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	<title>Mojotrotters &#187; trivia</title>
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	<description>Mobile journalists on a world adventure</description>
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		<title>O jeitinho indoneasiano</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Jul 2010 05:52:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bianca M. Saia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Indonesia]]></category>
		<category><![CDATA[Words]]></category>
		<category><![CDATA[pays]]></category>
		<category><![CDATA[culture]]></category>
		<category><![CDATA[culture shock]]></category>
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		<description><![CDATA[Há quem viaje para escalar montanhas, nadar em mares azul-turquesa, desbravar florestas selvagens. Há quem goste das cidades vibrantes, dos campos tranquilos, das línguas e cultura estrangeiras, das comidas exóticas. Quanto a nós? Gostamos de tudo isso, claro. Mas a vida em outro país produz incontáveis momentos de descoberta, momentos de cama, mesa e banho, banais e fascinantes ao mesmo tempo. A Indonésia está cheio deles.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há quem viaje para escalar montanhas, nadar em mares azul-turquesa, desbravar florestas selvagens. Há quem goste das cidades vibrantes, dos campos tranquilos, das línguas e cultura estrangeiras, das comidas exóticas.</p>
<p>Quanto a nós? Gostamos de tudo isso, claro. Mas a vida em outro país produz incontáveis momentos de descoberta, momentos de cama, mesa e banho, banais e fascinantes ao mesmo tempo. A Indonésia está cheio deles.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Coisas de Cama</strong></span></p>
<h3>1 &#8211; A almofada de abraçar</h3>
<p>Ao varrer nosso quarto pela manhã, nossa anfitriã em Makassar, Mayke, notou que tínhamos deixado as almofadas que estavam na cama no chão. Em formato cilíndrico, eu deduzi que elas fossem almofadas de decoração, e portanto, inúteis. Rindo muito, Mayke nos explicou que aquela almofada tinha nome, &#8220;boaster&#8221;, e que nenhum indonesiano podia conceber dormir sem uma delas. Você pode abraçá-la, colocar em baixo das pernas, usar como travesseiro secundário… vale tudo, menos dormir sem um &#8220;boaster&#8221;. Não foi nada difícil adotar o novo hábito!</p>
<h3>2- A falta de lençol</h3>
<p>Sim, faz calor na Indonésia, no país inteiro, o ano todo. Então talvez nada mais lógico para eles do que não ter incorporado o hábito que a gente tem de usar dois lençóis, um para cobrir a cama e outro para cobrir o corpo. Em nenhuma casa ou hotel onde estivemos &#8211; do mais simples ao mais &#8220;sofisticado&#8221; &#8211; vimos mais do que um lençol na cama. Felizmente eu trouxe uma espécie de saco de dormir feita de cetim, que eu já perdi as contas de quantas vezes usei desde o início da viagem. Porque mesmo num país quente, chega uma hora na noite que dá vontade de se cobrir com uma coisinha.</p>
<p><strong>Coisas de Banho</strong></p>
<h3>1 &#8211; O sanitário asiático</h3>
<p>Aqui a gente não senta. O toalete asiático é incorporado no chão, e para usá-lo, você deve agachar e colocar os pés na porcelana. Um reservatório de água e um baldinho &#8211; aqui chamado de mandi -  funcionam como descarga: pense naquelas vezes onde faltou água na sua casa. Também não há papel higiênico: você deve se servir da água do baldinho para se limpar. Sempre com a mão esquerda. Se você acha tudo muito esquisito e anti-higiênico, pode apostar que essa é a opinião deles dos nossos métodos. &#8220;Todo mundo senta no mesmo vaso? Vocês só se limpam com um papel, não se lavam depois? Éca!&#8221;</p>
<p><a rel="attachment wp-att-1891" href="http://mojotrotters.com/2010/07/portugues-o-jeitinho-indoneasiano/ultimos-posts-2-1/" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/2010/07/portugues-o-jeitinho-indoneasiano/ultimos-posts-2-1/?referer=');"><img class="alignnone size-full wp-image-1891" title="ultimos posts 2 (1)" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/07/ultimos-posts-2-1.jpg" alt="" width="500" height="332" /></a></p>
