um preço justo para uma corrida de táxi, ida e volta, à Maroun el-Rass e Aytaroun. Nós fechamos em  20,000 LBP, cerca de US$13.</p>
<p><strong>Maroun el-Ras</strong></p>
<p>Apenas cinco km de uma estrada íngreme separam Bint Jbeil de Maroun el-Rass, povoado com vista para a fronteira israelense. Bandeiras iranianas ondulam na entrada da cidade.</p>
<p>Um tanque israelense destruído, com uma bandeira do Hezbolla em trapos, observa de cima a cidade Bint Jbeil. A poucos metros dali, uma estátua de pedra tem um pé sobre um capacete verde decorado com a Estrela de Davi.</p>
<p><a href="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2011/01/bintjbeil-11.jpg" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/wp-content/uploads/2011/01/bintjbeil-11.jpg?referer=');"><img class="alignnone size-full wp-image-2765" title="bintjbeil 11" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2011/01/bintjbeil-11.jpg" alt="" width="500" height="334" /></a></p>
<p><a href="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2011/01/bintjbeil-9.jpg" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/wp-content/uploads/2011/01/bintjbeil-9.jpg?referer=');"><img class="alignnone size-full wp-image-2763" title="bintjbeil 9" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2011/01/bintjbeil-9.jpg" alt="" width="434" height="651" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2011/01/bintjbeil-10.jpg" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/wp-content/uploads/2011/01/bintjbeil-10.jpg?referer=');"><img class="size-full wp-image-2755 aligncenter" style="margin-top: 14px; margin-bottom: 14px;" title="bintjbeil 1" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2011/01/bintjbeil-10.jpg" alt="" width="467" height="305" /></a></p>
<p>Fomos conduzidos ao recém-construído <a href="http://www.foreignpolicy.com/articles/2010/03/17/hezbollah_s_extreme_makeover" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.foreignpolicy.com/articles/2010/03/17/hezbollah_s_extreme_makeover?referer=');">parque familiar</a> da cidade. O portão foi decorado com símbolos iranianos. Pôsteres enormes do Ayatollah Khamenei e Mohammad Ahmedinejan são claramente visíveis do lado de fora.</p>
<p>A entrada nos fazia lembrar um parque temático: canteiros manicurados alinhados à ruazinhas de paralelepípedos. Diversas tendas com telhado de palha abrigavam mesas de piquenique e churrasqueiras. Uma pequena mesquita, com o exterior já finalizado, ainda estava em construção do lado de dentro.</p>
<p>O dia estava frio e os ventos, fortes. O parque estava vazio, se não fosse pela presença de dois jovens libaneses que vivem e trabalham na África Ocidental, atualmente passando férias em seu país de origem. Eles nos cumprimentaram calorosamente.</p>
<p>&#8220;Então quer dizer que o Irã ajudou a construir esse lugar,&#8221; eu perguntei a um deles. .</p>
<p>&#8220;Não,&#8221; ele sorriu. &#8220;Foi o Irã que construi tudo.&#8221;</p>
<p>Segundo o rapaz, famílias de todo o sul do Líbano vão para lá em finais-de-semana durante o verão. O parque ainda está finalizando a construção de um hotel, uma piscina e um terreno de paintball.</p>
<p>Ele nos levou a uma extremidade do terreno, onde as montanhas descem vertiginosamente.</p>
<p>&#8220;Olha aí os nossos vizinhos&#8221;, ele disse, apontando para o horizonte. De lá dava pra ver claramente a fronteira cercada e a cidade israelita Avivim, com bem mais árvores do que no lado libanês.</p>
<p>&#8220;E as pessoas aqui não tem medo de estarem tão próximas de Isarel?&#8221;,  eu o perguntei. Ele sorriu: &#8220;Nós aqui do sul não temos medo de nada.&#8221;</p>
<p><span style="color: #ffffff;">I</span></p>
<p><strong>Aytarun e Aynata</strong></p>
<p>Nosso motorista nos levou de carro à Aytaroun, outra cidade fronteiriça sem nada que a distinguisse. &#8220;Aytaroun, nothing&#8221;, ele disse, com seu inglês quase inexistente.</p>
<p>Sem que a gente pedisse, ele nos levou à vizinha Aynata, onde um memorial aos combatentes do Hezbollah mortos foi construído.</p>
<p><a href="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2011/01/bintjbeil-15.jpg" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/wp-content/uploads/2011/01/bintjbeil-15.jpg?referer=');"><img class="alignnone size-full wp-image-2768" title="bintjbeil 15" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2011/01/bintjbeil-15.jpg" alt="" width="500" height="334" /></a></p>
<p><a href="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2011/01/bintjbeil-13.jpg" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/wp-content/uploads/2011/01/bintjbeil-13.jpg?referer=');"><img class="alignnone size-full wp-image-2767" title="bintjbeil 13" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2011/01/bintjbeil-13.jpg" alt="" width="500" height="334" /></a></p>
<p><a href="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2011/01/bintjbeil-14.jpg" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/wp-content/uploads/2011/01/bintjbeil-14.jpg?referer=');"><img class="alignnone size-full wp-image-2770" title="bintjbeil (1)" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2011/01/bintjbeil-14.jpg" alt="" width="500" height="667" /></a></p>
<p>Do lado de dentro, várias pedras de mármore foram esculpidas com escrituras árabes e o logo do Hezbollah. Em muitas delas, repousavam coroas de flores, fotos de soldados e cópias do Alcorão com capas de couro. Eu fui do lado de fora pra poder tirar uma foto do monumento e fui interceptado por um Ford SUV, guiado por um homem fortão de jaqueta de couro, óculos de sol e um Bluetooth na orelha. &#8220;Salaam aleykum,&#8221; ele me disse, sem muita convicção.</p>
<p>&#8220;Aleykum salaam,&#8221; eu respondi. &#8220;Ana min Brazil. Turisti. Afwan, ma behki arabi.&#8221; Eu sou brasileiro. Turista. Desculpe, eu não falo árabe&#8221;.</p>
<p>Ele sorriu: &#8220;Você sabe o que é isso,&#8221; ele perguntou em inglês. &#8220;É um monumento aos nossos mártires.&#8221; Ele desceu do carro, que ficou parado no meio da rua. &#8220;Venha, eu te mostro.&#8221; A passageira, uma mulher bem-vestida de véu, nos seguiu, sorrindo educadamente. Ele nos levou de volta pra dentro.</p>
<p>&#8220;Esses aqui são para o <em>populi</em>,&#8221; ele disse, apontado para os mármores do lado esquerdo. &#8220;Mães, irmãos e esposas.&#8221; Eu deduzi que ele se referia aos civis.&#8221;E esses aqui são para os mártires. Cada pedra homenagiea 14 soldados.&#8221; Quinze combatentes da sua cidade natal morreram em 2006, ele nos disse.</p>
<p>&#8220;Você é bem-vindo aqui,&#8221; ele disse. &#8220;Fotos aqui, ok. Mas do lado de fora, nada de fotos.&#8221; Eu concordei.</p>
<p><strong>O cemitério</strong></p>
<p>O taxista fez uma última parada antes de nos trazer de volta à Bint Jbeil: um cemitério. Pelas bandeiras e fotos era evidente que ele foi construído para os soldados do Hezbollah. O taxista nos conduziu pela fileira de túmulos, cada um decorado com um pequeno relicário de vidro.</p>
<p>Paramos na penúltima tumba, e o motorista nos apontou para a foto de um homem já maduro, segurando um AK-47. &#8220;Esse é o meu pai,&#8221; ele disse.</p>
<p><a href="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2011/01/bintjbeil-16.jpg" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/wp-content/uploads/2011/01/bintjbeil-16.jpg?referer=');"><img class="alignnone size-full wp-image-2769" title="bintjbeil 16" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2011/01/bintjbeil-16.jpg" alt="" width="500" height="749" /></a></p>
<p><strong>Quanto custa visitar o sul do Líbano a partir de Beirute:</strong></p>
<p>(para duas pessoas. $1 = 1,500 libras libanesas )</p>
<p>Shared taxi de Beirute a Tyre: 15,000 LBP</p>
<p>Taxi de Tyre a Bint Jbeil: 12,000 LBP</p>
<p>Taxi ida e volta para Maroun el Ras, Aytarun : 20,000 LBP</p>
<p>Taxi de Bint Jbeil a Tyre: 25,000 LBP</p>
<p>Micro-onibus de Tyre a Beirut: 10,000 LBP</p>
<p><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
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		<title>Viagem espiritual: um ashram na Índia</title>
		<link>http://mojotrotters.robertorocha.info/pt/2010/12/inside-an-india-ashram/</link>
		<comments>http://mojotrotters.robertorocha.info/pt/2010/12/inside-an-india-ashram/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 28 Dec 2010 18:44:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bianca M. Saia</dc:creator>
				<category><![CDATA[India]]></category>
		<category><![CDATA[Sounds]]></category>
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		<category><![CDATA[culture]]></category>
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		<description><![CDATA[Que tal passar suas férias levantando antes do sol nascer, sendo proibido de beber uma só gota de álcool,  ou passar as noites em boa companhia? 

