Words
Dez coisas que eu aprendi no Camboja
1. Uma moto pode carregar tranquilamente uma família de cinco pessoas.
2. O papel da polícia não é proteger seus cidadãos, e sim aqueles que pagam mais.
Por quê? Propinas fazem parte da cultura do Camboja há muito tempo. Sabe-se que a polícia e os militares já sequestraram e ameaçaram cidadãos honestos em troca de dinheiro.
3. O [...]
A Índia tá se lixando pras sinopses
Seja o que for que você afirme sobre a Índia, o oposto também será verdadeiro.
Isso torna a tarefa de escrever sobre o país bastante complicada. Mas, de acordo com a minha própria lógica, isso faz com que escrever sobre o país seja muito fácil.
E, sim, há muito há ser dito sobre o país após apenas alguns dias aqui. O problema é que encontro pouca coisa a dizer que fuja dos clichês.
Como ser bela no Vietnã
No Vietnã, mulher não está se matando pra ser magra. Porque na grande maioria das vezes elegantes elas já são.
Ser bela aqui é ter a pele clara. Quer elogiar uma mulher vietnamita? Então mande essa: “Você tem a pele tão branca”! Provavelmente, ela vai ficar vermelha.
Lobos em pele de cordeiro: Parte II
Em comum eles tinham a pouca idade, o aspecto simples e uma aparente vontade de nos ajudar sem pedir nada em troca. Vietnamitas boa-praça, na nossa opinião cidadãos acima de qualquer suspeita.
Ou você desconfiaria de um quase adolescente solícito sentado ao seu lado num país pacífico como o Vietnam?
Lobos em pele de cordeiro: Parte I
Em comum eles tinham a pouca idade, o aspecto simples e uma aparente vontade de nos ajudar sem pedir nada em troca. Vietnamitas boa-praça, na nossa opinião cidadãos acima de qualquer suspeita.
Ou você desconfiaria de um monge dentro de um templo budista?
Maratona Fashionista II: A saga do Beto
Saímos de Hoi An com um terno mal-feito debaixo dos braços do Beto. Isso após nada menos que 7 tentativas de ajuste num paletó que foi recomeçado do zero após o quinto “ajuste”. A palavra está entre aspas para refletir nossa sensação: de que nada era realmente mudado. Os defeitos voltavam praticamente idênticos, prova após prova.
Camboja: um país que te inspira a aprender história
Ao chegar num país novo, dá pra fazer umas generalizações após uns poucos dias. Esse povo é meio rabugento. Esse aqui é extrovertido e festivo. Já aqui, eles são um pouco tímidos e muito gentis.
O povo do Camboja desafia qualquer regra. Após uma semana de estadia no país, ainda não consegui destilar o espírito nacional.
Vejo um país de cidades vibrantes, com uma estética arquitetônica deslumbrante (você já viu uma pagoda Khmer?), e orgulhoso da sua antiga civilização. Mas, pra mim, as pessoas continuam um mistério.
Imagine, se puder
Imagine que de um dia pra outro você não tenha mais direito de ouvir música ou dançar. Que qualquer tipo de máquina seja proibida, dos relógios de pulso aos carros. Que não se possa mais ir à escola, ao trabalho, ao cinema, ao médico, à igreja, ao teatro. Nem usar papel e caneta. Que você seja forçado a abandonar a sua casa pra trabalhar no campo, entre 12 e 20 horas por dia. E que mesmo assim, você quase morra de fome.
Imagine se te proibissem falar de amor. E até de usar seus óculos.
Quando os pedintes falam a verdade
(English) When selling bootleg books didn’t work, the boy turned to begging for food. He looked 12 and was still perfecting his pity pitch.
After four days in Siem Reap (and another week in Sihanoukville), I got used to saying no to child sellers and beggars. I read enough articles to know giving them money does more harm than good:
Trocando experiências pelos cartões postais
Minha hora chegou. Aquela hora em que a idéia de visitar templos, palácios e museus de pequeno ou médio calibre começam a dar uma certa preguiça. Acumulei um sem-número de experiências talvez belas, mas pouco significativas, que acabam se amontoando na cabeça como uma baguncinha dentro de uma gaveta. Já tenho mais fotos estilo cartão-postal que loja de souvenir.
Como manter a energia e o interesse frescos nos seus arredores, 6 meses de estrada depois?