<h3>2 &#8211; O &#8220;chuveiro&#8221; asiático</h3>
<p>&#8220;Acabou a água&#8221;, parte dois. O mesmo recipiente que guarda a água da descarga e a água de &#8220;limpeza íntima&#8221; é também um reservatório de água para o banho. O &#8220;chuveiro&#8221; é de água fria e canequinha. O banheiro aqui é minimalista, já que vive constantemente molhado: não há um espaço próprio para o banho ou qualquer espécie de cortina ou box. A água espirra pra todo lado e circula do chão para um buraco ou um cano.</p>
<p><strong>Coisas de mesa</strong></p>
<h3>1 &#8211; Guardanapo grã-fino</h3>
<p>Outro dia, na mesa do jantar, um francês me pediu: &#8220;Você pode me passar o… o…&#8221; (apontando para um recipiente).</p>
<p>&#8220;O PAPEL HIGIÊNICO, VOCE QUER DIZER?&#8221; eu respondi, fazendo a mesa composta por europeus cair na gargalhada. Porque não encontrei um jeito fino de declarar o óbvio: aqui, lugar de papel higiênico não é no banheiro, e sim à mesa. Cada restaurante ou boteco tem um recipiente colorido diferente, às vezes até com propaganda estampada, como aqueles isopores de cerveja.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-1889" href="http://mojotrotters.com/2010/07/portugues-o-jeitinho-indoneasiano/ultimos-posts-1-1/" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/2010/07/portugues-o-jeitinho-indoneasiano/ultimos-posts-1-1/?referer=');"><img class="alignnone size-full wp-image-1889" title="ultimos posts 1 (1)" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/07/ultimos-posts-1-1.jpg" alt="" width="500" height="332" /></a></p>
<h3>2 &#8211; Água de beber</h3>
<p>Como a água da torneira em todo o país não é própria para o consumo, os indonesianos sempre a fervem antes de beber. Nos restaurantes e botecos é a mesma coisa: você sempre encontra uma jarra de água para se servir. O que pode revelar surpresas, como água com gosto defumado, por exemplo, que provavelmente foi fervida num fogão à lenha. Sei que muito viajante não bebe outra coisa sem ser água mineral. Mas já faz três semanas que tomamos essa água todos os dias e, até agora, nada de piriri.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-1888" href="http://mojotrotters.com/2010/07/portugues-o-jeitinho-indoneasiano/ultimos-posts-1/" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/2010/07/portugues-o-jeitinho-indoneasiano/ultimos-posts-1/?referer=');"><img class="alignnone size-full wp-image-1888" title="ultimos posts 1" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/07/ultimos-posts-1.jpg" alt="" width="500" height="332" /></a></p>
<h3>3 &#8211; Garfo e… colher</h3>
<p>Indonesiano não come de pauzinho. Aqui, ou você usa a mão ou come de garfo e colher. A colher é usada para levar comida à boca, enquanto o garfo serve para empurrar a comida pra dentro da colher. A faca é desnecessária, já que eles não comem filés de carne ou frango que precisam de corte preciso.</p>
<p><strong>Coisas da rua</strong></p>
<h3>1 &#8211; É Permitido fumar</h3>
<p>Dentro de cybercafés. Em restaurantes. Dentro dos hotéis. Em ônibus de viagem. Nos shoppings, salões de beleza e aeroportos. Em termos de cigarro, aqui ainda se vive como nos anos 60. A maioria dos homens fuma, e eles começam bem cedo. E falando em cigarro: você lembra do Gudang Garang, cigarro de cravo bastante popular entre os adolescentes dos anos 90? Sim, ele é fabricado aqui. E continua bastante popular, entre gente de todas as idades.</p>
<p>Acho que fumo de tabela um meio maço por dia. E ainda não me acostumei.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-1887" href="http://mojotrotters.com/2010/07/portugues-o-jeitinho-indoneasiano/ultimos-posts/" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/2010/07/portugues-o-jeitinho-indoneasiano/ultimos-posts/?referer=');"><img class="alignnone size-full wp-image-1887" title="ultimos posts" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/07/ultimos-posts.jpg" alt="" width="500" height="332" /></a></p>
<h3>2 &#8211; Religião</h3>
<p>Se a Indonésia tem uma trilha sonora, ela é a chamada para a reza, feita pelos muezzin.</p>