Pois é por livre escolha que centenas de hóspedes vêm todos os anos ao Sivananda Yoga Vedanta Dhanwantari Ashram, na Índia, cumprir essas regras ao participar do Yoga Vacation, que dura duas semanas.

Quer saber como é a vida em um ashram? Clique aqui e ouça a reportagem.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Que tal passar suas férias levantando antes do sol nascer, sendo proibido de beber uma só gota de álcool,  ou passar as noites em boa companhia? Pois é por livre escolha que centenas de hóspedes vêm todos os anos ao <a href="http://www.sivananda.org/neyyardam/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.sivananda.org/neyyardam/?referer=');"><em>Sivananda Yoga Vedanta Dhanwantari Ashram</em></a>, na Índia, cumprir essas regras ao participar do Yoga Vacation, que dura duas semanas.</p>
<p>Em novembro de 2010, eu passei 12 dias no ashram Sivananda em meio à alunos, curiosos, homens santos e devotos. Entre gente que foi embora depois de três dias (estadia mínima) ou que tinha a intenção de ficar três meses.</p>
<p>Quer saber como é a vida em um ashram? Ouça a reportagem.</p>

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		<title>Todos estamos conectados: versão hindu</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Nov 2010 08:41:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bianca M. Saia</dc:creator>
				<category><![CDATA[India]]></category>
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		<description><![CDATA[Quando uma mulher prestes a dar a luz não encontrou um leito disponível no hospital particular da região, sua família ligou para o Manu.

Quando o dono de uma mercearia foi pego ao vender maconha pros turistas – sem ter pago a devida propina aos policiais antes – ele chamou o Manu.

Advogado, dono de hotel e filho de políticos, Manu é o padroeiro informal de Varkala.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p lang="pt-BR">Quando uma mulher prestes a dar a luz não encontrou um leito disponível no hospital particular da região, sua família ligou para o Manu.</p>
<p lang="pt-BR">Quando o dono de uma mercearia foi pego ao vender maconha pros turistas – sem ter pago a devida propina aos policiais antes – ele chamou o Manu.</p>
<p lang="pt-BR">Advogado, dono de hotel e filho de políticos, Manu é o padroeiro informal de Varkala.</p>
<p lang="pt-BR">Numa pequena cidade à beira mar no estado de Kerala, a polícia cumpre o seu papel de proteger. No caso, a proteção é pra quem paga o baksheesh (ou propina) em dia. Comerciante que tem mais, paga mais. Quem quiser vender álcool – e quem não quer numa cidade turística que atrai principalmente europeus? &#8211; deve pagar suas parcelas em dia, sob o risco de <a href="http://mojotrotters.com/pt/2010/11/varkala-boozy-skulduggery-in-paradise/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/pt/2010/11/varkala-boozy-skulduggery-in-paradise/?referer=');">perder o negócio</a>.</p>
<p lang="pt-BR">Ao caminhar com Manu pela rua principal de Varkala, é fácil perceber a sua influência. Todos o cumprimentam, alguns o puxam de lado para fazer pedidos, trocar cartões ou fazer confidências na língua local. Seu telefone toca sem parar: hora de ajudar um pobre motorista de moto-táxi, que foi preso por um delito mínimo e não tem dinheiro para contratar um advogado.</p>
<p lang="pt-BR">O hotel de Manu é novo, enfrenta concorrência de centenas de outros negócios e não aparece no guia Lonely Planet, a bíblia dos viajantes independentes. Mas mesmo assim, nesse momento o seu estabelecimento está operando em ocupação máxima.</p>
<p lang="pt-BR">Isso porque uma mão lava a outra: os motoristas de moto-táxi, ao receber turistas sem reservas na estação de trem, têm uma indicação na ponta da língua pra fazer. Os donos de restaurantes vizinhos, amigos e protegidos de Manu, também não hesitam ao recomendar o Golden Beach a quem pergunta.</p>
<p lang="pt-BR">E quando eu pedi que o Manu me dissesse onde ficava um determinado restaurante que me havia sido recomendado, ao invés de me entregar um mapinha xerocado,  ele me acompanhou até lá pessoalmente. Manu é amigo dos donos (claro), e minha refeição saiu&#8230; de graça. “Amigo do Manu é amigo nosso”, eu ouvi. “Volte amanhã”!</p>
<p lang="pt-BR">Todos estamos conectados. Essa é a famosa teoria da física quântica, dos adeptos de filosofia de auto-ajuda como “The Secret” e  várias correntes espirituais e religiosas, entre elas o hindu Vedanta.</p>
<p lang="pt-BR">Na Índia, isso é não é uma crença: é uma realidade. Sem conexões, você não abre um negócio, consegue licenças, contorna a sufocante burocracia indiana ou tira um visto (foi graças a nosso amigo indiano Harveen, amigo do cônsul, que conseguimos contornar uma regra que impede que não-residentes de Cingapura tirem um visto pra Índia por lá). E se fazer conexões fosse uma língua, o Manu seria fluente.</p>
<p lang="pt-BR">Também ajuda o fato de que o Golden Beach Resort em North Cliff – próximo à Black Beach &#8211; seja bem localizado, tenha quartos simples mas limpos e baratinhos (de $4 a $16 dólares, dependento da vista e da temporada) e vista pro mar. O Manu é porreta. Até eu tô recomendando.</p>
<p lang="pt-BR">
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		<title>Como curtir o sul da Índia em 10 passos</title>
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		<pubDate>Sat, 13 Nov 2010 19:57:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberto Rocha</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Words]]></category>
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		<category><![CDATA[travel-tips]]></category>

