mo•jo n., 1. short for mobile journalist. 2. a flair for charm and creativity.

Words

  • by Bianca M. Saia
  • published from Vietnam
  • on 2011.12.16

Banquete Imperial em Hue

O Imperador vietnamita Tu Duc (1848-1883) entrou pra história por fazer mais exigências que astro de rock em turnê internacional.

O seu chazinho matinal tinha de ser preparado a partir das gotas de água colhidas de folhas da flor de lótus. E não qualquer lótus: só valia se elas crescessem no lago da cidade imperial de Hue, capital do Vietnã durante 150 anos.

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  • by Bianca M. Saia
  • published from Israel
  • on 2011.03.22

A terra onde toda sexta-feira é Natal

Foi com saudações de “Shabat Shalom!” que dois jovens colegas em um café de Jerusalém se cumprimentaram alegremente, pouco depois das 4 da tarde. O dia era sexta-feira, quando o pôr-do-sol marca o início do dia sagrado para os judeus. Centenas de chassídicos, Torá na mão, caminhavam em direção ao Muro das Lamentações, aquele que é o seu local mais sagrado.

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  • by Roberto Rocha
  • published from India
  • on 2010.11.02

Varkala: cerveja, política e deduragem

Em Varkala, você não vai encontrar cerveja ou drinks nos menus de quase nenhum dos inúmeros restaurantes construídos frente ao mar.

Mas experimente dizer a palavra álcool pro garçom. Ele prontamente vai tirar do bolso um menu caseiro e gasto listando os costumeiros Mojitos, Tom Collins, Cosmopolitans e outros drinks clássicos. Peça uma cerveja e receba uma geladíssima garrafa de Kingfisher em instantes.

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  • by Roberto Rocha
  • published from Singapore
  • on 2010.10.12

Em Cingapura, é a comida que te consome

Recusar comida em Cingapura é tão produtivo como teclar cinco vezes na tecla Enter do computador, na esperança que a operação se apresse. Insistir é inútil.

É como o povo expressa seu carinho. É como eles agradam e honram os visitantes. É o que eles sabem fazer de melhor.

O desafio pro turista é se sentir lisonjeado, ao invés de frustrado e indigesto.

Uma tragicomédia em três atos.

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  • by Bianca M. Saia
  • published from Indonesia
  • on 2010.08.04

Trem da alegria

É gozado como as experiências mais irritantes dentro do seu próprio país se tornam automaticamente folclóricas e exóticas em terras distantes.

Acho que pouco brasileiro em sã consciência, tendo a escolha entre tomar um táxi com ar-condicionado ou um ônibus quente e cheio de vendedores ambulantes – se o preço fosse o mesmo – ficaria com a segunda opção. Incluindo eu. Mas, longe de casa, a experiência povão e gloriosa. É entretenimento puro e gratuito.

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  • by Roberto Rocha
  • published from Papua New Guinea
  • on 2010.08.03

Mascando betel nut em PNG

betelnut

Nós pedimos a uma garota local que nos mostrasse como se masca o betel nut (em português, noz de bétele ou noz de areca), desfrutado e cuspido em seguida pelos nativos de Papua Nova Guiné. A experiência foi um pouco mais intensa do que a gente esperava.

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  • by Bianca M. Saia
  • published from Indonesia
  • on 2010.07.23

Togean Islands: Chore para sair

Você não acha que lugar é que nem gente? Há os atraentes, os violentos, aqueles difíceis de gostar à primeira vista, os chatos, os frios, os exuberantes, os generosos.

Viajando a gente encontra todo tipo de lugar. E todo tipo de gente. E descobre lugares como Togean Islands, também conhecido como o número que eu calço, minha menina dos olhos, meu novo amor. Putz, como é bom se apaixonar.

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  • by Roberto Rocha
  • published from Papua New Guinea
  • on 2010.07.20

A comida na região serrana de PNG

food

Nos Highlands, região serrana de Papua Nova Guiné, em se plantando (quase) tudo dá.
Grande parte do que é consumido no resto do país é plantado nessa fértil região agrícola.

Nesse vídeo, você vai ver como a população local cultiva e prepara seus alimentos.

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  • by Roberto Rocha
  • published from Papua New Guinea
  • on 2010.07.03

O lado bom (e o ruim) da comida de PNG

Papua Nova Guiné é um país em desenvolvimento, e como tal, tem mais problemas que livro de matemática. Mas aqui, ninguém passa fome.

O solo da região serrana é particularmente fértil, e praticamente todas as famílias do país têm uma porção de terra, usada para plantar e colher comida fresquinha o ano inteiro.

Toda casa tem no mínimo uma plantação de batata-doce e repolho, talvez alguns porcos e várias árvores frutíferas, de banana, laranja, tangerina e goiaba, por exemplo.

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  • by Roberto Rocha
  • published from New Zealand
  • on 2010.03.28

Como preparar mexilhões neo-zelandeses

Tem gente que cozinha os mexilhões no vapor, o que é uma pena, nos contou um instrutor de caiaque do parque nacional Abel Tasman. Ao colher mexilhões frescos das pedras, você deve respeitar ao máximo seus sabores naturais.

E para conseguir isso, é só grelhar os mexilhões no seus próprio líquido.

Confira aqui a receita.

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