Words
Viagem espiritual: um ashram na Índia
Que tal passar suas férias levantando antes do sol nascer, sendo proibido de beber uma só gota de álcool, ou passar as noites em boa companhia?
Pois é por livre escolha que centenas de hóspedes vêm todos os anos ao Sivananda Yoga Vedanta Dhanwantari Ashram, na Índia, cumprir essas regras ao participar do Yoga Vacation, que dura duas semanas.
Quer saber como é a vida em um ashram? Clique aqui e ouça a reportagem.
Filosofando sobre arrotos
Quando a gente viaja, descobrimos que nem sempre nosso jeito é o único ou o certo. Que a nossa cultura é apenas mais uma entre tantas outras. Que os seres humanos, no fundo, têm as mesmas necessidades, seja lá quais forem as suas diferenças.
Tudo isso é muito lindo. Mas é eu ouvir um indiano arrotar alto na mesa ao meu lado que minha vontade é, feito mamãe, dar uma bronca seguida de uma aulinha de boas maneiras.
A Índia tá se lixando pras sinopses
Seja o que for que você afirme sobre a Índia, o oposto também será verdadeiro.
Isso torna a tarefa de escrever sobre o país bastante complicada. Mas, de acordo com a minha própria lógica, isso faz com que escrever sobre o país seja muito fácil.
E, sim, há muito há ser dito sobre o país após apenas alguns dias aqui. O problema é que encontro pouca coisa a dizer que fuja dos clichês.
Como ser bela no Vietnã
No Vietnã, mulher não está se matando pra ser magra. Porque na grande maioria das vezes elegantes elas já são.
Ser bela aqui é ter a pele clara. Quer elogiar uma mulher vietnamita? Então mande essa: “Você tem a pele tão branca”! Provavelmente, ela vai ficar vermelha.
Lobos em pele de cordeiro: Parte II
Em comum eles tinham a pouca idade, o aspecto simples e uma aparente vontade de nos ajudar sem pedir nada em troca. Vietnamitas boa-praça, na nossa opinião cidadãos acima de qualquer suspeita.
Ou você desconfiaria de um quase adolescente solícito sentado ao seu lado num país pacífico como o Vietnam?
Lobos em pele de cordeiro: Parte I
Em comum eles tinham a pouca idade, o aspecto simples e uma aparente vontade de nos ajudar sem pedir nada em troca. Vietnamitas boa-praça, na nossa opinião cidadãos acima de qualquer suspeita.
Ou você desconfiaria de um monge dentro de um templo budista?
Maratona Fashionista II: A saga do Beto
Saímos de Hoi An com um terno mal-feito debaixo dos braços do Beto. Isso após nada menos que 7 tentativas de ajuste num paletó que foi recomeçado do zero após o quinto “ajuste”. A palavra está entre aspas para refletir nossa sensação: de que nada era realmente mudado. Os defeitos voltavam praticamente idênticos, prova após prova.
Imagine, se puder
Imagine que de um dia pra outro você não tenha mais direito de ouvir música ou dançar. Que qualquer tipo de máquina seja proibida, dos relógios de pulso aos carros. Que não se possa mais ir à escola, ao trabalho, ao cinema, ao médico, à igreja, ao teatro. Nem usar papel e caneta. Que você seja forçado a abandonar a sua casa pra trabalhar no campo, entre 12 e 20 horas por dia. E que mesmo assim, você quase morra de fome.
Imagine se te proibissem falar de amor. E até de usar seus óculos.
Quando os pedintes falam a verdade
(English) When selling bootleg books didn’t work, the boy turned to begging for food. He looked 12 and was still perfecting his pity pitch.
After four days in Siem Reap (and another week in Sihanoukville), I got used to saying no to child sellers and beggars. I read enough articles to know giving them money does more harm than good:
Vinda do país do futebol
Ter nascido no pais do futebol é uma maravilha. Do Zimbábue ao Vanuatu, você pode ter certeza que sua nacionalidade será imediatamente reconhecida – e até mesmo amada – pelo seu interlocutor, o que vai desencadear na simpatia imediata e transferida a você, ilustre viajante desconhecido.
Ter nascido no pais do futebol é um inferno. Principalmente se a ferida da derrota ainda estiver fresca.