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		<description><![CDATA[A Índia é o país menos ocidental que eu já visitei. Aqui você encontra o prova social da entropia, que defende que o estado natural das coisas é o caos. Que criar a ordem dá trabalho.

E é o visitante que tem que fazer o trabalho. Mas com um pouco de tempo e esforço, a bagunça começa a tomar forma e o que antes era insuportável se torna uma mera inconveniência entre você e a sua recompensa.

Esse pequeno guia te ajuda a chegar lá.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/11/enjoyindia.jpg" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/11/enjoyindia.jpg?referer=');"><img class="alignnone size-full wp-image-2611" title="enjoyindia" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/11/enjoyindia.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p>Ao viajar na região sul do subcontinente você vai perceber que por lá eles ainda estão aprendendo como é que essa tal indústria de turismo funciona.</p>
<p>As estâncias balneárias aqui se resumem a um aglomerado de hoteizinhos e restaurantes familiares. Dá um certo trabalho conseguir informação confiável. E quando você vê turistas, ele são em sua maioria indianos em peregrinação.</p>
<p>Eu ainda não fui para o norte da Índia, mas sei que a infraestrutura turística por lá está bem mais avançada. A grande maioria de visitantes estrangeiros vai pra lá.</p>
<p>Tudo isso traz desafios únicos ao viajante que vai pro sul. A experiência pode ser frustrante, exaustiva e desanimadora. O barulho, a sujeira, as cidades dilapidadas, a urinação em público e a expectoração em volume máximo podem ser mais comuns do que os momentos agradáveis. Isso talvez te faça  querer se mandar para outras partes mais civilizadas.</p>
<p>E isso, como eu vim a aprender, é pura covardia.</p>
<p>A Índia é o país menos ocidental que eu já visitei. Aqui você encontra o prova social da entropia, que defende que o estado natural das coisas é o caos. Que criar a ordem dá trabalho.</p>
<p>E é o visitante que tem que fazer o trabalho. Mas com um pouco de tempo e esforço, a bagunça começa a tomar forma e o que antes era insuportável se torna uma mera inconveniência entre você e a sua recompensa.</p>
<p>Esse pequeno guia te ajuda a chegar lá.</p>
<h2>Saia das cidades grandes</h2>
<p>O charme da Índia reside nos seus vilarejos, montanhas e cidades costeiras. Por lá, a vida acontece mais devagar. Há menos motoristas de moto-táxi pra você ter que desviar, menos poluição, menos gente, menos lixo. Dá pra respirar melhor.</p>
<p>Minhas experiências mais memoráveis aconteceram durante uma viagem de moto alugada na costa de Kerala, fazendo paradas nas vilas de pescadores e sendo cumprimentado pelos locais.</p>
<h2>Descole um convite pra ir à casa de alguém</h2>
<p>Qualquer jeito vale. Use o Couchsurfing. Puxe papo com uma família num restaurante. Fique preso num toldo esperando a chuva passar numa área residencial. Eventualmente você será convidado. Os indianos são outras pessoas dentro de casa. Você vai descobrir como eles podem ser incrivelmente generosos. E limpos.</p>
<h2>Leia um livro</h2>
<p>Qualquer coisa que te ajude a entender os costumes, as superstições e um pouco da história do país. Eu recomendo The Elephant, the Tiger and the Cellphoned , uma coleção de ensaios do autor Tharoor.</p>
<h2>Saiba por onde onda</h2>
<p>Ao contrário de muitos lugares, o Sul da Índia não é lá tão bom pra exploração sem rumo. Ao passear numa cidade, as chance são poucas de você trombar com uma pérola escondida. Arme-se de informação local e ande por aí com propósito.</p>
<h2>Entre na bagunça</h2>
<p>Coma com as mãos. Arrote. Cuspa. Fure fila. Faça tudo aquilo que você foi programado pra não fazer. É libertador. E talvez você fique menos incomodado ao ver os outros fazendo essas coisas.</p>
<h2>Descubra a arte</h2>
<p>Você vai apreciar mais a Índia ao explorar os presentes culturais que ela trouxe ao mundo. Aprenda sobre a sua música, seus estilos, os instrumentos. Assista seus melhores filmes. Vá ao teatro e à shows de dança. Faça um curso de culinária.</p>
<h2>Dê um tempo</h2>
<p>Viajar pela Índia cansa. Recarregue as baterias fazendo nada numa cidade de praia ou uma cidade de clima ameno nas montanhas.</p>
<h2>Encontre outros viajantes</h2>
<p>Eu geralmente procuro evitar a companhia de outros turistas (não vim tão longe pra assim pra conhecer gente como eu), mas a Índia tem sido uma exceção. A companhia de outros mochileiros oferece uma familiaridade reconfortante.</p>
<p>Com eles, dá pra ter conversas mais cheias de nuance, dividir histórias, experiências, e claro, frustrações. Sem contar as preciosas dicas de quem acaba de chegar do seu próximo destino.</p>
<h2>Dê “gorjetas”</h2>
<p>Você não vai curar a corrupção do país se abstendo dela. Com 100 rúpias, um pouco mais de US$2, você vai longe. Experimente presentear alguém com esse valor antes de receber um serviço e veja só o que acontece.</p>
<h2>Aceite o inexplicável</h2>
<p>Não fique tentando compreender as contradições ao seu redor. A Índia é o que ela é, e pronto.</p>
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		<title>Dez coisas que eu aprendi no Camboja</title>
		<link>http://mojotrotters.robertorocha.info/pt/2010/10/ten-things-i-learned-from-cambodia/</link>
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		<pubDate>Tue, 26 Oct 2010 19:52:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberto Rocha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cambodia]]></category>
		<category><![CDATA[Words]]></category>
		<category><![CDATA[pays]]></category>
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		<category><![CDATA[culture shock]]></category>
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		<description><![CDATA[
1. Uma moto pode carregar tranquilamente  uma família de cinco pessoas.
2. O papel da polícia não é proteger seus cidadãos, e sim aqueles que pagam mais.
Por quê? Propinas fazem parte da cultura do Camboja há muito tempo. Sabe-se que a polícia e os militares já sequestraram e ameaçaram cidadãos honestos em troca de dinheiro.