<p>A primeira delas é na alvorada, cerca de 4 da manhã. Dá pra ouvir de qualquer lugar, já que numa nação onde 88% da população é muçulmana, uma mesquita nunca está muito longe. O som é amplificado dos templos em altura máxima, chamando os fiéis para as 5 preces diárias.</p>
<p>O uso do véu no país é facultativo, as mulheres dirigem suas mobiletes e caminham sozinhas pelas ruas, e o álcool, apesar de pouco consumido, é permitido. A religião muçulmana aqui é praticada de um jeito bem soft.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-1886" href="http://mojotrotters.com/2010/07/portugues-o-jeitinho-indoneasiano/novo-formato/" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/2010/07/portugues-o-jeitinho-indoneasiano/novo-formato/?referer=');"><img class="alignnone size-full wp-image-1886" title="Novo formato" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/07/Novo-formato.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
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		<title>6 coisas que você (provavelmente) não sabe sobre a Austrália</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Jun 2010 05:05:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bianca M. Saia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Australia]]></category>
		<category><![CDATA[Words]]></category>
		<category><![CDATA[pays]]></category>
		<category><![CDATA[travel-tips]]></category>
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		<description><![CDATA[Com suas praias, rios, florestas, dunas e barreira de corais, a Austrália é um eterno playground natural para todas as idades. E o governo ainda acha vários jeitos tornar esse playground ainda mais atraente. Por exemplo, com as indefectíveis churrasqueiras a gás instaladas em cada parque, praia ou área de piquenique. Ou com as lagoas artificiais e piscinas naturais.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a rel="attachment wp-att-1612" href="http://mojotrotters.com/2010/06/portugues-6-coisas-que-voce-provavelmente-nao-sabe-sobre-a-australia/6-coisas-4/" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/2010/06/portugues-6-coisas-que-voce-provavelmente-nao-sabe-sobre-a-australia/6-coisas-4/?referer=');"><img class="alignnone size-full wp-image-1612" title="6 coisas 4" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/06/6-coisas-4.jpg" alt="" width="500" height="376" /></a>     1- O governo encoraja a diversão gratuita</strong></p>
<p>Com suas praias, rios, florestas, dunas e barreira de corais, a Austrália é um eterno playground natural para todas as idades. E o governo ainda acha vários jeitos tornar esse playground ainda mais atraente. Por exemplo, com as indefectíveis churrasqueiras a gás instaladas em cada parque, praia ou área de piquenique. Ou com as lagoas artificiais e piscinas naturais. Sem esquecer das centenas de campings, devidamente gramados, muitas vezes com chuveiros, banheiro, água potável, áreas cobertas e, claro, as churrasqueiras. Tudo de graça, limpo e em perfeita ordem.</p>
<p><strong>2 &#8211; Para dois pesos há duas medidas</strong></p>
<p>Diz a lenda que em Down Under, misteriosas forças centrífugas regentes nesses lados do globo fazem com que a água na descarga gire no sentido anti-horário, ou seja, ao contrário do que estaríamos acostumados na América. Eu verifiquei e a água parece ir direto pra baixo, mesmo. Mas há uma curiosidade: toda privada tem dois botões de descarga. Uma para o número um, geralmente indicada com um meio círculo, e uma para o número dois, com o círculo completo. Obs: também encontramos esse ecológico sistema sanitário em Fiji e na Nova Zelândia.</p>
<p><strong>3 &#8211; Aqui, cobra-se pelo catchup</strong></p>
<p>Com a exceção do Mc Doanald&#8217;s, em qualquer lanchonete é preciso pagar uma taxa extra pelo catchup, geralmente de 25 centavos de dólar. Como o sachê é pequeno, eu geralmente tinha que comprar no mínimo uns dois para poder cobrir satisfatoriamente a porção de batatas fritas. E aqui, catchup não se chama catchup, e sim tomato sauce, ou seja, molho de tomate. O que já fez com que muitos novatos tenham se enganado nas compras e acabaram comendo uma pavorosa macarronada com molho de catchup no jantar.</p>
<p><strong>4 &#8211; O vinagre e a rede que salvam vidas</strong></p>
