Words
Novas traduções dos textos do Beto
Talvez você, leitor brazuca, tenha perdido estes textos de autoria do Beto porque eles estavam só em inglês. Seus problemas acabaram: todos esses artigos acabam de ser humildemente traduzidos por euzinha aqui para o português. E aguarde, porque já temos vários vídeos no forno, esperando ansiosamente uma conexão mais rápida para entrarem no ar.
Bungy em Queenstown
Como Queenstown fatura com a droga mais cara do mundo
(English) Queenstown is the most convincing proof that governments can profit from the legalization of drugs. This is, after all, the city that deals the world’s most expensive narcotic. Walk around its compact downtown and you’ll see hundreds of addicts, just biding time until their next fix, for which they’ll pay hundreds of dollars.
The drug dealers are registered companies that are taxed and subject to stringent safety standards. There are very few deaths and virtually no violent crime caused by the drug.
Bungy jumping em Queenstown
(English) When the technician clips the bungy cord on your feet, you vaguely start to realize what you got yourself into.
We had just watched six other people do the jump, billed as the third highest in the world. As thousands have done in the past, they jump, the cord stretches, they bounce. When they’re reeled back to the platform, they look stunned and thrilled, probably wondering what to call the neurochemical sucker punch they just took.
Aprendendo sobre vinhos na Nova Zelândia
Foram necessários três visitas às diferentes regiões vinicultoras da Nova Zelândia pra que eu finalmente entendesse porque costuma-se sentir os aromas do vinho antes de bebê-lo. Porque os especialistas ou os apaixonados fazem questão de encontrar na bebida aromas de couro, morango ou baunilha.
É que para realmente apreciar um vinho é necessária identificar seus aromas. O paladar humano é limitado: ele reconhece o doce, o ácido, o amargo e o salgado. Já o olfato é infinitamente mais preciso, rico e até mesmo emotivo. E muito do sabor do vinho vêm do que conseguimos cheirar dele.
Não há paraíso terrestre
Conta uma lenda Maori que os deuses, ao constatarem como era bela a Ilha Sul da Nova Zelândia, ficaram com medo que os humanos quisessem ficar por lá para sempre. A solução encontrada por eles para evitar essa ocupação indesejada foi povoar a Ilha Sul de sandflies – uma espécie de mosca preta.
Espertinhos, esses deuses.
Galeria de fotos: Pântano de Ship Creek
Short and sweet. Curta e doce? Essa expressao intraduzível da lingua inglesa é perfeita pra descrever a caminhada no pântano de Ship Creek, entre Haast e Lake Paringa.
A caminhada completa dura 20 minutos e é facilmente acessível. Mas nós levamos cerca de uma hora para dar a volta completa. Cada cantinho dessa floresta era uma jóia em miniatura, pra quem toma o tempo de olhar.
Galeria: Os monumentos de Bruce Bay
Numa faixa de cerca de um quilômetro, à beira de uma praia deserta da costa oeste da Nova Zelândia, o motorista desavisado pode viver as tristezas, a empolgação, os caprichos dos viajantes que por lá passaram.
Em sua maioria, essas relíquias são pedras escritas com caneta. Outras tem a forma de galhos de árvore plantados na areia, torres de pedras, ou uma bandeira nacional.
Todas expressam um sentimento: Passei por aqui. Sinto falta do meu amor. Amo meu país.
Encontrando focas em Abel Tasman
Tem ataque histérico que é ruim. Baratas. Assalto. Batida de carro. Bicho esquisito que pousa em você. Ver os descontos mensais na folha de pagamento.
Agora, tem ataque histérico que é bom. Show dos Menudos. Susto durante brincadeira do copo. Montanha-russa e bungee jumping. Ganhar na loteria.
Sabe o que mais dá histeria? Ver foquinhas, focas de verdade, muitas, fofas, filhotes, grandes, nadando bem do seu lado.
As focas de Abel Tasman
Entre (de mansinho) com seu caiaque em uma das colônias de foca do Parque Nacional Abel Tasman que você corre o risco de ser brindado com essa adorável recepção.
Os dados sobre as focas foram fornecidos pelo Departamento de Conservação da Nova Zelândia.