3. O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2439" title="cambod 1" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/10/cambod-1.jpg" alt="" width="500" height="375" /></p>
<p><strong>1. </strong>Uma moto pode carregar tranquilamente  uma família de cinco pessoas.</p>
<p><strong>2.</strong> O papel da polícia não é proteger seus cidadãos, e sim aqueles que pagam mais.</p>
<blockquote><p><strong>Por quê?</strong> Propinas fazem parte da cultura do Camboja há muito tempo. Sabe-se que a polícia e os militares já sequestraram e ameaçaram cidadãos honestos em troca de dinheiro.</p></blockquote>
<p><strong>3.</strong> O <em>sompeah </em> &#8211; ato de juntar as mãos em prece – é o jeito mais gracioso e digno de se cumprimentar alguém.</p>
<p><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p><a href="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/10/cambod-4.jpg" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/10/cambod-4.jpg?referer=');"><img class="aligncenter size-full wp-image-2442" title="cambod 4" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/10/cambod-4.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p><strong>4. </strong>Falar mais devagar não vai fazer com que um cambojano aprenda a ler um mapa.</p>
<blockquote><p><strong>Por quê?</strong> O conceito de educação grátis e obrigatória não existe no Camboja. Os pais precisam pagar pela escola dos filhos. A maioria da população é pobre e, portanto, pouco escolarizada. Pode parecer estranho que um cambojano não saiba ler um mapa, mas pouca  gente foi treinada nesse tipo de raciocínio abstrato.</p></blockquote>
<p><strong>5.</strong> Se você estiver caminhando no mato e ouvir um clique, não se mexa. Peça ajuda. Talvez você dê sorte e só perca um pé.</p>
<p style="padding-left: 30px;">
<p><strong>6.</strong> Sorria durante qualquer discussão, por mais acalorada que ela seja.</p>
<blockquote><p><strong>Por quê?</strong> Faz parte da cultura do sudeste asiático esconder suas emoções sob uma máscara zen. No Camboja esse conceito é levado muito a sério. Ninguém ousa perder a calma, o que equivale a perder moral e, junto com ele, status social.</p></blockquote>
<p><strong>7. </strong>A vingança é um prato que se serve  após vários anos de ódio em ebulição.</p>
<p><strong>Por quê?</strong> Um trecho do livro <a href="http://www.goodreads.com/book/show/386580.Survival_in_the_Killing_Fields" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.goodreads.com/book/show/386580.Survival_in_the_Killing_Fields?referer=');">Survival in the Killing Fields</a>, que relata as memórias apavorantes do sobrevivente  Haing Ngor (em tradução livre):</p>
<blockquote><p><em> Kum é uma palavra na língua khmer que descreve um tipo de vingança tipicamente cambojano – para ser mais preciso, é uma desavença antiga que acaba numa vingança muito mais destrutiva do que o dano original. Se eu te der um soco você esperar cinco anos pra me dar um tiro pelas costas numa noite escura, isso é o kum&#8230; é uma infecção que cresce na alma do nosso povo.</em></p></blockquote>
<blockquote><p>Acredita-se que o Khmer Rouge transformou simples camponeses em frios assassinos estimulando seu kum contra a elite urbana, que havia sido &#8220;corrompida&#8221; pelo ocidente imperialista. Sobreviventes do genocídio apelidaram esses brutais comunistas de kum-monuss: o povo da vingança.</p></blockquote>
<p><strong>8.</strong> Se você quiser dar umas porradas em alguém, você deve insultá-lo publicamente primeiro. Senão, você vai ser visto como um troglodita.</p>
<blockquote><p><strong>Por quê?</strong> Ngor foi preso e torturado três vezes porque um de seus colegas disse ao Khmer Rouge que Ngor era um médico – e durante o regime sangrento, qualquer pessoa escolarizada era alvo de execução.</p>
<p>Mas antes de se vingar do seu delator, Ngor teve que declarar guerra em público. É assim que se briga no Camboja.</p></blockquote>
<p><strong>9. </strong>Ter sido invadido por vários países ao longo dos séculos resultou numa culinária boa pra cacilda.</p>
<p><strong>10.</strong> &#8220;Não&#8221; só quer dizer &#8220;não&#8221; se for dito em Khmer</p>
<blockquote><p><strong>Por quê?</strong> Os vendedores de rua, em sua maioria crianças, são muito insistentes. Você pode dizer &#8220;no&#8221; cinco ou mais vezes e eles ainda vão querer continuar te vender pulserinhas, livros, souvenires ou massagens. Mas diga &#8220;aw te, aw kun&#8221; ou simplesmente &#8220;te!&#8221;e sua negativa vai ser aceita bem mais rápido.Talvez essa frase os lembre dos seus pais dando bronca (e não mais um turista branco e <a href="http://mojotrotters.com/pt/2010/08/when-beggars-say-what-they-think/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/pt/2010/08/when-beggars-say-what-they-think/?referer=');">pão-duro</a>)?</p></blockquote>
<p><a href="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/10/cambod-2.jpg" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/10/cambod-2.jpg?referer=');"><img class="aligncenter size-full wp-image-2440" title="cambod 2" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/10/cambod-2.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
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		<item>
		<title>Maratona fashionista: Hoi An, Vietnam</title>
		<link>http://mojotrotters.robertorocha.info/pt/2010/09/portugues-maratona-fashionista-hoi-an-vietnam/</link>
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		<pubDate>Mon, 27 Sep 2010 12:29:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bianca M. Saia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Images]]></category>
		<category><![CDATA[Vietnam]]></category>
		<category><![CDATA[Words]]></category>
		<category><![CDATA[pays]]></category>
		<category><![CDATA[city]]></category>
		<category><![CDATA[finances]]></category>
		<category><![CDATA[travel-tips]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoi An é uma parada obrigatório no itinerário do turista em Vietnam. Em segundo lugar, por ser uma cidade histórica, de ruas de paralelepípedos e casas centenárias que sobreviveram à guerra, patrimônio mundial da Unesco, graciosa e iluminada por lanternas coloridas.