<p>No litoral de Queensland, estado ao noroeste do país, entrar no mar no período que vai de dezembro a maio é correr o risco de passar dessa pra uma melhor. E quem acha que os culpados são os tubarões se engana: aqui, o perigo vem sobretudo de duas espécies de água viva que podem causar sérias queimaduras, paradas respiratórias e morte. Para diminuir o risco de acidentes, foram instaladas nas algumas das praias mais importantes do estado uma rede de proteção para os banhistas. E, se o pior acontecer, você pode usar o vinagre disponível na entrada da praia para freiar as queimaduras.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-1613" href="http://mojotrotters.com/2010/06/portugues-6-coisas-que-voce-provavelmente-nao-sabe-sobre-a-australia/6-coisas/" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/2010/06/portugues-6-coisas-que-voce-provavelmente-nao-sabe-sobre-a-australia/6-coisas/?referer=');"><img class="alignnone size-full wp-image-1613" title="6 coisas" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/06/6-coisas.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p><strong>5 &#8211; A vida selvagem mora ao lado</strong></p>
<p>Eu vim pra Austrália esperando encontrar cangurus, coalas e quem sabe crocodilos. Mas a Austrália é muito mais que isso. Em Sydney, um estranho animal faz companhia aos pombos que infestam as praças: o Ibis, uma espécie de garça branca com o bico preto fino e comprido. Dingoes, os cães selvagens, podem ser avistados em diversos pontos da costa leste. Pássaros multicolores, de fazer inveja aos tucanos, são presença obrigatória. Já vi pelicanos e golfinhos nas praias. Aranhas enormes nunca estão muito longe. Já ouvi falar no cassowarie, uma espécie de ema colorida e considerada a ave mais perigosa do mundo? Avistamos um andando tranquilão em uma praia próxima a Mission Beach.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-1614" href="http://mojotrotters.com/2010/06/portugues-6-coisas-que-voce-provavelmente-nao-sabe-sobre-a-australia/6-coisas-1/" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/mojotrotters.com/2010/06/portugues-6-coisas-que-voce-provavelmente-nao-sabe-sobre-a-australia/6-coisas-1/?referer=');"><img class="alignnone size-full wp-image-1614" title="6 coisas 1" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/06/6-coisas-1.jpg" alt="" width="500" height="376" /></a></p>
<p><strong>6 &#8211; Carne de canguru é o que há</strong></p>
<p>Você já sabe que o canguru é o símbolo da Austrália. O que você talvez não saiba é que é possível encontrar a carne deste simpático animal em qualquer supermercado, seja moída, em filés ou espetinhos. Um adesivo colado na embalagem explica o porquê do canguru ser uma ótima opção tanto para a saúde como para o meio-ambiente: esta é uma carne que tem índice baixíssimo de gordura. O canguru não produz os mesmos gases que as vacas, considerado um dos maiores vilões no efeito estufa. Além disso, o animal é considerado uma praga no país, e precisa de muito menos alimento do que os bovinos, preservando assim a natureza.</p>
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		<title>Oito sinais que você está velho demais pra fazer mochilão</title>
		<link>http://mojotrotters.robertorocha.info/pt/2010/05/eight-signs-youre-too-old-to-backpack-the-australian-coast/</link>
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		<pubDate>Sun, 16 May 2010 23:15:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberto Rocha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Australia]]></category>
		<category><![CDATA[Words]]></category>
		<category><![CDATA[pays]]></category>
		<category><![CDATA[coast]]></category>
		<category><![CDATA[emotions]]></category>
		<category><![CDATA[trivia]]></category>

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		<description><![CDATA[(English) It doesn't take long to see that the eastern Australian backpacking trail, which stretches form Sydney to Cairns, is geared for the sub-30 set. Hundreds of young'uns, mostly European, flock to the Gold an Sunshine Coasts chasing sunny beaches, bountiful alcohol, and beach-beautiful bodies.

