Words
Subindo ao inferno em Whistler
O esqui entrou na minha vida há cerca de quatro anos, durante meu primeiro inverno no Québec. Foi uma paixão quase imediata. Quase porque nas primeiras descidas tudo joga contra você: quedas frequentes e brutais, frio que endurece os pés e queima as mãos, medo que faz doer a boca do estômago. Comparação dolorida tanto com os adultos como com as crianças que já nasceram com um par de esquis sob os pés.
Fora o mantra “o-que-é-que-eu-estou-fazendo-aqui” girando sem parar na minha cabeça.
Bob Blumer e os frutos do mar
Bob Blumer é um maluco, e portanto, meu chefe-celebridade favorito. Quando fomos convidados para um evento promovendo o turismo da Colúmbia Britânica onde ele era o apresentador, não tivemos outra alternativa a não ser comparecer.
Essa hippie charmosa chamada Vancouver
Vancouver é uma cidade que tem bastante em comum com o Rio de Janeiro. E não estou falando apenas da mistura de mar e montanhas. É que o sol, tanto aqui como lá, faz as vezes de maquiagem.
Ele pode tornar o que já é naturalmente belo em algo sublime. Destacar as curvas e ressaltar os recortes e o brilho dos olhos das cidades. Ausente, as mesmas cidade acordam de cara amassada e ressaca. Ficam as formas, somem muito da sensualidade e da exuberância.
Entrevista dos MojoTrotters para o Canadá Direto
Você sabe o que quer dizer MoJoTrotters? Sabe porque eu e o Roberto decidimos embarcar nesse projeto? Imagina como é um planejamento de viagem de volta ao mundo? Nós conversamos sobre esses e outros assuntos durante uma entrevista feita por Gilda Salomone no programa Canadá Direto, da Rádio Canadá Internacional.
Clique aqui para ouvir a entrevista.
Viagem de volta-ao-mundo: o roteiro
A gente até pode dizer que está indo fazer uma viagem de volta-ao-mundo. Mas o termo é quase uma licenca poética: com 191 países espalhados num planeta de 47 mil quilômetros de circunferência, muitas vidas seriam necessárias pra se poder visitar tudo.
Acho que isso explica porque é tão tentador, numa viagem de “volta-ao-mundo”, tentar visitar o máximo de lugares possível. Como ir num bufê de preço único e não resistir em misturar camarão empanado, lasanha, feijoada, moqueca e salada russa no mesmo prato.
Aviso ao chefe: Fui!
Qual seria a reação dos seus colegas se você deixasse seu belo e cobiçado emprego pra trás pra ir viajar pelo mundo por um ano? Nesse vídeo você vai saber o que é que os meu colegas disseram.
Porque resolvi largar tudo pra viajar pelo mundo
Mesmo numa pessoa feliz e equilibrada, algumas experiências têm o potencial de provocar uma depressão. Uma delas é a dor-de-cotovelo. Outra é a morte de alguém querido. Ter descoberto durante uma leitura em 2006 que o retorno de uma viagem de volta-ao-mundo pode ter efeito semelhante foi uma revelação.
Naquela hora eu entendi que fazer essa viagem era uma experiência fundamental, como amar. E correr o risco de ser abandonada.
Não, eu não sou masoquista, nem curto tristeza. Mas tenho uma queda por emoções fortes.
Como economizar para uma viagem de volta-ao-mundo
“Você é tão sortudo”. Essa é uma das frases que eu mais escuto quando digo às pessoas que vou tirar um ano pra viajar com a Bianca. “Ah, como eu gostaria de poder fazer a mesma coisa!”
O sentimento é compreensível. No entanto, não se trata de sorte. Somos sem dúvida afortunados de poder embarcar nesse projeto.
Mas eu repito: não foi sorte.
Prazer em conhecê-los
Nesse vídeo você vai conhecer um pouco mais sobre a gente, sobre a nossa vida e saber do que se trata o nosso mais novo projeto – o blog Mojotrotters. Esperamos te ver por aqui de novo e receber seus comentários. E super obrigada pela visita!