E arrisco dizer, em primeiro lugar, pela moda. Calcula-se que existam hoje cerca de 500 lojas de alfaiataria e sapateiros que fazem qualquer - eu disse QUALQUER roupa ou sapato sob medida. Sua imaginação é o limite.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/09/hoi-an-1.jpg" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/09/hoi-an-1.jpg?referer=');"><img class="aligncenter size-full wp-image-2263" title="hoi an 1" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/09/hoi-an-1.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p>Hoi An é uma parada obrigatório no itinerário do turista em Vietnam. Em segundo lugar, por ser uma cidade histórica, de ruas de paralelepípedos e casas centenárias que sobreviveram à guerra, patrimônio mundial da Unesco, graciosa e iluminada por lanternas coloridas.</p>
<p>E arrisco dizer, em primeiro lugar, pela moda. Calcula-se que existam hoje cerca de 500 lojas de alfaiataria e sapateiros que fazem qualquer &#8211; eu disse QUALQUER roupa ou sapato sob medida. Isso numa cidade provinciana, de 120 mil habitantes.</p>
<p>Em Hoi An, sua imaginação é o limite. Você pode desenhar sua peça. Mostrar uma foto de uma modelo na passarela com o vestido mais surreal e pedir um igualzinho. Usar um dos inúmeros catálogos disponíveis nas lojas, grossos feito listas telefônicas, com fotos de moda feminina, masculina e infantil das melhores marcas européias e americanas.</p>
<p><a href="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/09/hoi-an-2.jpg" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/09/hoi-an-2.jpg?referer=');"><img class="aligncenter size-full wp-image-2264" title="hoi an 2" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/09/hoi-an-2.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p>Ou você pode se inspirar dos modelos de vestidos, camisas e ternos à mostra, feitos e copiados em todas as lojas.</p>
<p>Nós passamos 5 dias na cidade e arrisco dizer que 70% do tempo a gente passou dedicado à moda. Dentro de loja. Indo de uma loja à outra. Vendo catálogo. Vendo vitrine. Tirando medidas. Provando, e vendo o resultado, e pedindo alterações. Sim, ficamos meio loucos, meio fascinados e meio obcecados. E aprendemos inúmeras lições, derivadas dos nossos erros e acertos. Quer saber como se dar bem em Hoi An sem ter que sofrer tanto?<br />
Siga em frente.</p>
<h2>1 &#8211; Saiba o que você quer</h2>
<p>É muito melhor fazer uma lista das coisas que você quer ou precisa ANTES de começar a visitar as lojas. Além de te dar um foco, isso vai te facilitar na hora de fazer comparações e orçamentos. Você não vai gastar dinheiro à toa e se sentir como barata tonta olhando catálogos cheios de coisa que você não precisa. E que são lindas!</p>
<p>Eu preferi investir a maior parte do meu dinheiro em peças clássicas, com os melhores tecidos disponíveis, e que não vão sair de moda.</p>
<h2>2 &#8211; Conheça os limites das vendedoras</h2>
<p>Eu pedi uma calça capri preta, feita de lã e cashmere de 1a. (o mesmo tecido que eles usam pra fazer os ternos). Sim, a calça ficou exatamente como eu pedi. Mas como ela é justa &#8211; e o tecido não estica &#8211; eu percebi que sentar com ela vai ser uma experiência dolorosa. E que eu vou acabar não a usando muito por causa disso.</p>
<p>Segundo a nossa experiência, as vendedoras estão lá para fazer o que você pede. E não para dar dicas de moda, caimento ou te alertar pra limitações das peças. Se você é meio leigo em tecidos, não invente. Prefira encomendar o que já foi feito, testado e aprovado.</p>
<h2>3- Mais caro não quer dizer melhor</h2>
<p>Eu fiz encomenda em três lojas diferentes. A experiência mais agradável, em todos os sentidos, foi na loja mais barata: Thu Vân 2, na 499 Cua Dai St. Comprei um total de 8 peças &#8211; incluindo um terno &#8211; por US$150. Ter comprado muitas coisas na mesma loja me ajudou na negociação, é claro. Todas as peças ficaram perfeitas e precisei fazer apenas um ajuste em metade delas. Conversando com a vendedora, descobri que o dono da loja têm outros 2 estabelecimentos mais bem-localizados onde ele vende as mesmas roupas (ou seja, os mesmos tecidos trabalhados pelos mesmos alfaiates) mas com preços até 50% maiores. E os vendedores vão sempre insistir que o preço mais alto é justificado pela qualidade. Mentira.</p>
<p>Já na Bin Hahn, na 53 Tran Hung Dao St, eu gastei muito mais. Apenas o terno de três peças foi US$105. Quando comparei a qualidade e o caimento dos dois ternos das duas lojas, ela parece ser idêntica. O trench coat de lã foi US$70, mas eu descobri tarde demais que poderia ter feito a mesma coisa por US$40 em outras lojas menos &#8220;bacanas&#8221;. Ou seja: fiz um mau negócio. Sim, eu fiquei satisfeita com as roupas, mas para o Beto a experiência foi dolorosa. Nada menos do que SETE ajustes no terno. Na quinta vez, eles resolveram recomeçar do zero. E ele ainda saiu com dois defeitos, na gola e na lapela, que a gente não conseguiu corrigir porque tínhamos um ônibus para pegar. E porque ele já estava de saco cheio.</p>
<h2>4 &#8211; Venha com tempo</h2>
<p>As alterações são quase sempre necessárias e vão garantir o caimento perfeito da peça. Peça uma, duas, três, quantas vezes forem necessárias até você ficar 100% satisfeito.</p>
<p>Faça as compras de manhã cedo ou depois do pôr-do-sol. As lojas não têm ar-condicionado, e ficar provando casaco de lã e terno de cashmere no auge do calor não só é desagradável, como você pode passar por cima de alguns detalhes na pressa de tirar a roupa logo. Aconteceu comigo.</p>
<p>Se você quiser experimentar te interessar e uma viagem ao Vietnam não estiver nos planos, você pode arriscar e pedir uma encomenda por e-mail. Você manda suas medidas, uma foto do modelo e eles enviam o produto pra sua casa, no mundo todo.</p>
<p><strong>Bi Hahn &#8211; 53 Tran Hung Dao St.</strong><br />
Tel. 0935 071 349<br />
bihanhsilk@gmail.com</p>
<p>A loja mais cara, onde te servem água mineral e e lenços umedecidos gelados.<br />
Nossas experiências foram variadas: eu fiquei satisfeita com as roupas e desconfiada se o preço realmente justifica uma qualidade maior. O tempo dirá.</p>
<p>O Beto ficou extremamente decepcionado com o paletó, que após 7(!) ajustes ainda não ficou perfeito.<br />
<strong><br />
Thu Vân 2 &#8211; 499 Cua Dai St.</strong><br />
Tel. 05103915007<br />
thuthao@dng.vnn.vn</p>
<p>Não confundir com a Thu Vân 1, que fica no coração do centro velho e é bem mais cara (eu fui checar).<br />
Gostei de tudo o que eles fizeram, a vendedora era super simpática e os preços foram super baixos. Como dizemos no Ebay, A++++++ seller!<br />
<strong><br />
Thu Tâm Fashion &#8211; 70 Tran Phu St.</strong><br />
Tel. 84510 3911 021<br />
clothshopphuoc_ha@yahoo.com</p>
<p>A loja do casaco cinza e detalhes vermelhos. Experiência positiva, o casaco precisou de um ajuste pra ficar prefeito. Preço médio, se você negociar.</p>
<p>Veja o resultado dessa maratona no álbum abaixo.</p>

