Words
Diários de Couchsurfing: Rob Sajko
Quis a vida que nossa estadia na inóspita cidade de Port Moresby, em Papua Nova Guiné, fosse adocicada (e apimentada) por um anfitrião sem igual: Rob Sajko.
Há dois anos Rob trocou um confortável mas previsível cotidiano australiano por uma aventura em país vizinho e selvagem. Em troca de um contrato interessante numa empresa automobilística e grande parte das despesas pagas, Rob veio tentar botar certa ordem na bagunça corporativa de PNG. Chefiar os locais que baixam a cabeça para o homem branco, mas que segundo ele invariavelmente roubam o escritório quando ninguém está olhando.
O lado bom (e o ruim) da comida de PNG
Papua Nova Guiné é um país em desenvolvimento, e como tal, tem mais problemas que livro de matemática. Mas aqui, ninguém passa fome.
O solo da região serrana é particularmente fértil, e praticamente todas as famílias do país têm uma porção de terra, usada para plantar e colher comida fresquinha o ano inteiro.
Toda casa tem no mínimo uma plantação de batata-doce e repolho, talvez alguns porcos e várias árvores frutíferas, de banana, laranja, tangerina e goiaba, por exemplo.
7 Dicas para uma estadia tranquila em Papua Nova Guiné
O Brasil e a Papua Nova Guiné têm algo em comum. Uma das primeiras coisas que vêm na cabeça do estrangeiro ao pensar nesses dois países é a questão da segurança. E tanto no Brasil como em PNG, há um tanto de verdade e um tanto de exagero em relação ao que é divulgado no exterior.
Uma noite no vilarejo
(English) We were escorted from the car by an entourage of village children who heard two white people would be spending the night in their community.
Understand that this is like learning that your neighbours would receive a visit from Madonna for a live performance in their living room.
As multidões de Mount Hagen
Uma das coisas que mais impressiona na região serrana de Papua Nova Guiné é a imensa quantidade de gente sempre presente nas ruas, aparentemente sem fazer nada.
Eles se aglomeram em frente às lojas, vagam nas esquinas, formam pequenos grupos nos mercados ou estações de ônibus, jogando cartas ou mascando betel nut.
Papua Nova Guiné <3 Mojotrotters
Durante a nossa visita aos Highlands, em Papua Nova Guiné, um repórter de um dos periódicos nacionais fez uma entrevista com a gente. Os turistas naquela área são tão poucos que nossa simples presença foi notícia de jornal.
Mochileiros são ainda mais raros. Vários locais nos disseram que nós fomos os primeiros que eles já tinham visto.
O artigo relata nossas experiências no país, e o que precisa mudar para que os mochileiros passem a considerar PNG como um destino possível.
Um dia de funeral em Papua Nova Guiné
Quem participa de um funeral típico em Highlands embarca em uma jornada física e emocional exaustiva, conhecida como “Haus Crái”. Isso foi o que descobrimos ao fazer um tour pela região serrana de Papua Nova Guiné: nós fomos convidados a participar de um funeral tradicional da região. Ouça a reportagem.
A cultura (ou falta dela) em Nova Zelândia
Quando a Lynn Barber, jornalista vedete do periódico inglês The Guardian anunciou aos 2 amigos kiwis que ia visitar a Nova Zelândia, a reação deles foi quase idêntica:
-A paisagem é linda, as pessoas são muito acolhedoras… você vai odiar!
Rotorua: A Disneylândia Maori
A funcionária do centro de informações turísticas pareceu surpresa. Surpresa que queríamos experimentar o hangi – uma refeição tradicional Maori cozida em vapor sulfurosos – em um simples restaurante.
Em outras palavras, queríamos comer sem ter que assistir ao espetáculo de dança folclórico.
-Sinto muito, você só pode comer o hangi como parte de um pacote!
Essa foi a primeira decepção da nossa estadia em Rotorua, um dos principais destinos turísticos da Nova Zelândia, parcialmente devido a uma forte presença Maori na região. Tanto os panfletos como nosso guia de viagem prometem uma autêntica experiência cultural, cheia de folclore, dança e comida.