Nothing wrong with this, but it's not for everyone. Which is the reason that travellers 30 and above are a rare sight: it's easy for them to feel they have outgrown this kind of budget-minded tripping.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h5 class="mceTemp">
<dl class="wp-caption alignnone" style="width: 510px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://www.flickr.com/photos/nicoll/332686458/sizes/m/" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.flickr.com/photos/nicoll/332686458/sizes/m/?referer=');"><img style="margin-top: 12px; margin-bottom: 12px;" title="by Dave Nicoll" src="http://farm1.static.flickr.com/144/332686458_2b42a3de96.jpg" alt="beach party in Bondi" width="500" height="375" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd"><strong>Foto de <a href="http://www.flickr.com/photos/nicoll/332686458/sizes/m/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.flickr.com/photos/nicoll/332686458/sizes/m/?referer=');">Dave Nicoll</a></strong></dd>
</dl>
</h5>
<p>Não demora muito pra você perceber que a rota turística da costa leste australiana, que vai de Sydney à Cairns, é feita tendo em mente os jovens de 20 e (bem) poucos anos. Milhares de quase adolescentes, principalmente europeus, voam para a Gold e a Sunshine Coast em busca de praia, álcool farto e gente bonita e bronzeada.</p>
<p>E não há nada de errado nisso. Mas não é programa pra todo mundo. E por isso mesmo, viajantes de 30 anos ou mais são uma raridade, já que provavelmente eles vão sentir que já esão em outra.</p>
<h2>1. Você se sente como um turistão</h2>
<p>Byron Bay, Surfer&#8217;s Paradise, Fraser Island, Whitsundays… Todos esses lugares lindos estão infestados de McViagens, a serviço de milhares de turistas todos os dias, a ano todo. É difícil sentir que você embarcou em algum tipo de jornada quando você é só mais um corpo entre tantos outros.</p>
<p>E se você quiser fazer um tour mais exclusivo, prepare-se pra pagar o preço, que geralmente fica muito além do orçamento de um mochileiro.</p>
<h2>2. Você se sente o tio da balada</h2>
<p>Lembra da última vez que você foi para seu bar de faculdade favorito ou boate que costumava frequentar e se sentiu velho? A sensação é exatamente essa.</p>
<h2>3. Tudo é organizado demais pro seu gosto</h2>
<p>Você veio em busca de aventura &#8211; e aventura é exatamente o que as agências de viagem prometeram &#8211; mas ganhou uma viagem que te lembra os passeios de escola da 5a série. Tudo já foi preparado e planejado pra você. Você tem que seguir um itinerário rígido, mesmo se não houver um guia por perto.</p>
<h2>4. Você torce o nariz para vinho barato</h2>
<p>Em todo lugar você vai ver alguém carregando uma caixa de quatro litros de um vinho terrível, apelidada goon, por incríveis 11$. Um produto obrigatório nos tours de três dias onde você precisa trazer seu próprio álcool: para os mochileiros quebrados, a quantidade de álcool por centavo é imbatível. Para você, esse “vinho” é uma ofensa ao bom gosto.</p>
<h2>5. Você reclama de desconforto</h2>
<p>Você recebe um colchão fino como papel para dormir dentro da barraca e fica de mau humor pela manhã. Já não é tão fácil dormir no chão duro como antes. Provavelmente porque você não está bebendo goon o suficiente.</p>
<h2>6. Você sente falta de paz e tranquilidade</h2>
<p>Junte aos grupos enormes os bêbados barulhentos e as rádios que tocam sem parar os hits pop. do momento. Seu único momento de serenidade acaba sendo aquela hora mágica entre as 3 e as 7 da manhã quando todos os festeiros estão dormindo. Mas, claro, sempre dá pra encontrar um cantinho tranquilo para fazer uma leitura, escrever no diário ou meditar na cidade onde você estiver.</p>
<h2>7. Faltam desafios</h2>
<p>Você fala a língua local. As ruas são arrumadinhas e limpas. Tudo é organizado e previsível. Você não está numa cultura realmente estrangeira, tendo que compreender costumes diferentes e aprendendo algo novo todos os dias. O passeio pode ficar monótono bem rápido.</p>
<h2>8. Você ja passou da fase da balada</h2>
<p>Você viveu sua juventude intensamente: as festas de faculdade, as ficadas aleatórias, a amnésia do dia seguinte. Hoje, você atravessa o mundo em busca de experiências que tenham um pouco mais de profundidade (e que envolvam menos vômitos).</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Como Queenstown fatura com a droga mais cara do mundo</title>
		<link>http://mojotrotters.robertorocha.info/pt/2010/04/how-queenstown-thrives-on-the-worlds-most-expensive-drug/</link>
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		<pubDate>Mon, 12 Apr 2010 17:34:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberto Rocha</dc:creator>
				<category><![CDATA[New Zealand]]></category>
		<category><![CDATA[Words]]></category>
		<category><![CDATA[pays]]></category>
		<category><![CDATA[adrenaline]]></category>
		<category><![CDATA[adventure]]></category>
		<category><![CDATA[trivia]]></category>

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		<description><![CDATA[(English) Queenstown is the most convincing proof that governments can profit from the legalization of drugs. This is, after all, the city that deals the world's most expensive narcotic. Walk around its compact downtown and you'll see hundreds of addicts, just biding time until their next fix, for which they'll pay hundreds of dollars.