<div class="ngg-galleryoverview" id="ngg-gallery-11-2255">


	<!-- Piclense link -->
	<div class="piclenselink">
		<a class="piclenselink" href="javascript:PicLensLite.start({feedUrl:'http://mojotrotters.robertorocha.info//wp-content/plugins/nextgen-gallery/xml/media-rss.php?gid=11&amp;mode=gallery'});">
			[View with PicLens]		</a>
	</div>
	
	<!-- Thumbnails -->
		
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		<div class="ngg-gallery-thumbnail" >
			<a href="http://mojotrotters.robertorocha.info//wp-content/gallery/hoi-an-fashion/modashoot-1-1.jpg" title="Vendedora da Thu Vân, uma graça e super prestativa" class="shutterset_set_11" >
								<img title="modashoot-1-1" alt="modashoot-1-1" src="http://mojotrotters.robertorocha.info//wp-content/gallery/hoi-an-fashion/thumbs/thumbs_modashoot-1-1.jpg" width="100" height="75" />
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	</div>
	
		
 		
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			<a href="http://mojotrotters.robertorocha.info//wp-content/gallery/hoi-an-fashion/modashoot-2-1.jpg" title="Vestidinho: U$4. Tem em tudo quanto é lugar." class="shutterset_set_11" >
								<img title="modashoot-2-1" alt="modashoot-2-1" src="http://mojotrotters.robertorocha.info//wp-content/gallery/hoi-an-fashion/thumbs/thumbs_modashoot-2-1.jpg" width="100" height="75" />
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		<div class="ngg-gallery-thumbnail" >
			<a href="http://mojotrotters.robertorocha.info//wp-content/gallery/hoi-an-fashion/modashoot-3-1.jpg" title="Nesse momento o Beto ainda estava animado...
O terno dele de três peças saiu por U$150, na Bi Hanh" class="shutterset_set_11" >
								<img title="modashoot-3-1" alt="modashoot-3-1" src="http://mojotrotters.robertorocha.info//wp-content/gallery/hoi-an-fashion/thumbs/thumbs_modashoot-3-1.jpg" width="100" height="75" />
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		<div class="ngg-gallery-thumbnail" >
			<a href="http://mojotrotters.robertorocha.info//wp-content/gallery/hoi-an-fashion/modashoot-10.jpg" title="Camisa: U$10. Bermuda: $12. Da Thu Vân 2" class="shutterset_set_11" >
								<img title="modashoot-10" alt="modashoot-10" src="http://mojotrotters.robertorocha.info//wp-content/gallery/hoi-an-fashion/thumbs/thumbs_modashoot-10.jpg" width="100" height="75" />
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			<a href="http://mojotrotters.robertorocha.info//wp-content/gallery/hoi-an-fashion/modashoot-9.jpg" title="Calça Capri: $12. Thu Vân 2" class="shutterset_set_11" >
								<img title="modashoot-9" alt="modashoot-9" src="http://mojotrotters.robertorocha.info//wp-content/gallery/hoi-an-fashion/thumbs/thumbs_modashoot-9.jpg" width="100" height="75" />
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			<a href="http://mojotrotters.robertorocha.info//wp-content/gallery/hoi-an-fashion/modashoot-8.jpg" title="Calça de linho: U$11" class="shutterset_set_11" >
								<img title="modashoot-8" alt="modashoot-8" src="http://mojotrotters.robertorocha.info//wp-content/gallery/hoi-an-fashion/thumbs/thumbs_modashoot-8.jpg" width="100" height="75" />
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			<a href="http://mojotrotters.robertorocha.info//wp-content/gallery/hoi-an-fashion/modashoot-11.jpg" title="O terno da Bin Hanh, de três peças, saiu por U$105" class="shutterset_set_11" >
								<img title="modashoot-11" alt="modashoot-11" src="http://mojotrotters.robertorocha.info//wp-content/gallery/hoi-an-fashion/thumbs/thumbs_modashoot-11.jpg" width="100" height="75" />
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			<a href="http://mojotrotters.robertorocha.info//wp-content/gallery/hoi-an-fashion/modashoot-13.jpg" title=" " class="shutterset_set_11" >
								<img title="modashoot-13" alt="modashoot-13" src="http://mojotrotters.robertorocha.info//wp-content/gallery/hoi-an-fashion/thumbs/thumbs_modashoot-13.jpg" width="100" height="75" />
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			<a href="http://mojotrotters.robertorocha.info//wp-content/gallery/hoi-an-fashion/modashoot-12.jpg" title="A saia do terno" class="shutterset_set_11" >
								<img title="modashoot-12" alt="modashoot-12" src="http://mojotrotters.robertorocha.info//wp-content/gallery/hoi-an-fashion/thumbs/thumbs_modashoot-12.jpg" width="100" height="75" />
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	</div>
	
		
 		
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		<div class="ngg-gallery-thumbnail" >
			<a href="http://mojotrotters.robertorocha.info//wp-content/gallery/hoi-an-fashion/modashoot-2.jpg" title="Terno de risca-de-giz da Thu Vân 2. Duas peças, U$55. Um ótimo negócio!" class="shutterset_set_11" >
								<img title="modashoot-2" alt="modashoot-2" src="http://mojotrotters.robertorocha.info//wp-content/gallery/hoi-an-fashion/thumbs/thumbs_modashoot-2.jpg" width="100" height="75" />
							</a>
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	</div>
	
