Words
De volta à infância em Fraser Island
(English) When they can’t be bothered with sound discipline, it’s customary for parents to scare their children with fantastic lies.
In Brazil, for example, children are told that if they play with fire they will wet their beds, or that cockroaches will lick their mouths at night if they neglect to brush their teeth.
And there’s the mammoth childhood lie, one that crosses many cultures and is so ridiculous that its survival is nothing less than a miracle: that a fat old man in the North Pole is monitoring every child and delivers obedience rewards on a sleigh pulled by flying reindeer.
Um dia na Campervan
As 8 da manhã, a claridade começa a entrar, preguiçosa feito a gente, pela janela. E após um sono de quase 10 horas, é tempo de acordar. Abrimos a cortina e verificamos se chove (quase nunca) ou se faz sol (quase sempre).
Da janela, podemos ver o mar, o gramado, o asfalto, os vizinhos ou a montanha. E decidir se o café vai ser tomado ali mesmo ou em um lugar mais bonito ou tranqüilo. Às vezes damos sorte e há um banheiro ali do lado. Outras vezes é preciso segurar a vontade por um tempo mais e escovar os dentes com água de caneca.
Como acampar (quase) de graça na Nova Zelândia
No Brasil, a compra de um carro é todo um evento. Quem pode, compra zero, com cheirinho de novo e coisa e tal. Quem pode menos, compra zero, paga em 24 ou 72 prestações e leva os amigos pra uma voltinha no quarteirão com o som no talo. Quem pode menos ainda, compra um 92 com trio elétrico e passa os fins-de-semana encerando a carroceira.
Na Nova Zelândia, a compra de um carro é um ato quase tão banal como ir supermercado. Pegue, pague. Não tem DETRAN ou despachante. O processo de transferência de proprietários, despido de qualquer fila, pompa ou circunstância, leva 10 minutos.