The drug dealers are registered companies that are taxed and subject to stringent safety standards. There are very few deaths and virtually no violent crime caused by the drug.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h5 class="mceTemp">
<dl id="attachment_1398" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px;">
<dt class="wp-caption-dt"><img class="size-full wp-image-1398 " style="margin-top: 12px; margin-bottom: 12px;" title="qtown 1" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/04/qtown-1.jpg" alt="" width="500" height="375" /></dt>
<dd class="wp-caption-dd"><strong>Delivery de drogas em Queenstown</strong></dd>
</dl>
</h5>
<p>Queenstown é a prova definitiva que os governos podem faturar uma grana violenta com a legalização das drogas. Afinal, esta é a cidade que trafica o narcótico mais caro do mundo. É só dar uma volta no compacto centro da cidade que você vai ver centenas de viciados matando o tempo até a próxima dose, avaliada em centenas de dólares.</p>
<p>Os traficantes têm empresas registradas, taxadas e sujeitas a rigorosos padrões de segurança. A quantidade de mortes causadas pela droga é desprezível, e não se tem notícia de crimes violentos associados ao tráfico. O alto preço da droga e a distância entre Queenstown e qualquer outra cidade importante no mundo atrai apenas usuários das classes sociais mais altas. E eles geralmente vêm em busca de uma dose ou duas, para ir embora logo em seguida.</p>
<p>Essa é uma droga impossível de ser roubada e revendida no mercado negro. Os pré-requisitos para a entrada de novos traficantes no mercado são tão rigorosos que a sua quantidade, assim como os preços, permanecem estáveis. Essa estabilidade também garante a ausência de conflito entre os traficantes.</p>
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<dt class="wp-caption-dt"><img class="size-full wp-image-1399" style="margin-top: 12px; margin-bottom: 12px;" title="qtown 2" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/04/qtown-2.jpg" alt="" width="500" height="375" /></dt>
<dd class="wp-caption-dd"><strong>Usuárias de drogas esperando a sua dose no porto</strong></dd>
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<p>O preço da droga é exorbitante pois o custo da extração é imenso. Os traficantes têm que construir estruturas caras, dentro de projetos de longo prazo, comprar equipamentos especializados e contratar funcionários bem treinados.</p>
<p>Alguns desses investimentos incluem: barcos movidos a jato, cabines suspensas por cabos de metal sobre canyons, bondinhos de transporte, cordas elásticas especiais que são amarradas nos pés dos usuários, ônibus, motoristas, câmeras e avançados computadores de edição que fornecem aos usuários um registro virtual da sua experiência.</p>
<p>O barato dura de 20 segundos a um dia inteiro. E geralmente, os baratos mais curtos são os mais intensos.</p>
<p>O interessante é que a droga não pode ser manufaturada ou extraída de outra substância. A droga reside em glândulas localizadas dentro dos próprios usuários, e requer todas essas estruturas complexas para a sua extração.</p>
<p>A droga se chama <em>adrenalina</em>.</p>
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<dt class="wp-caption-dt"><img class="size-full wp-image-1400" title="qtown 3" src="http://mojotrotters.com/wp-content/uploads/2010/04/qtown-3.jpg" alt="" width="500" height="375" /></dt>
<dd class="wp-caption-dd"><strong>Um pedestre caminha em frente a uma das lojas de drogas em Queenstown</strong></dd>
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