		
 		
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			<a href="http://mojotrotters.robertorocha.info//wp-content/gallery/hoi-an-fashion/modashoot-3.jpg" title="Trench Coat da Bin Hanh, U$70. Paguei demais, mas gostei!" class="shutterset_set_11" >
								<img title="modashoot-3" alt="modashoot-3" src="http://mojotrotters.robertorocha.info//wp-content/gallery/hoi-an-fashion/thumbs/thumbs_modashoot-3.jpg" width="100" height="75" />
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		</div>
	</div>
	
		
 		
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		<div class="ngg-gallery-thumbnail" >
			<a href="http://mojotrotters.robertorocha.info//wp-content/gallery/hoi-an-fashion/modashoot-4.jpg" title="Outro jeito de usar a gola" class="shutterset_set_11" >
								<img title="modashoot-4" alt="modashoot-4" src="http://mojotrotters.robertorocha.info//wp-content/gallery/hoi-an-fashion/thumbs/thumbs_modashoot-4.jpg" width="100" height="75" />
							</a>
		</div>
	</div>
	
		
 		
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		<div class="ngg-gallery-thumbnail" >
			<a href="http://mojotrotters.robertorocha.info//wp-content/gallery/hoi-an-fashion/modashoot-5.jpg" title="Casaco de lã da Thu Tâm, U$40. Amei!" class="shutterset_set_11" >
								<img title="modashoot-5" alt="modashoot-5" src="http://mojotrotters.robertorocha.info//wp-content/gallery/hoi-an-fashion/thumbs/thumbs_modashoot-5.jpg" width="100" height="75" />
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			<a href="http://mojotrotters.robertorocha.info//wp-content/gallery/hoi-an-fashion/modashoot-6.jpg" title=" " class="shutterset_set_11" >
								<img title="modashoot-6" alt="modashoot-6" src="http://mojotrotters.robertorocha.info//wp-content/gallery/hoi-an-fashion/thumbs/thumbs_modashoot-6.jpg" width="100" height="75" />
							</a>
		</div>
	</div>
	
		
 		
	<div id="ngg-image-88" class="ngg-gallery-thumbnail-box"  >
		<div class="ngg-gallery-thumbnail" >
			<a href="http://mojotrotters.robertorocha.info//wp-content/gallery/hoi-an-fashion/modashoot-7.jpg" title="Calça de seda vietnamita, Thu Vân 2, U$13. A echarpe de seda você encontra em qualquer loja de souvenir, U$4" class="shutterset_set_11" >
								<img title="modashoot-7" alt="modashoot-7" src="http://mojotrotters.robertorocha.info//wp-content/gallery/hoi-an-fashion/thumbs/thumbs_modashoot-7.jpg" width="100" height="75" />
							</a>
		</div>
	</div>
	
		
 		
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		<div class="ngg-gallery-thumbnail" >
			<a href="http://mojotrotters.robertorocha.info//wp-content/gallery/hoi-an-fashion/modashoot-1.jpg" title="Vestido de tafetá, $25" class="shutterset_set_11" >
								<img title="modashoot-1" alt="modashoot-1" src="http://mojotrotters.robertorocha.info//wp-content/gallery/hoi-an-fashion/thumbs/thumbs_modashoot-1.jpg" width="100" height="75" />
							</a>
		</div>
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	<!-- Pagination -->
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</div>


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		<title>Quando os pedintes falam a verdade</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Aug 2010 11:32:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberto Rocha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cambodia]]></category>
		<category><![CDATA[Words]]></category>
		<category><![CDATA[pays]]></category>
		<category><![CDATA[culture shock]]></category>
		<category><![CDATA[economy]]></category>
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		<description><![CDATA[(English) When selling bootleg books didn't work, the boy turned to begging for food. He looked 12 and was still perfecting his pity pitch.

