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Turismo independente e barato em PNG: difícil mas não impossível
Não encontramos sequer um mochileiro em toda nossa estadia em PNG. E freqüentemente, fomos os primeiros já vistos pelos locais. Há uma boa razão pra isso: não há infra-estrutura alguma para receber os viajantes independentes sem muito dinheiro pra gastar.
O que não quer dizer que essa seja uma meta impossível. Você pode passar várias semanas no país de maneira relativamente econômica. Mas vai dar um pouco de trabalho.
7 Dicas para uma estadia tranquila em Papua Nova Guiné
O Brasil e a Papua Nova Guiné têm algo em comum. Uma das primeiras coisas que vêm na cabeça do estrangeiro ao pensar nesses dois países é a questão da segurança. E tanto no Brasil como em PNG, há um tanto de verdade e um tanto de exagero em relação ao que é divulgado no exterior.
Capotamos?!
A estrada já havia deixado de ser estrada faz tempo. Hoje, digamos que ela deve parecer com Marte após um bombardeio. Mesmo quando a estrada ainda era estrada, ela provavelmente não era digna do substantivo. É como se as autoridades locais tivessem cortado uma faixa de mato e jogado uma porção de pedras por cima, para declarar em seguida: “Tó. Agora se virem”.
Uma noite no vilarejo
(English) We were escorted from the car by an entourage of village children who heard two white people would be spending the night in their community.
Understand that this is like learning that your neighbours would receive a visit from Madonna for a live performance in their living room.
As multidões de Mount Hagen
Uma das coisas que mais impressiona na região serrana de Papua Nova Guiné é a imensa quantidade de gente sempre presente nas ruas, aparentemente sem fazer nada.
Eles se aglomeram em frente às lojas, vagam nas esquinas, formam pequenos grupos nos mercados ou estações de ônibus, jogando cartas ou mascando betel nut.
Ser encarado: nada demais em PNG
Uma das coisas mais difíceis, numa viagem às zonas rurais e remotas de Papua Nova Guiné, é saber o que fazer quando quarenta pessoas param pra te olhar com explícita fascinação.
Ao dar uma volta em qualquer um dos mercados da região de Mt. Hagen você vai colecionar uma audiência cativa, que vê um homem branco a cada dois anos ou mais.
Os Brancos, os Negros
Ao chegar em Papua Nova Guiné, pela primeira vez eu tomei consciência plena da minha cor, da minha raça. Hoje, sou branca numa terra de negros. Sou relativamente rica numa terra humilde e tecnologicamente carente. Sou diferente, misteriosa e exótica, e carrego à contragosto uma aura cheia de implicações políticas, sociais e econômicas
Papua Nova Guiné <3 Mojotrotters
Durante a nossa visita aos Highlands, em Papua Nova Guiné, um repórter de um dos periódicos nacionais fez uma entrevista com a gente. Os turistas naquela área são tão poucos que nossa simples presença foi notícia de jornal.
Mochileiros são ainda mais raros. Vários locais nos disseram que nós fomos os primeiros que eles já tinham visto.
O artigo relata nossas experiências no país, e o que precisa mudar para que os mochileiros passem a considerar PNG como um destino possível.
Um dia de funeral em Papua Nova Guiné
Quem participa de um funeral típico em Highlands embarca em uma jornada física e emocional exaustiva, conhecida como “Haus Crái”. Isso foi o que descobrimos ao fazer um tour pela região serrana de Papua Nova Guiné: nós fomos convidados a participar de um funeral tradicional da região. Ouça a reportagem.
Pioneiros
Ao aterrissar na cidade de Mt. Hagen, capital da região serrana de Papua Nova Guiné, esqueça as esteiras de bagagem, tubos de desembarque e outras formalidades do gênero. Nossas mochilas nos aguardavam dentro de um carrinho estacionado na pista de pouso, próximo ao avião que nos havia trazido de Port Moresby. Rústico, mas imbatível na rapidez: entre a descida do avião e a liberdade da rua, mal haviam passado 5 minutos.