After four days in Siem Reap (and another week in Sihanoukville), I got used to saying no to child sellers and beggars. I read enough articles to know giving them money does more harm than good:]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h5 class="mceTemp">
<dl class="wp-caption alignnone" style="width: 510px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://www.flickr.com/photos/nogoodreason/3344097494/" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.flickr.com/photos/nogoodreason/3344097494/?referer=');"><img title="Girl begging" src="http://farm4.static.flickr.com/3592/3344097494_c9f02f5815_d.jpg" alt="Girl begging" width="500" height="375" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd"><strong>Foto de <a href="http://www.flickr.com/photos/nogoodreason/3344097494/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.flickr.com/photos/nogoodreason/3344097494/?referer=');">Daniel Grosvenor</a></strong></dd>
</dl>
</h5>
<p><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p>Quando o menino percebeu que a gente não ia mesmo comprar um dos seus livros piratas, ele nos pediu comida. Ele parecia ter uns 12 anos e ainda estava aperfeiçoando suas técnicas de vendas.</p>
<p>Depois de quatro dias em <a href="http://wikitravel.org/en/Siem_Reap" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/wikitravel.org/en/Siem_Reap?referer=');">Siem Reap</a> (além de uma semana em <a href="http://mojotrotters.com/2010/08/sihanoukville-is-a-backpacker-neverland/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/2010/08/sihanoukville-is-a-backpacker-neverland/?referer=');">Sihanoukville</a>), eu me acostumei a dizer &#8220;não&#8221; às crianças e adultos vendendo souvenirs e pedindo esmolas. Eu li <a href="http://www.trekearth.com/gallery/Asia/Cambodia/West/Siem_Reab/Siem_Reap/photo523839.htm" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.trekearth.com/gallery/Asia/Cambodia/West/Siem_Reab/Siem_Reap/photo523839.htm?referer=');">artigo</a>s <a href="http://www.worldhum.com/features/ask-rolf-potts/should-i-give-money-to-child-beggars-20090219/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.worldhum.com/features/ask-rolf-potts/should-i-give-money-to-child-beggars-20090219/?referer=');">suficientes</a> para saber que, na maioria das vezes, dar dinheiro mais atrapalha do que ajuda.</p>
<p>Dar dinheiro é um gesto que os incentiva a <strong>continuar trabalhando ou pedindo dinheiro</strong>, ao invés de frequentar uma escola.</p>
<p>Os adultos e crianças acabam <strong>ficando dependentes</strong> dos turistas para sobreviver.</p>
<p><strong>Dar dinheiro atrapalha as ONG&#8217;s</strong> que estão tentando manter as crianças fora dos perigos das ruas.</p>
<p>Sem querer, <strong>você encoraja pais irresponsáveis a ficar em casa</strong>, muitas vezes bebendo, enquanto a criança passa o dia todo trabalhando.</p>
<p><strong>E pior de tudo</strong>: as crianças têm sua infância roubada.</p>
<p>Minha namorada Bianca, no entanto, deixou sua compaixão falar mais alto do que a razão. Quando o menino disse que estava com fome, ela ofereceu comprar um almoço pra ele, e o convidou para se juntar à nossa mesa.</p>
<p>Eu quis protestar, mas era tarde demais. Ela já estava olhando o menu junto com o menino. Tudo o que pude fazer foi limitar a quantia: Não mais que $1.50, eu disse. Quantia suficiente para uma generosa porção de arroz frito com carne.</p>
<p>Enquanto ele comia, a Bia começou a conversar com o menino sobre a sua vida. Eu abracei este gesto. Muito mais do que só dar uma esmola, essa seria uma oportunidade de construir empatia mútua, de saber um pouco mais sobre as pessoas que infelizmente com o passar dos dias acabamos vendo como incômodos.</p>
<p>Ele disse que precisava de dinheiro para comprar leite em pó para sua irmãzinha. Isso já me deixou cabreiro, já que eu já tinha ouvido essa história de outros pedintes, incluindo uma mulher carregando seu bebê.</p>
<p>Viajando no Camboja, você aprende rápido que seu povo é genial na imitação, e péssimo na inovação. Se alguma técnica funciona pra uma pessoa ou se um produto vende bem, você pode ter certeza que muita gente vai imitar.</p>
<p>Quer uma prova? É só você comparar o menu de três restaurante quaisquer em Siem Reap. Escute as propostas dos vendedores de lembrancinhas. Repare como em cada esquina você encontra mais um &#8220;Dr. Fish Massage&#8221;, um tanque cheio de peixinhos que comem a pele morta das suas pernas e pés. Metade deles oferece uma cerveja grátis com o serviço de 2 dólares.</p>
<p>O menino continuou, dizendo que seu pai perdeu as pernas num campo minado. Sua história começava a parecer um pouco trágica demais. Ao invés de empatia, eu comecei a desconfiar. O menino estava combinando vários elementos tristes de uma maneira um pouco forçada. Como resultado, eu passei a desconfiar de cada uma das suas palavras.</p>
<p>E o que eu temia aconteceu. Dois outros meninos, que obviamente notaram a nossa caridade, entraram no restaurante. Um deles pediu um prato de arroz frito enquanto o outro apenas observava. Esses meninos geralmente desistem depois de ouvir uns 5 &#8220;não, sinto muito&#8221;, mas esse aí, vários minutos depois, não se mexia.</p>
<p>Eu tive que ser bruto com o menino, e isso me deixou arrasado. Eu tive que olhar firme dentro dos seus olhos e dizer &#8220;Eu disse não. Eu não vou dizer de novo&#8221;.</p>
<p>Ao deixar a mesa, os olhos do menino me seguiram cheios de ódio. Um olhar como eu nunca tinha visto nesse país de pessoas dóceis e cerimoniosas.</p>
<p>&#8220;Seu pão duro&#8221;, ele lançou.</p>
<p>Isso é algo difícil de se ouvir, especialmente após ter comprado comida para um dos seus colegas. Mas a frase expôs a lógica dos pedintes do terceiro mundo, geralmente ocultada atrás de tantos &#8220;Tenha um bom dia&#8221; e &#8220;Obrigado, senhor&#8221;.</p>
<p>E a lógica é essa: se você tem dinheiro suficiente para viajar de avião até o meu país, você tem dinheiro para me comprar comida. Você tem dinheiro para comprar comida para todos nós. Então por que você não compra?</p>
<p>O que eles não sabem é que eu precisei <a href="http://mojotrotters.com/pt/2009/12/how-to-save-money-for-a-round-the-world-trip/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/pt/2009/12/how-to-save-money-for-a-round-the-world-trip/?referer=');">trabalhar duro por três anos</a> para economizar dinheiro para essa viagem. Que eu escolhi esse país precisamente porque ele é barato &#8211; e eu não sou rico. E que eu estou ajudando apenas com a minha presença e gastos diários, injetando dinheiro na economia e criando empregos na área de turismo.</p>
<p>O garoto estava apenas dizendo o que a maioria dos pedintes pensa, seja verdade ou não.</p>
<p>E essa é uma verdade dura de engolir, mas necessária.</p>
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		<title>Chegando junto dos crocodilos em Cape Tribulation</title>
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		<pubDate>Sat, 14 Aug 2010 07:26:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberto Rocha</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://mojotrotters.com/2010/08/up-close-with-crocs-at-cape-tribulation/" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/2010/08/up-close-with-crocs-at-cape-tribulation/?referer=');"><img class="aligncenter size-full wp-image-763" title="capetrib" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/08/capetrib.jpg" alt="capetrib" width="160" height="120" /></a></p>

Cairns, na Austrália, é geralmente sinônimo da Grande Barreira de Coral, o maior recide de coral do mundo. Mas a apenas duas horas de viagem, ao norte, há uma floresta infestada de crocodilos perigosos, praias selvagens, rios refrescantes e pelo menos um morcego.
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			<content:encoded><![CDATA[<p><object width="500" height="306"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/Nypye5dcNXY?fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/Nypye5dcNXY?fs=1" type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="306" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Cairns, na Austrália, é geralmente sinônimo da Grande Barreira de Coral, o maior recide de coral do mundo. Mas a apenas duas horas de viagem, ao norte, há uma floresta infestada de crocodilos perigosos, praias selvagens, rios refrescantes e pelo menos um morcego.</p>
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		<title>O melhor de New Ireland</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Jul 2010 16:57:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberto Rocha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Papua New Guinea]]></category>
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		<description><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://mojotrotters.com/2010/07/the-best-of-new-ireland/" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/2010/07/the-best-of-new-ireland/?referer=');"><img class="aligncenter size-full wp-image-763" title="new ireland" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/07/newireland.jpg" alt="new ireland" width="160" height="120" /></a></p>

Conheça New Ireland, uma das ilhas menos exploradas de Papua Nova Guiné. Um lugar onde praias selvagens e mergulho e surf de primeira qualidade são apenas algumas das atrações. Que tal nadar com alegres crianças locais em refrescantes rios cor de esmeralda e alimentar enguias?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object width="500" height="400"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/b-QYmXRJfvU?fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/b-QYmXRJfvU?fs=1" type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="400" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Conheça New Ireland, uma das ilhas menos exploradas de Papua Nova Guiné. Um lugar onde praias selvagens e mergulho e surf de primeira qualidade são apenas algumas das atrações. Que tal nadar com alegres crianças locais em refrescantes rios cor de esmeralda e alimentar enguias?</p>
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